Arquivo mensal: dezembro 2016

A força do desejo

Sempre ouvimos e aprendemos que se desejamos algo com muita intensidade, a tendência seria que isso se concretize.

Então se podemos ter esse tipo de influência no que desejamos, devemos sempre tentar pensar positivamente naquilo que nossa mente costuma criar para atingirmos nossa vontade, seja material ou espiritualmente.

Nossa mente tem, na verdade, uma força inexplicável em relação a tudo o que pensamos com intensidade e com a vontade de realizar.

Claro que quem não tem orientação, não pode ter o ímpeto de subir na vida e acaba se acomodando numa atitude passiva, sem nada realizar, pois só se sente o desejo de lutar quem define o caminho a seguir.

E, quando definimos a porta que se abre para nosso caminho, é que sentimos o desejo de lutar e encontrar a saída que procurávamos, pois a vida é feita de ação, movimento, força e realizações, que sem a luta adequada e dirigida, provavelmente não vai acontecer.

Sabe-se que, em primeiro lugar nasce a idéia, o desejo de realizarmos algo com o qual sonhamos, então devemos ir em busca do nosso ideal, e normalmente diante de um desejo ardente, que gira em torno de uma idéia pré-fixada, conseguimos a concretização do nosso sonho inicial.

Nós possuímos as condições de realizar grandes empreendimentos e, às vezes, o que nos falta é a coragem de adotar novos métodos e modos de agir de acordo com o fim desejado.

Definir tudo isso é uma iniciativa que devemos fazer antes de qualquer atitude que venhamos a tomar, e a iniciativa de modificar hábitos que estejam prejudicando nossa vida ao ponto de não conseguirmos realizar aquilo ao qual nos propusemos de início.

Se desejamos algo com determinação, precisamos que predomine em nós a decisão, e traçarmos rumos e segui-los, sem cultivar a palavra “impossível”, e lutar sem medo para que conquistemos aquilo que planejamos e desejamos.

O “gosto pela luta” prevalecerá sobre o medo de fracassar. Com certeza!

A força de vontade é, na verdade, a capacidade de estabelecer os objetivos e tratar de alcançá-los, aquela qualidade que mantém o ser humano no caminho de seu objetivo, independente de contingências e possíveis obstáculos que possam surgir.

Daí, o desejo de ter a força a que nos referimos.

Sempre ouvimos falar no poder da força mental que nos domina quando desejamos realizar algo novo, e nos dedicamos a aprender sobre a questão em pauta, até acharmos a solução ideal que procurávamos.

Quando desejamos algo, com fé, nosso corpo acompanha nosso espírito, mostrando os caminhos mais adequados à chegada onde havíamos programado ao iniciarmos a jornada.

Trata-se de uma força que segue conosco, mostrando ao ser humano o que lhe causaria satisfação e prazer e o fato de conseguirmos realizar e alcançar aquilo pelo qual empreendemos uma luta tão difícil e árdua.

Portanto, vamos cultivar o desejo que nos acompanha sempre de sermos humanos e pelo qual lutamos para alcançar!

Deixo aqui um abraço afetuoso e votos de Boas Festas e um Feliz e Próspero Ano Novo, repleto de muita inteligência emocional e social 🙂

Voltaremos dia 8 de janeiro de 2017!

Bom domingo,

Amanda

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Viver um dia de cada vez

Claro que temos o dever de nos preocuparmos com o dia de amanhã, em função de nossas obrigações e manutenção de nosso lar, as realizações e os negócios aos quais nos propusemos a executar, nossa vida diária.

Mas o que nos referimos é que devemos lutar para o dia que estamos vivendo no momento seja pleno, com o máximo de produtividade que possamos desenvolver, realizações que foram planejadas e que naquele dia estejamos concluindo.

Isso poderá sempre nos proporcionar uma satisfação e uma sensação de realização no que pensamos em fazer e que esteja começando a dar algum resultado ou a perspectiva de estar sendo concretizado.

Nesse caso, teremos a oportunidade de nos sentirmos plenos de nós mesmos, por termos conseguido consequências aguardadas com certa ansiedade que sempre toma conta de nós, quando planejamos ou iniciamos a realização de algum projeto.

Mesmo nos preocupando com o nosso futuro, como é natural, temos que fazê-lo sem angústia, pois se mantivermos a calma e o raciocínio, teremos, de longe, mais chances de acertarmos na realização de nossos planos iniciais.

E, importante, não termos medo de sentirmos o bom e também o preocupante, pois ambos fazem parte da vida de todos nós, e não termos medo de sentir saudade, não ter medo até mesmo de chorar.

