Arquivo mensal: maio 2019

Timidez

Quando falamos em timidez, pensamos logo em como agimos meio envergonhados de falarmos algo a alguém e sermos criticados, ou porque não temos a intimidade que julgamos necessária, ou por acharmos que não possuímos o conhecimento adequado ao assunto abordado naquele momento.

Também outra característica da pessoa tímida é sempre sentir-se sem o conhecimento necessário ao assunto que esteja sendo abordado no momento de uma conversa mais técnica, por exemplo.

Mas essa timidez exagerada, muitas vezes, impede a pessoa de emitir uma opinião que seria correta e que poderia, no caso, servir de ajuda a quem estivesse precisando escutá-la e até mesmo aplicar aquilo que estaria sendo exposto.

Isso é um pouco de insegurança natural, pois nem sempre estaremos seguros de que a parte solicitante aceitaria nossa proposta, como uma idéia  nova.

Mas, se necessitamos de uma opinião, devemos pedi-la aos nossos companheiros de trabalho ou a amigos, pois dessa forma estaremos sendo humildes e podemos aprender muito.

Assim, devemos sempre tentar vencer a timidez que nos chega ao necessitarmos de ajuda, mas com raciocínio e força de vontade.  Ultrapassando a timidez, com certeza, conseguiremos saber cada vez mais com quem já tem o conhecimento adequado ao assunto em questão.

Trabalhar a timidez é uma ato de vontade, de raciocínio, no sentido de sabermos que, muitas vezes, precisamos do conhecimento de outras pessoas para que consigamos reconhecer aquilo que nos falta.

Não é tarefa fácil, mas tudo vai dependendo, como sempre, de nossa boa vontade e o pensamento firme de querermos vencer naquilo ao qual nos propusermos.

Claro que dominar esse sentimento de timidez é difícil, mas devemos estar atentos e lutar contra esse sentimento, ter consciência do que sentimos, para procurarmos a forma ideal de nos relacionarmos com o próximo.

Um dos grandes truques para vencermos a timidez é enfrentar nossos medos, isto é, falar em público, expor opiniões em reuniões de trabalho, e até mesmo participar de rodinha com amigos.

E, principalmente acreditarmos em nós mesmos!

Abraços e bom domingo 🙂

Amanda

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Racionalidade

Evidentemente, aprendemos desde cedo na vida, a tentarmos ser sempre racionais, isto é, sabermos quando e como devemos proceder, tanto particular como comercialmente assim que iniciamos nossa vida profissional.

Na vida particular, sempre fomos aconselhados, desde pequenos, a não sermos inconvenientes, isto é, a agir de maneira adequada e sem exageros, em qualquer tipo de situação.

E isso sempre tentamos e conseguimos passar para nossa filha, que felizmente tem  sua maneira de agir, de maneira adequada em qualquer situação.

Mesmo porque as pessoas que agem diferentemente, automaticamente criam uma situação de isolamento, pois quem as rodeiam podem não ter a paciência para suportar determinada atitude.

Ou mesmo porque, muitas vezes, o assunto que estaria sendo tratado naquele momento não tenha despertado o interesse suficiente para ser discutido ou apreciado.

Por isso, o nosso “desconfiômetro” deverá estar sempre ligado, para que não nos comportemos de maneira a que o nosso interlocutor se canse de nos ouvir, ou que não tenha o interesse necessário ao assunto abordado naquele momento.

Ainda mais quando se trata de pessoa ocupada, com seus horários de trabalho necessitando de sua atenção naquele momento, sua paciência não estará disponível para ouvir um assunto que não for de seu interesse.

Devemos estar, de certa maneira, sempre atentos em qualquer situação onde o diálogo possa se prolongar sem que o interesse de nosso interlocutor seja apropriado ao momento e ao que estivermos falando.

Claro que não é fácil conseguirmos um equilíbrio para uma convivência agradável, mas se colocarmos nossa razão no que estiver sendo tratado, poderemos perceber do interesse ou não naquilo que estiver sendo exposto.

E dessa forma poderemos continuar aquilo que estivermos expondo, ou vamos abandonando o assunto em questão e partindo para uma nova idéia.

Devemos também deixar que nosso interlocutor exponha aquilo que desejaria discutir sobre o assunto em questão.

Assim, usemos sempre nossa razão para que nunca sejamos importunos, facilitando o diálogo e a convivência com nossos interlocutores e amigos.

Abraços e bom domingo, bem conveniente, e racional 🙂

Amanda

Justiça

Quando falamos em Justiça, pensamos em verificar se ela foi efetuada, seja na área particular ou na criminal, ou outro tipo de comportamento que deveria ser julgado, particular ou publicamente.

