Arquivo mensal: junho 2018

Limitação

Uma das especiais características positivas que conseguimos desenvolver em nossa personalidade é exatamente a capacidade de reconhecer o que em nós poderia ser prejudicial em nossa vida, tanto pessoal, quanto profissional.

Conhecermos nossas limitações, como podemos agir em todo tipo de problemas que a vida nos apresenta é uma forma de conseguirmos resolver grande parte daquilo que nos incomoda ou que prejudica nossa existência em qualquer sentido.

Assim, tomando conhecimento do que somos capazes ou incapazes de fazer, e isso não significa nenhuma humilhação, ao contrário, nos faz desenvolver aquilo para o qual temos melhor afinidade e capacidade, até mesmo física.

Para isso, temos que desenvolver em primeiro lugar nossa maneira de pensar, para evitarmos possíveis fracassos que poderiam surgir no desenrolar de atividades para as quais nunca estaríamos preparados, pois cada um de nós tem as tendências que vieram conosco desde nosso nascimento, ou até antes.

Em compensação, se conseguirmos detectar, de maneira saudável, nossas limitações, podemos passar a executar com maior perfeição nossas funções.

Encararmos nossas tendências e também nossa incapacidade é sinal de inteligência emocional, personalidade firmada com o passar do tempo e de nossa vivência.

Tomar consciência de limitação no sentido de conhecermos nossa capacidade é o que nos fará progredir, pois o que gostamos de fazer, fazemos bem feito e os resultados aparecem com o tempo.

Por isso, nossa luta tem que ser contínua e nossa paciência também.

Muitas vezes, o nosso limite pode ser alterado e até mesmo aumentado pelo tempo que dedicamos em lutar por aquilo que desejamos alcançar, através de análises bem feitas e imparciais e de estudos que fazemos no sentido de tentarmos progredir nas atividades que abraçamos.

Temos sempre que tomar cuidado em tudo o que fazemos, para não atingirmos  nunca o inverso da limitação, que seria um caminho para desordem que não desejamos alcançar, em nenhum sentido de nossa vida, seja particular ou comercial.

A limitação é um sinônimo de restrição, sem dúvida nenhuma, mas muitas vezes  quando restringimos uma atitude, conseguimos evitar até mesmo algo desastroso, ou de difícil retorno.

Mesmo na infância devemos instituir o sentido de limitação, para que acostumemos as crianças a conhecerem os limites em todos os sentidos, isso permanecerá durante suas vidas, colaborando para que consigam conviver com as outras pessoas sem as críticas habituais.

Se agimos praticando o limite, evitaremos muitos erros na nossa vida.

Abraços e bom domingo, reconhecendo e sempre respeitando os limites 🙂

Amanda

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Franqueza X Educação

Posso ser franca com você?

Essa é uma pergunta que normalmente quando ouço uma pessoa fazer para outra, em seguida vem algo que soa como uma tremenda falta de consideração e até mesmo falta de caridade humana.

A franqueza nem sempre consegue ser bem aceita por quem está sendo   questionada, e que se sente, muitas vezes, humilhada pelo que escuta de sua interlocutora.  Já assisti algumas vezes esse tipo de situação e não gosto nem um pouco.

Se a pessoa não solicitou nossa opinião, não temos porque exprimi-la.

Claro, não se pode comparar situações como um pedido de opinião sobre uma roupa que está para ser adquirida à uma atitude de responsabilidade que pode comprometer toda uma vivência.

Importante, sim, a sinceridade em todas as situações, pois quem nos pede opinião está em dúvida de como agir, de como se vestir, onde ir, etc.

Mas temos que saber discernir como, quando e com quem podemos e devemos exprimir com “franqueza” aquilo que pensamos a respeito do que estamos sendo consultados. Algumas pessoas nos pedem opinião e não estão preparadas para ouvir nosso conceito sincero, que nem sempre coincide com aquilo que esperava escutar.

E que realmente é algo que devemos evitar, pois se não estamos dispostos a escutar, melhor nem perguntar.

Eu, pessoalmente, evito de exprimir minha opinião em algumas ocasiões, pois devo ser sincera quando perguntada, e a resposta nem sempre coincidiria com aquilo que a pessoa gostaria de ouvir.

É complicado exprimir o que pensamos a respeito de atitudes de outras pessoas, cujos conceitos sabemos não concordarem com os nossos, e podemos criar uma situação de mal estar, culminando numa inimizade.

Já vi e ouvi muito comentário a esse respeito, e tento ser cautelosa para evitar um mal estar entre amigos, que, na verdade, nem sempre estão dispostos a seguir aquilo que sugerimos, pois a vida de cada um de nós depende de diversos detalhes que muitas vezes desconhecemos.

E reparem que na maioria das vezes, as pessoas nos relatam seus problemas, mas não querem ouvir palpites, e defendem seus pontos de vista cada vez que damos o nosso.

Por isso, digo que cada um na sua, a não ser que possamos sentir que realmente, dentro do sofrimento de cada um de nós, estaremos dispostos a ouvir outras idéias que poderiam nos ajudar.  Portanto, sejamos francos quando consultados e sempre com muita consideração e educação.

Abraços e bom domingo, cuidando para não misturarmos nunca franqueza com educação 🙂

Amanda

Inovação

Quando falamos em inovar, sempre nos vem à mente o desejo de mudarmos de forma renovada a maneira como vivemos ou atuamos nas nossas convivências pessoais, familiares e profissionais.

