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Domínio das emoções
Publicado por amandadelboni
“Os indivíduos de maior prestígio pessoal são os que têm intensas emoções, mas conseguem dominá-las.” (Alberto Montalvão)
Sempre consigo retirar de algum dito de meu pai uma idéia verdadeira, ou pelo menos que considero verdadeira.
Nesse caso, falaremos sobre emoções que, não dominadas, podem ocasionar consequências, muitas vezes sem volta.
A emoção, demonstrada em forma de carinho, é sempre bem-vinda por qualquer pessoa, pois é demonstração de amor e dedicação, e, nesse caso, não devemos controlar essa mostra, que pode mesmo modificar uma situação difícil. Emoção sadia se torna sempre muito grata.
Um simples sorriso, por exemplo, em ocasião onde estaríamos enfrentando algum problema, pode amenizar nossa tristeza e apreensão em relação a algo que esteja nos preocupando.
Quando falamos em dominar nossas emoções, seria no sentido de não exagerarmos nessa demonstração, para não sermos interpretados erradamente, e com isso, criarmos situações embaraçosas, e até mesmo de difícil solução.
Para conseguirmos controlar nossas reações, teremos que usar o raciocínio, sem nos deixarmos vencer por sentimentos que poderão transformar toda a reação, fugindo de um equilíbrio que torna ideal todo um resultado.
E que modifica tudo o que poderia ser.
Em muitas ocasiões, teríamos outro tipo de reação se usássemos o raciocínio, pois os resultados podem ser totalmente diferentes e, sem pensarmos melhor, podemos ter consequências de difícil solução.
A emoção nos envolve completamente, a mente e o corpo, pois é um sentimento desencadeado por um estímulo ou por um pensamento, e envolve reações e sensações pessoais.
Sentir emoções significa ter sentimentos, por isso nem devemos nos sentir intimidados por conseguirmos nos emocionar, e sabemos que cada expressão de emoção depende de diversos tipos de cultura e de sociedade.
Mas, importante é que as atividades emocionais sejam equilibradas com uso de nossa racionalidade e com o pensamento que respeite as diferenças individuais, a fim de termos um convívio pacífico e harmonioso, familiar e social.
Devemos sempre cultivar a tolerância, respeitarmos as diferenças de cada um de nós, para termos uma convivência o mais possível cheia de paz e harmonia.
Para isso, temos que dominar as emoções, usando o mais possível, nosso raciocínio e conseguirmos ouvir nossa razão, pois dessa forma, evitaremos, muitas vezes, consequências difíceis de serem vencidas, ou dominadas.
Todos já assistimos pessoas perderem o controle emocional, por terem que enfrentar algo que deu errado, e às vezes nada de importante que valesse a pena a pessoa se descompensar, pois isso traria somente aborrecimento inútil, e que não levaria a nenhum lugar.
Claro que todos somos sujeitos a emoções básicas, como o medo, a raiva, a alegria e a tristeza, mas estarmos conscientes delas, e conseguir superá-las através do raciocínio, constitui um fator importante para que nossa vida seja mais agradável.
E sem cultivar de maneira exagerada a raiva e a tristeza que, muitas vezes, surgem em nossa vida, e as quais temos que aprender permanentemente a dominar.
Abraços e bom domingo, cultivando as emoções bonitas para nos sentirmos mais felizes 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Doação
Publicado por amandadelboni
Quando falamos em doação, pensamos imediatamente em doação do ponto de vista material, seja para alguém que sabemos necessitar para sobreviver ou para sustentar alguma entidade que dependa exatamente de quem possa ajudar no seu sustento.
O que é extremamente admirável, e que fazemos sempre que somos solicitados, é nossa obrigação do ponto de vista social, religioso, moral.
Se temos recursos, devemos socorrer os menos favorecidos pela vida, pois todos nós temos as mesmas necessidades, e os mesmos anseios.
Mas aqui desejamos também colocar em evidência outro tipo de doação, que é baseada em amizade, no calor humano.
Quantas vezes um simples abraço, um aperto de mão, um olhar de compreensão pode amenizar uma dor, não somente física, mas da outra pessoa sentir nosso calor e nosso apoio, sabendo de antemão que pode contar conosco, com nossa ajuda, seja espiritual, ou material.
A doação de nosso tempo é sagrada, pois todos vivemos cumprindo compromissos que na vida moderna, se multiplica a cada dia, pois sempre nos envolvemos com muitas obrigações, e colocamos como meta muita coisa a realizar.
Fácil não é, definitivamente, mas temos a obrigação moral de socorrer nossos semelhantes que nos necessitam, e, muitas vezes, a doação de nosso tempo pode salvar até mesmo uma vida, se colocarmos nosso ombro e nossos ouvidos a receberem as queixas e dúvidas que nos são apresentadas.
Mesmo porque ninguém se queixa por nada, pois significa uma humilhação a que nenhuma pessoa consciente se submete sem um motivo muito grave, do qual sabe que nós poderíamos ajudar a solucionar.
