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Pré julgamento

Uma atitude muito perigosa, sujeita a erros, muitas vezes sem volta.

Inclusive porque o que parece ser, numa ocasião especial pode se demonstrar de outra forma completamente diferente da aparência inicial, e se nos enganamos, podemos tomar atitudes que não tomaríamos se fôssemos mais cautelosos em nosso posicionamento perante os acontecimentos desta vida.

Quando pré julgamos, estamos sempre sujeitos a errar, pois nesse caso pode entrar a emoção em primeiro lugar, o que nos leva a resultados diferentes daqueles que seriam mais acertados se feitos com raciocínio, sem que sejamos dominados puramente pela emoção.

Lembremo-nos de termos tido em uma ocasião ou outra na vida, pensarmos em alguém, por exemplo, que com aparência extremamente vaidosa, nos dá uma impressão de riqueza e de importância na sociedade.

Se entramos em detalhes, e fazemos uma maior investigação, podemos chegar a uma conclusão completamente diferente da primeira e a outro tipo de conclusão.

E, nesse caso, pré julgamos erradamente, baseados em aparências totalmente falsas, com pistas que, em alguns casos, podem ter sido “plantadas,” exatamente para agirem no sentido de causar uma impressão de poder.

E, de outro lado, podemos fazer um pré julgamento de alguém que pareça ser e agir com tudo de bom, e ao conhecermos melhor, chegaremos a um resultado completamente diferente do que aparentava anteriormente.

Ou, ao contrário, algo que nos dá a impressão de não nos satisfazer, pode se revelar completamente útil e valioso, que poderá enriquecer nossa vivência e convivência, surpreendentemente.

O que temos que nos cuidar é para não sucumbirmos à tentação de pré julgar alguém que de nós se aproxima, seja por amizade, ou mesmo porque necessite de nosso auxílio naquele momento.

Não nos deixarmos levar pelas aparências é uma forma positiva de conseguirmos ter e receber atitudes sérias e justas naquilo pelo qual lutamos para alcançar.

O pré julgamento pode nos levar a consequências desastrosas, pois nos provoca atitudes completamente diferentes daquelas que tomaríamos se colocássemos nosso raciocínio a funcionar sem posições tendenciosas.

Devemos sempre analisar situações e acontecimentos antes de iniciarmos um julgamento precipitado a respeito de qualquer modalidade de atitudes que tenhamos tomado, pois podemos pensar e agir de forma a prejudicar alguém inocente.

Temos, portanto, que nos cuidarmos para que nosso pré julgamento não nos faça cometer injustiças, das quais possamos nos arrepender depois.

E, como consequência perdermos amizades preciosas, que poderiam fazer parte de nossa vida, nos proporcionando momentos de sabedoria e companheirismo.

Abraços e bom domingo, sem prejulgar 🙂

Amanda

Reivindicar

Reivindicar é o que consideramos justo quando achamos que temos o direito a algo que não nos foi concedido e que seria de nosso merecimento.

Mas eu sempre procurei ter precaução no sentido de não viver reclamando de tudo, o que aconteceu, o que não aconteceu, porque fomos, porque não fomos, etc.

Reparem que nossa tendência pode ser essa, a não ser que aceitemos aquilo que não temos a capacidade ou o propósito de modificar, ou que não se coadunaria com nossa vontade ou finalidade.

E, se por acaso não o fizemos, seria um dos casos onde não caberia determinada reivindicação, pois cairia em campo completamente sem condições de modificações.

Claro que numa compra de algo em que não tenhamos sido atendidos como desejávamos, caberia, com toda razão, uma reclamação, pois geralmente pagamos por algo em que teríamos o direito já instituído, até mesmo por lei, de receber algo que não tenha vindo de acordo com nossa compra ou encomenda.

Evidentemente, no caso, se cabe uma reclamação que podemos até levar ao órgão competente, como o da defesa do consumidor, que poderá nos ajudar a solucionar um problema, muitas vezes evitando um acidente ou um mal maior.

Mas reivindicar é algo relativo, pois, se temos razão, tudo se torna lógico e compreensível até para a parte que recebeu a reclamação.

Como tudo neste nosso mundo existem dois lados, dois ângulos, duas maneiras de se resolver, em nossa vida também poderemos passar a examinar sempre os dois lados de uma questão, pois dependendo de determinada situação, tudo muda completamente quando julgamos detalhadamente.

É interessante também que consigamos julgar com isenção de ânimos, para não sermos injustos em reivindicações estéreis, que podem nos levar a nenhum lugar.

Assim, temos que tentarmos também ser tolerantes e estudar o assunto com dedicação, quando somos nós a receber uma reivindicação, se a fazemos em determinada ocasião, da mesma maneira que gostaríamos de ser atendidos quando somos nós a reclamar.

Sempre temos que analisar os dois ou mais lados, se queremos agir com honestidade e imparcialidade.

Devemos convir que não é tarefa fácil, mas a nossa convivência é sempre uma luta a ser vencida.