E quando inovamos, a tendência é sempre para melhorarmos algo, tanto em nossa vida diária, como em nossos trabalhos, pois quando mudamos algo, normalmente conseguimos tornar nossa vida mais fácil e tudo mais viável.

Isso não significa que vamos transformar radicalmente o que está feito, mas simplesmente termos, muitas vezes, a inspiração de alterar algo, por menor que seja, no sentido de que tudo funcione melhor.

Nosso instinto nos leva a tentarmos melhorar aquilo que estivermos fazendo, desde nossa profissão à nossa personalidade, na maneira de agir na nossa carreira e vida pessoal.

Saber modificar é uma forma de humildade, quando reconhecemos que algo não vai bem da maneira como está, e que algo precisa ser mudado para que funcione melhor.

Por isso, sempre aprendemos que devemos observar a atitude do nosso próximo, pois dependendo dos resultados que conseguem obter na vida em geral, significa que agindo daquela maneira, nossos resultados também podem ser satisfatórios

Seguir bons exemplos é uma forma de sabedoria.

Li uma vez que inovar é tão importante quanto produzir pesquisas.

Concordo plenamente com esse comentário, pois sem inovação não há progresso, por isso devemos sempre ter coragem para tentarmos inovar e progredir nossas ideias.

E inovar não significa somente progredirmos em pesquisas e ideias, mas também criarmos novos empreendimentos e propormos planos antes não pensados ou implementados. Ideias novas muitos tem, mas enquanto não forem realizadas, não existem.  Portanto, a inovação só existe quando colocada em pratica.

E se queremos desenvolver mais, temos que manter nossos conhecimentos, desenvolvê-los tanto no sentido profissional, quanto no pessoal, pois se formos humildes, aprenderemos sempre, em consultas técnicas e com as pessoas que nos cercam, profissional ou particularmente.

Inovar traz uma satisfação íntima, pois significa que nossa capacidade de criatividade está em dia, nossos conhecimentos se desenvolvendo, e é esse sentimento que justamente faz com que inovemos sempre.

Na verdade, inovar costuma ser o principal diferencial competitivo de uma empresa.  Significa modificar ou aperfeiçoar técnicas, costumes, hábitos, processos, e mesmo procedimento em relação a clientes, amigos e até concorrentes.

Em geral, reflete melhorias, com o cuidado de não interferir em mudanças no mesmo produto, mas simplesmente melhorá-lo, na nova forma de levá-lo ao mercado.  E o mesmo com relações intimas.  Inovar é essencial em tudo que fazemos.

Abraços e bom domingo, cheio de inovações em sua vida 🙂

Amanda

Omissão

Omitir, muitas vezes, é provocar uma situação que poderia ter sido evitada, se tivéssemos interferido, evidentemente, dentro de certa medida que não provoque problemas entre as pessoas, pois muitos não suportam interferência, mesmo sabendo que teriam recebido ajuda caso seguissem outra opinião.

Muitas vezes, essa recusa em ouvir o nosso próximo, se deve à vaidade normal que nós, seres humanos, temos e que nos impede de vermos que quem nos fala estaria certo e que se o seguíssemos, conseguiríamos melhores resultados naquilo que estaríamos empreendendo.

Se nos omitimos, pensando estarmos sendo educados e não querendo interferir, podemos estar deixando de ajudar uma pessoa a tomar uma atitude que poderia mesmo mudar alguma situação que teria condição de ajudá-la.

Pois um conselho, uma opinião, nos dá a coragem que nem imaginávamos poderíamos ter em situação de decisão, e que poderia até mesmo transformar nossa vida.

E isso, em qualquer ramo de atividade, seja pessoal ou profissional que estejamos cogitando de alterar, pensando numa melhoria de vida.

Claro que temos que pensar bem antes de emitirmos uma idéia, pois estaremos sujeitos a cometer erros que poderemos nem termos a chance de consertar.

Por esse receio de errarmos, às vezes deixamos de opinar.

E, então, nos  omitimos, que, na verdade teria sido o melhor que poderíamos ter feito naquele momento, assim evitaríamos erros, que poderiam ter resultado em consequências piores.

Mas pode parecer que não temos opinião, e que estamos agindo com certa covardia. Portanto, cautela na hora de agir e se expressar, reconhecendo sempre o momento de falar e o de se omitir.

Omissão não é necessariamente covardia, como já ouvi alguém comentar, mas justamente a cautela que precisamos para evitar enganos e intromissão na vida alheia, que pode trazer resultados desagradáveis, e como sempre digo, muitas vezes, sem retorno.

Por isso, cuidado para que não incentivemos erros que podem gerar consequências inevitáveis, pois quem está carente ou necessitando de um apoio pode seguir opiniões que os tornem vitimas de alguma injustiça que nem estariam imaginando.

A omissão é diferente da mentira, é deixar de fazer ou de dizer algo, enquanto a mentira é dizer ou fazer algo que se sabe não ser verdadeiro.

Claro que, em muitos casos, a omissão pode ser classificada como crime, mas não é essa nossa área, dependendo da gravidade da causa a que estiver sujeita.  Defendo simplesmente o fato que não se deve faltar com a verdade, seja em que circunstância for.

Abraços e bom domingo, sem nos omitirmos, mas sem ofensas 🙂

Amanda