O fato de ouvirmos cria um alivio a quem necessita, essa uma doação que nada nos custa, nem física, nem financeiramente, somente nos faz despender de um pouco de nosso tempo.
Ao escutarmos suas dúvidas, o nosso próximo se alivia e passa até mesmo a buscar soluções para aqueles problemas que ali está expondo.
Tão fácil ouvirmos … por que não?
Esta é uma pergunta que temos que nos fazer, para evitarmos o egoísmo natural, de nosso tempo gasto com o nosso próximo, ou de algum bem material, que se analisado friamente, muito pouco ou nada nos custaria.
Já pensaram quanto um abraço pode significar?
Isso é uma doação que devemos aprender a fazer, e, na maioria das vezes, nada nos custa, e é uma experiência que pode nos trazer uma realização e uma satisfação íntima.
Antes de acharmos que iria nos incomodar, ou que nada teríamos a ver com tal situação, vamos pensar e tentemos ouvir, para não termos um pré-julgamento indevido e egoísta.
Vamos, então, raciocinar antes de julgarmos indevidamente uma solicitação, seja ela material ou espiritual, uma opinião ou algo que nada nos custa, somente nossa boa vontade e nosso espírito de colaboração.
Abraços e bom domingo, doando nossa boa vontade 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Polêmica
Publicado por amandadelboni
Há muito tempo escrevi outro blog com este titulo, e se repito este assunto, é porque me foi solicitado.
As pessoas se sentem muito incomodadas com polêmicas inúteis, sem nenhum propósito, que não leva a nada, a nenhuma mudança, e só cria um clima de insatisfação, pois não tem vencidos nem vencedores, só aborrecimentos.
E, muitas vezes, não chegamos a aprender ao assistirmos uma polêmica, pois ficamos muito preocupados com o clima de “guerra” que atinge as partes que participam da discussão.
E, na maioria das vezes, não se chega a conclusão que satisfaça a ninguém, e alguém acaba sempre desistindo, não levando a nenhum resultado com o qual podemos aprender algo.
Parece que no meio da exposição de conceitos, entra de uma das partes ou em ambas, um sentido de orgulho de não perder, e com isso se distorce a idéia original, passando para um aspecto de vaidade para ver quem vai vencer a discussão.
Claro que tem polêmicas que servem para esclarecer muitos conceitos, até mesmo os que já estaremos acostumados e sobre os quais não queremos ter outra maneira de encarar, mas se formos humildes, paramos para escutar, pois não estamos certos o tempo todo.
Devemos aprender a ouvir, consultar pessoas que têm mais experiência do que nós, que viveram situações diversas, e que tenham conseguido resolver de maneira adequada e conveniente suas vidas e circunstancias.
De fato, estarmos dispostos a ouvir é uma das condições principais para tentarmos aprender e encarar novas situações que se apresentam, um aprendizado natural.
A polêmica mal conduzida é que se torna um elemento perigoso, pois fica sujeita a gerar um mal estar e até mesmo uma inimizade, desnecessária e inconveniente.
Discutir sem necessidade e em ocasião inadequada só serve para criar conflitos e deixarmos de aprender algo que poderia ser de grande utilidade para nós.
Todos conhecemos pessoas que polemizam e provocam disputas em todos os campos, como na religião, na filosofia, na política, na personalidade de amigos, causando controvérsias em qualquer assunto, acho até que isso pode lhes dar certo prazer ao tentar impor seu ponto de vista.
Eu, pessoalmente, não gosto de polêmica, acho que não leva a nada, a não ser na área profissional, para desenvolvimento científico de algo importante.
Polemizar simplesmente por vaidade, temos que nos cuidar para que não aconteça, pois pode ocasionar sim, alguma inimizade, sem levar a algum resultado que nos ensine algo, seja em que matéria for.
Claro que não concordamos com tudo o que vemos e dispomos, mas tudo tem sua forma de ser da melhor maneira, e nosso objetivo deverá ser sempre agir de forma não agressiva e objetiva .
Abraços e bom domingo, não polêmico 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Pedir e Agradecer
Publicado por amandadelboni
Normalmente exigimos dos outros esse tipo de comportamento, mas será que nós mesmos agimos de maneira correta ao solicitarmos algo e nos policiamos para, ao conseguirmos, nos lembrarmos de agradecer?
Pensemos bem, pois quem nos faz um favor, uma caridade, ou atende a algum pedido que façamos, espera, pelo menos, que valorizemos o que foi feito, e receba de nós uma palavra que seja, de carinho e reconhecimento.
Cada vez que atingimos o nosso objetivo, seja em que âmbito for, nossa obrigação é agradecer a Deus, para quem acredita, pela chance de termos alcançado o que desejávamos, e também agradecer por termos tido a oportunidade de nos utilizarmos de nossa capacidade de planejamento.