Fazer a justiça, como se diz, seria conseguir julgar corretamente uma atitude que teria, de alguma forma prejudicado alguém, e que teria trazido consequências contra as quais seria difícil lutar, no sentido de amenizar ou anular o indesejado.

Sempre aprendemos a respeitar a “Justiça”, principalmente do ponto de vista público, mas temos que respeitar também a forma de justiça que nossos pais, por exemplo, nos impuseram sempre, no sentido de sabermos agir entre os parentes e amigos que fazem parte de nossa vida.

Se somos injustos com alguém, logo sentimos, e se for possível, devemos tentar corrigir nosso erro, para não prejudicarmos pessoas inocentes que estejam ao nosso redor.

Sermos justos, muitas vezes, não é tão fácil, pois podemos incorrer no erro da tendência a favorecer amigos e parentes, mesmo sabendo que tenham agido de forma imprópria e desajustada a determinada situação.

Por isso, devemos treinar nosso raciocínio no sentido de sermos, ou tentarmos ser, imparciais, para que ao julgarmos alguém ou alguma situação, sejamos justos e não prejudicarmos o nosso próximo pelo fato de nos influenciarmos indevidamente.

Claro que não é tarefa fácil, pois a imparcialidade é algo que, para se conseguir, deverá partir de raciocínio, o que muitas vezes é superado pelo sentimento.

Nossa mente deverá ou deveria ser mesmo treinada para, ao assumirmos uma situação de risco, de raciocínio e de julgamento, tenhamos a isenção de ânimos, e se sabe que ficar isento, muitas vezes, se torna quase impossível.

Mas o pior seria cometermos uma injustiça, e descobrirmos depois, quando não seria fácil alterar uma situação já definida anteriormente.

Pensar antes de cometermos uma injustiça, seria o ideal para não nos arrependermos mais tarde, quando não tivermos a oportunidade de consertar algo que se tenha tornado definitivo.

Por isso a justiça à qual nos recorremos, seja nosso juízo particular ou a pública, deverá partir do que seria justo e correto, com respeito à igualdade de todos os seres humanos.

Bom domingo, pensando bem no nosso senso de justiça para não cometermos atos dos quais nos arrependamos mais tarde 🙂

Feliz Dia das Mães!

Amanda

Valores

Quando falamos ou pensamos em valores, o primeiro que nos vem à cabeça é, quase sempre, algo referente à parte financeira, lucros ou algo parecido.

Mas temos que pensar em valores de compensação moral, ética e outros relacionados até mesmo a retribuição de favores, relacionado a dinheiro, mas também referentes a atitudes que possam compensar aquilo que recebemos, de uma ou outra forma.

São diversos tipos de importância com que convivemos e nos deparamos em nossa vida, seja do ponto de vista psicológico, como material, e devemos, sempre que possível, atender da melhor forma aquilo para o qual somos solicitados.

E valorizar os acontecimentos, tanto espirituais, quanto materiais, que nos ocorrem, é algo extremamente pessoal, pois o que merece mais importância para algumas pessoas, para outras nada significa.

Para isso, devemos sempre exercitar o raciocínio em função de nossas atitudes serem o mais macias que pudermos administrar, para que as pessoas que conosco convivem possam usufruir de nossa companhia, sem se sentirem incômodas com nossa presença.

Valores nada têm a ver com a parte material, custo financeiro, e sim, com aquilo que para nós tem um valor que nos fará aprender, ou valorizar nosso ritmo de vida, tanto pessoal, quanto profissional.

Mesmo porque para cada um de nós, o que costumamos valorizar é extremamente pessoal.

Então, lembremo-nos de nos certificarmos desse fato, e evitarmos uma cobrança desnecessária, em relação aos nossos familiares, nossos amigos e funcionários.

Não nos esqueçamos nunca de que os valores humanos são, em essência, princípios morais e éticos que conduzem a nossa vida emocional, prática e profissional.

E um dos mais importantes princípios é o respeito, a consideração que devemos ter em relação aos sentimentos das outras pessoas, as que nos rodeiam e as que convivemos socialmente. Respeitando sempre as diferenças, as diversas formas de pensar e agir, particularmente, inclusive às leis do país em que vivemos.

Tudo isso faz parte da  obediência às regras que são determinadas em cada sociedade, a consideração aos sentimentos das outras pessoas com quem convivemos. Isso é valorizar o ser humano, e respeitar suas idéias, sentimentos e mesmo seus temores, que, aliás, todos temos.

É muito importante para uma convivência pacífica e agradável, sempre!

Abraços e bom domingo 🙂

Amanda