No nosso lar, sempre que algo não corra bem de acordo com o que gostaríamos, claro que temos que nos comunicar com a pessoa responsável e falarmos de como gostaríamos que tudo fosse executado. Uma reivindicação saudável para o bom convívio.

Mas importante, seja na vida pessoal, social ou profissional, é que tudo pode e deve ser dito e feito com educação e gentileza, pois com certeza alcançaremos melhores resultados, sem nos esquecermos de que todos gostam de receber o tratamento humano.

Vamos, sempre, nos colocarmos no lugar de quem recebe a reclamação, e se fazemos tudo para deixarmos nossos consumidores, amigos e familiares satisfeitos nas nossas atividades e atitudes, vamos ver como deverão ser feitas nossas reivindicações.

Isso, provavelmente nos deixará mais mansos em nossa maneira de reclamar.

Abraços e bom domingo, sem reivindicações desnecessárias 🙂

Amanda

Semear e colher

Sempre ouvimos que se queremos colher, é preciso não só semear muito, mas também espalhar a semente num bom campo.

Assim escutamos de nossas mães, que mais tempo estavam sempre em nossa companhia, e participavam mais de nossa educação, nos passando, em tempo quase integral, princípios que ficaram arraigados em nossa personalidade.

Devemos, mesmo, ter muito cuidado com o que semeamos, nos princípios que transmitimos aos nossos filhos e dependentes, pois o que ouvimos, mesmo que pareçamos não estar prestando muita atenção, principalmente em nossa infância e juventude, fica em nossa memória.

Tudo o que dizemos corresponde a um ensinamento, por isso temos que nos cuidar para resguardar a nossa responsabilidade. Se temos jovens ainda inexperientes nos ouvindo, tomemos ainda mais cuidado, pois terão a tendência de seguir aquilo que estamos passando, e ou ensinando.

E, como dissemos, temos até mesmo a obrigação e o cuidado para tentarmos passar os ensinamentos num bom campo, isto é, num campo ainda não minado por idéias que não correspondam ao que esperamos, em matéria de sabedoria ou de experiências adquiridas.

Questão de desejarmos dar um exemplo de boa vontade, de vida bem vivida, de carinho ao próximo.

E devemos também prestarmos atenção para disseminarmos idéias saudáveis em campos propícios a aprender, pois se forçamos para um aprendizado, isso poderá reverter numa espécie de má vontade, tanto em aprender, como em transmitir esses próprios ensinamentos.

Por isso, o campo escolhido deve ser predisposto, e isso só saberemos se prestarmos muita atenção se há receptividade em nosso propósito de ensinar, ou melhor, de transmitir o que achamos de utilidade e proveito a quem nos dirigimos, sejam nossos filhos, amigos ou alunos.

Sabemos que a colheita dependerá sempre da qualidade da semente e dos cuidados que a ela dispensamos, como a terra onde foi semeada, e a perseverança com que tratamos tudo o que programamos.

Uma geração tem mesmo a obrigação moral de transmitir e falar de seus feitos a outra para uma boa colheita, e se uma geração ou uma família não age assim, as consequências poderão ser mesmo desastrosas.

Devemos sempre fazer um exame minucioso de nossa consciência sobre o que semeamos, se agimos corretamente nesse sentido com nossos descendentes, e nos lembrarmos de que a semente sempre reproduz seus próprios frutos.

Se amor, amor, se paciência, paciência, e assim vai …

O que podemos semear? Isso deve ser sempre uma pergunta a ser feita, à qual não podemos e não devemos nos esquivar.

E pensarmos sempre nas próximas gerações, pois o que semeamos pode nos trazer as consequências para as quais não estejamos preparados.

E para criticarmos devemos ter a moral de termos agido de maneira correta, para não sermos cobrados e, muitas vezes, com razão.

Vamos, portanto, tentar fazer o melhor de nossa semeadura, pois em relação aos nossos filhos, por exemplo, dizemos que eles são como uma tela em branco.

Nós fazemos a pintura.

Abraços e bom domingo 🙂

Amanda

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Realizações 

Tudo o que nossa mente é capaz de idealizar, nosso corpo, em geral, é capaz de realizar.

Esse é um conceito que sempre ouvimos dos sábios, pessoas que viveram mais do que nós e que trazem sua experiência e sabedoria a nosso favor.

E, se nos passam suas experiências, é porque já as viveram, já se decepcionaram, e depois de uma luta, muitas vezes, viram realizados seus sonhos e suas esperanças, com resultados que desejavam e que chegaram num momento ideal para compensar sua luta.

Quando sonhamos com algum projeto, normalmente é porque temos a capacidade de realizá-lo, portanto nessa ocasião, temos que partir no sentido de alcançar a realização do mesmo.

Claro que não é algo fácil de ser alcançado, senão alguém já teria feito, mas nossa força de vontade facilitará nossa tarefa.

Realizar é ver pronto, na prática, algo com que sonhamos, estudamos, tentamos, e que depois de muito termos tentado, conseguiremos chegar a uma conclusão que satisfaça nossa vaidade e nosso intuito inicial.