Aprendemos que toda vez que pedimos algo, temos que prestar nosso reconhecimento, seja do ponto de vista material ou espiritual, de acordo com nossa fé e crença.
E temos sempre que tentar desenvolver nossa capacidade de pedir, considerando que não é nenhuma humilhação pedirmos quando temos a necessidade de algo, seja para pedirmos a alguém uma ajuda material ou seja uma ajuda espiritual de acordo com nossa crença.
O importante, sempre que pedimos algo, é realmente não nos esquecermos de agradecer devidamente, pois algumas pessoas só se lembram de pedir e nunca de dizer um simples obrigado, o que as torna incapazes e tímidas de tornar a pedir.
Um dia li um trecho de uma oração pedindo ao Senhor a perseverança das ondas do mar, que fazem de cada recuo um ponto de partida para um novo avanço.
É desse modo que tento encarar a vida, e os acontecimentos que, mesmo não acontecendo da maneira que programamos, não nos tira a esperança, e nos dá um estímulo para a luta que estejamos desenvolvendo.
Pedir é, sempre, uma maneira de encararmos com humildade nossa condição de necessitados de alguma forma, pois precisar não se trata somente de questões financeiras ou físicas, mas também podemos simplesmente estar precisando de um gesto de carinho, um aperto de mão, que nada custa.
E, nesse caso pedimos, sem nenhum problema, nem nenhum complexo de inferioridade, mas até mesmo deixando claro que, se pedimos é um reconhecimento de sua possível superioridade em determinado assunto que deve conhecer melhor do que nós.
Só não devemos nos esquecer de que toda dívida, por menor que seja, deverá ser alvo de agradecimento, e, se possível, de retribuição assim que tenhamos a oportunidade de fazê-lo.
Sem reclamarmos, esperemos, com boa vontade, as coisas boas que nos acontecem, e bem espertos para que as coisas ruins que nos chegam também possam ser encaradas de forma que possamos ultrapassar, com a ajuda que consigamos atingir.
E, não nos esqueçamos de tentarmos pedir menos e agradecer mais!
Bom domingo, com agradecimentos pelas nossas realizações 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Confiança e Perseverança
Publicado por amandadelboni
Consideramos vários aspectos de confiança, tais como a confiança que temos no nosso próximo, a maneira como somos tratados por nossos circunstantes, depositando em nós momentos e ocasiões nas quais nos confiam tanto sentimentos e ideias que não repartiriam com outras pessoas, assim como bens materiais.
Não devemos nunca nos arriscarmos em que nossa confiança se perca diante de alguém, pois ela, provavelmente, jamais irá se recuperar, é um caminho sem volta, decididamente.
E, importante, confiarmos em nós mesmos, para conseguirmos, assim, ganhar a confiança de nosso próximo e alcançarmos o sucesso que programarmos em nossas atividades ou em nossa vida particular.
Não nos esquecermos de que a confiança é uma viagem só de ida, ela não se recupera uma vez perdida, por isso temos que construir sempre uma maneira de viver de tal forma que possamos ganhar a confiança de quem conosco convive.
E perseverar é também um dos grandes elementos que devemos cultivar, pois aliado à confiança, nos levará ao sucesso que tenhamos em mente em nossos momentos criativos e de convivência, seja com amigos, profissionais ou parentes que façam parte de nossa vida diária.
Devemos empreender nossa luta íntima para não vivermos no clima de desconfiança, um fator importante para desenvolvermos amizades preciosas e não nos atormentarmos num clima de dúvida sem sentido, pois isso seria uma forma de preconceito que não leva a nada.
Lealdade e confiança devem estar acima de qualquer coisa, como disse um grande filósofo, e não tenhamos receio de encarar e corrigir nossos possíveis erros.
Perseverar em não errarmos, ou fazê-lo o mínimo possível, deverá ser nossa meta, mas se acontecer, tenhamos a coragem de expor nossa fraqueza e a firmeza de corrigir já será um fator determinante para que nossa confiança seja restaurada.
Podemos também ter nossas dúvidas, claro, pois somos humanos e inteligentes e não estúpidos ao ponto de termos confiança absoluta em nós mesmos.
Quem duvida terá sempre a chance maior de aprendizagem.
E não nos esqueçamos de que a confiança começa, na maioria das vezes, na autoconfiança, pois quem não confia em si mesmo, como poderá confiar no seu próximo?
Vamos aprendendo, com nossa convivência e perseverança, a entender nosso próximo, sabermos reconhecer aquilo que realmente tenha valor para nosso dia a dia, nossa luta diária, tanto material quanto espiritual.
Perseverar em tentarmos reconhecer sinais que nos ajudem a detectar particularidades, deve ser nossa meta sempre.
Claro que confiança é o resultado do conhecimento que temos no nosso próximo, para isso a convivência é essencial para que o crédito que damos e recebemos de alguém seja autêntico e bem-vindo.
Abraços e bom domingo, confiando e perseverando em nossos princípios 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