Importante é achar o equilíbrio.

Uma forma de não nos atormentarmos é não vivermos na eterna busca, viver um dia de cada vez, mas sem deixarmos de nos preocupar com o futuro, e fazer tudo com equilíbrio e alegria.

Achar o ponto certo deverá ser o nosso objetivo.

Para isso, obedecer o nosso raciocínio, não viver eternamente na busca, e cada dia ser vivido com intensidade, sem nos esquecermos dos dois objetivos: ao mesmo tempo que vivemos intensamente o dia, fazer também com que ele seja produtivo.

Fácil não é, como nada é fácil nesta vida, mas aproveitarmos a vida que nos foi oferecida, tentando encontrarmos o equilíbrio necessário para a vitória, acreditando no sucesso, no amor, e na valorização das intenções.

Acreditar e ter fé no amor, no que plantamos durante nossos dias, em relação à nossa profissão, aos estudos aos quais nos dedicamos, à honestidade que permeia nossa vida.

E, dessa forma, as chances de termos resultados pelos quais lutamos serão sempre valiosos e possíveis.

Importante, porém, termos cuidado pois o tempo mal usado não pode ser reaproveitado, portanto, lutemos para que sejamos cada vez melhores à medida que o tempo vai passando, para conseguirmos realizar sempre cada vez mais e melhor. Esse deverá ser nosso propósito de vida.

Vamos viver um dia de cada vez, procurando produzir sempre mais, com maiores perspectivas, cultivando mais e mais os bons propósitos e procurando sermos úteis aos nossos semelhantes para que, fazendo os outros felizes, possamos ser felizes também.

Como diz o velho ditado: viver um dia de cada vez como se fosse o último!

Abraços e bom domingo 🙂

Amanda

Vangloriar-se

A vaidade exagerada, que normalmente faz parte de uma opinião excessivamente boa acerca de nós mesmos, é um inimigo extremamente perigoso para quem o possui e dificilmente se enfraquece.

Vangloriar-se do que se tem ou do que se conquistou é uma atitude oposta à humildade que devemos sempre ter em relação ao que tenhamos tido e às nossas conquistas.

Pois, quando nos elogiamos a nós mesmos sobre feitos que tenhamos executado ou nossa carreira e sucesso eventual criamos um antagonismo natural, pois o ser humano dificilmente suporta a vanglória.

Mesmo que tenhamos uma opinião excessivamente boa acerca de nós mesmos, isso já demonstraria um grande exemplo de vaidade que pode mesmo incitar o nosso próximo a ficar contra nós, pois pode provocar um sentimento de certa antipatia por parte de quem nos ouve.

A ostentação nunca leva ao resultado que gostaríamos. Normalmente cria um sentimento de antagonismo logo no primeiro contato, principalmente com alguém que não nos conhecia anteriormente e que no primeiro juízo já vê em nós essa exibição de auto elogio, que imediatamente coloca o outro contra nossa pessoa.

E, mesmo quando fazemos uma boa ação, não podemos e nem devemos nos vangloriar do que foi feito, pois justamente ai, as pessoas podem nos pedir para pararmos de nos vangloriar pelo que fizemos.

Não devemos, de forma nenhuma nos promover, deixemos para sermos reconhecidos pelo nosso próximo, pois essa promoção terá outro valor, e se nos colocamos em algum bom lugar, ai vem a luta para permanecermos lá.

De outro lado, se fazemos o bem, ou realizamos feitos dignos de elogios, e o fazemos porque seria nossa obrigação até do ponto de vista humano e somos humildes em relação aos resultados, provavelmente receberemos os cumprimentos referentes a essa atitude.

Sempre temos que esperar que nossas ações sejam reconhecidas pelo nosso próximo e pelos nossos atos de caridade humana.

E vangloriarmos não nos trará nenhum resultado positivo, e poderá nos provocar reação contrária ao que esperávamos, e com isso, nos desanimar em relação a ações que estávamos desejando promover.

Se diz que elogio em boca própria é auto injúria.

Temos, portanto, que evitar de nos vangloriarmos por atos que tenhamos feito, seja de caridade, de ajuda ao próximo, de boa vontade em geral no sentido de auxiliarmos quem junto a nós inspira cuidados.

Se insistimos em nos promovermos, estaremos exprimindo uma idéia de auto elogio, e com isso, nos colocarmos numa posição de vaidade que não seria produtivo e nem poderia colaborar para firmar uma amizade que desejaríamos incrementar.

Abraços e bom domingo, sem se vangloriar demais para não criar uma reação que prejudicaria suas relações de amizade 🙂

Amanda