Como chegar a um resultado esperado, eis a questão.

Dependemos, claro, de muitos fatores independentes de nossa vontade, como o tempo que se gasta para tudo a que nos propomos, o clima, o transito, a boa vontade de quem apelamos tecnicamente, enfim, de tudo o que nos rodeia e que poderá influenciar em nossa realização.

Mesmo porque planejar e sonhar é algo completamente diferente do realizar.

Temos que aprender a sonhar com nossas realizações de forma a chegarmos na parte prática, e isso aprendemos ouvindo nosso raciocínio, que deve nos comandar desde o início de algum projeto que nossa mente criou.

A realidade nos chega de repente, tentando, muitas vezes, acabar ou arrefecer nossos sonhos de realização, e com nossa inteligência e vontade de vencer tal resistência, vamos em frente em nossa luta pelo feito ao qual nos havíamos proposto.

E, todas as vezes que conseguirmos realizar algo de acordo com nossa vontade, nos sentimos vitoriosos, com a plena certeza de que nossa vontade é algo imperioso, e devemos sempre nos sentir incentivados para alcançarmos a vitória desejada no início de algum projeto que nossa mente imaginou.

Não nos deixemos influenciar por pessoas que nunca nos incentivam, ao contrário, se as colocamos ao par de algum projeto que nos ocorreu, ouvimos palavras de desânimo e de pessimismo.

Importante é nos armarmos sempre de argumentos conosco mesmos, estudarmos bem cada assunto ao qual nos propusemos, procurarmos retirar todas as dúvidas que possam surgir, e depois de analisadas, colocarmos em prática aquilo que projetamos.

Tentemos, sempre, portanto, fazer com que nossos sonhos e projetos se tornem realizações que nos tornem felizes !

Abraços e bom domingo 🙂

Amanda

 

Reclamar é um vicio

Realmente, de vez em quando, ficamos conhecendo pessoas, para quem a reclamação constante se torna um vício invencível.

E inevitável para alguns.

Todo o tempo, independentemente das circunstâncias ou dos locais, esse tipo de pessoa sempre encontrará motivos, pois são criados por elas mesmas, para reclamar de algo, pode ser do tempo, da espera, de seu cansaço, do atraso ou não do que estaria por chegar.

E assim, as reclamações vão se acumulando e se repetindo.

Reclamam de tudo, porque está frio, porque está calor, porque está demorando, ou porque está rápido, tudo serve para que se realize seu desejo de reclamar, faz parte de seu dia a dia, de sua personalidade, de sua maneira de agir.

Essas pessoas não vêem nunca o lado positivo das coisas, dos acontecimentos, o lado bom que a vida lhes proporcione, mas somente eventos que lhes desagradem, pois isso satisfaz seu desejo de reclamação.

Se realizam quando algo em sua casa não funciona, e nesse caso elas deverão reclamar; reclamam sem razão do serviço de um funcionário que lhes serve, seja uma funcionária da casa, ou alguém que virá fazer algum trabalho extraordinário.

Se torna mesmo um vício de atitude, uma mania que não se consegue dominar.

Em casa, por exemplo, se nos dermos ao trabalho de treinarmos com carinho e eficiência a quem nos ajuda, as falhas se tornarão menos frequentes e, com isso, as reclamações se tornarão cada vez menos necessárias.

Dizem que o pessimista queixa-se do vento, o otimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas.

Porque queixar-se sem a tomada de alguma atitude, fica sem nada mudar, e o queixoso sempre encontrará o motivo que para ele é importante.

Se está calor, porque é calor, se frio, porque é frio, e nada faz para ajustar a temperatura ao seu conforto pessoal.

Claro que temos e devemos usar nosso direito de reclamar ao serviço público que não nos atenda, a um fornecedor que não nos dá o prometido, mas tudo isso pode e deverá ser feito sem a característica de irritação e de grito ou palavras que ofendam.

Pois isso só levará a uma revolta, e quem sabe até ao não atendimento que poderia chegar se reclamamos com justiça e atenção, sem a gritaria e mau humor que costumam acompanhar uma ocasião de queixa.

Reivindicar é um direito que temos como seres humanos e cumpridores de nossos deveres, só que podemos e devemos fazê-lo, sempre que possível, com educação, pois dessa forma, teremos mais chances de conseguirmos melhores resultados.

De outro lado, saber receber uma reclamação justa, dentro do que fornecemos, é um sinal de maturidade, e nesse caso, é importante demonstrarmos boa vontade no sentido de o cliente sentir que poderemos tomar providências para corrigir ou melhorar a atividade e serviço que lhe prestamos.

Uma empresa, por exemplo, tem o dever de receber e estudar as reclamações de seus clientes, pois vivem do trabalho que lhes prestam.

Portanto, saibamos fazer e receber as reclamações justas dentro de nossas atividades. Só que devemos fazê-lo com gentileza, em primeiro lugar.

Educação é tudo!

Abraços e bom domingo, sem reclamações desnecessárias 🙂

Amanda