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Arrogância

Realmente, tem algo que pode nos incomodar tanto, quanto nos depararmos com alguém arrogante?

Acho que não, pois a arrogância é algo que fica patente, quando lidamos com a prepotência de quem acha que tudo sabe e tudo domina, seja em que ambiente for, e com quem estiver.

Bem desagradável pode se tornar um contato, e ainda mais um diálogo com esse tipo de pessoa, que nos deixa sempre tensos e apreensivos quanto a alguma reação de desaprovação, demonstrando um orgulho inadequado a esse tipo de situação.

O arrogante exibe sempre uma altivez, um orgulho inadequado, se achando dono da verdade, não acatando nenhuma opinião, mesmo sabendo, em seu íntimo, que o seu interlocutor teria razão, e em algumas ocasiões, tem interesse real pelo que se passa com ele.

E esse tipo de pessoa pode afastar algum futuro amigo, pela sua falta de humildade, seu desinteresse pelas pessoas, em geral, pois, geralmente ele se acha o “sabetudo”, que não precisa da opinião de ninguém que o rodeia.

O que dificulta todo o seu relacionamento com os circunstantes.

A arrogância consegue superar muitos outros tipo de comportamento, pois ela suprime toda a humildade que necessitamos para que possamos aprender algo com nossos circunstantes e trocarmos idéias no sentido de que nos tragam mais conhecimento.

E, muitas vezes, nos ajudam a resolver questões que nem suspeitávamos tivessem soluções tão simples, como as apresentadas por pessoas de nossa relação e mesmo sem que tivessem uma especialização no assunto em questão.

Essas surpresas que a vida nos prepara…

A verdade é que, ao agirmos com simplicidade, modéstia e compreensão com nossos semelhantes e usando a humildade, conseguimos resolver problemas que nem supúnhamos ter uma solução tão óbvia e adequada.

Sem nunca nos colocarmos como donos da verdade, pois temos que nos lembrar de que aquilo que tem um significado para um provavelmente não terá o mesmo valor para outro.

Mas, convenhamos que o arrogante desconhece esse tipo de valorização, só vale sua opinião e sua maneira de interpretar uma situação, nem que depois não encontre a solução para a saída.

Ele fala sua verdade como se fosse a única e verdadeira para qualquer tipo de ocasião, tem sempre uma opinião formada, sem raciocínio, ou porque leu em alguma parte, ou porque achou bonitinho, sem pensar muito que cada caso e cada personagem é um diferente do outro.

O arrogante tem sempre uma opinião a dar, independente de estar falando algo que não se adapta naquela ocasião, mas tem que falar, para dar a entender que seu ponto de vista é algo a ser considerado.

Ele não tem a mínima humildade e se sente superior aos outros.

É o presunçoso, dono da verdade, e o pior, em qualquer assunto que seja abordado, não aceita opinião de ninguém, pois a dele é sempre absoluta.

Humildade é coisa desconhecida para o arrogante.

Infelizmente!

Cuidemos constantemente para não termos atitudes arrogantes, nunca!

Abraços e bom domingo, sem arrogância 🙂

Amanda

Motivo de orgulho

Sempre ouvimos que deveríamos ser motivo de orgulho para nossos pais, amigos e pessoas que participam de nossa vida afetiva, e naturalmente isso sempre depende de nosso desempenho.

Nosso comportamento deveria ser o que aprendemos para que possamos ter um resultado compatível com o grupo ao qual pertencemos e no qual atuamos, tanto social quanto profissionalmente.

Claro que todos nós temos nossa personalidade, gostos, maneira de pensar, mas sempre deveríamos agir dentro de um critério que nos inclua numa determinada área da sociedade à qual pertencemos, e a família está incluída.

Nosso comportamento nos abre ou nos fecha determinadas portas, pois queiramos ou não, estamos sempre sujeitos a aprovação, por mais discreta que se apresente.

Sem apelarmos para uma atitude hipócrita e ainda mantendo nossa autenticidade, estaremos sem nos apercebermos, sujeitos a julgamento externo, e se pertencemos a determinado grupo de pessoas, nosso comportamento, por mais “autênticos” que nos consideremos, sempre nos coloca numa maneira de agir condizente ao ambiente.

Esse tipo de comportamento é muito gratificante, pois, se formos humildes, aprendemos cada vez mais, o que pode ser muito importante em nossa vida, tanto pessoal, quanto profissional.

E assim, estaremos progredindo sempre, pois teremos a oportunidade de conhecer pessoas com as quais aprendemos e que podem nos auxiliar no sentido profissional, em nossa carreira, em ter orgulho de nos apresentar a alguém com quem podemos colaborar, e continuar aprendendo durante a vida.

Mas claro, isso, se formos humildes o suficiente para reconhecermos a possibilidade de que nossa intervenção em algum tipo de assunto não é o ideal, e que podemos aprender com alguém, afim de transmitirmos a outros a experiência adquirida.

Esse tipo de atitude é sempre motivo de orgulho no meio ao qual pertencemos e frequentamos, pois inspira confiabilidade.

E não podemos negar que nossos pais sempre nos criaram para que fôssemos, de alguma forma, sérios em nossas atividades, em nossos estudos, em nossa carreira, para tentarmos os resultados para os quais batalhamos durante a vida.

Lembrando que quando progredimos ou participamos de atos que nos tornam o foco de atenção, mais responsabilidade temos para com nossa família e nossos amigos.

Toda vez que somos reconhecidos, aumenta a nossa responsabilidade diante de amigos, e com quem temos relações profissionais.

E o comportamento na vida, em termos de igualdade de tratamento, sem discriminação, é o que devemos cultivar.

O que conseguimos planejar e realizar com dignidade, deverá ser um motivo de orgulho, pois dependemos do esforço pessoal e também de atividade profissional que comprovamos a cada trabalho executado e bem sucedido.

Portanto, devemos respeitar nossa reputação em todas as nossas atitudes pessoais e profissionais e nos preocupar com a responsabilidade de sermos sempre motivo de orgulho para as nossas famílias.

Sempre!

Abraços e bom domingo 🙂

Amanda

 

 

 

 

 

 

 

Desistir

Muitas vezes, nossa tendência seria desistir de algo que empreendemos, que criamos e achamos não ter dado os resultados que esperávamos, ou não termos conseguido chegar onde gostaríamos.

Então, sem fazermos todo o esforço necessário, acabamos por desistir de tentarmos novamente, até que tenhamos conseguido atingir nosso objetivo inicial.

Ou acabamos facilitando, e deixando por menos, como dizemos.

A desistência de uma luta pelo que desejamos, normalmente, significa que nos acovardamos, de certa forma, e desistimos mediante uma dificuldade que se apresente, o que é compreensível, dependendo, claro, da importância que determinada luta tenha para nós.

Significa que renunciamos a algo, e se isso teria muita importância, essa desistência pode nos trazer uma grande frustração e nos fazer infelizes, nos culpando e nos achando incapazes de uma batalha, que, com esforço poderia ser dominada.

Se nos damos por vencidos, a batalha já estará perdida, mesmo antes de nossa luta se iniciar.

Desistir se refere a uma ação ou algo já empreendido.

Pelo menos, a luta deverá ser uma constante para tentarmos alcançar o resultado com o qual sonhamos, e que seria importante para o desenvolvimento de um empreendimento.

Existe uma teoria que diz que se somos capazes de idealizar e sonhar, temos também a capacidade de realizar.

Acredito plenamente!

Mas nem sempre é assim, pois muitas vezes sonhamos com algo e chegamos à conclusão de que não tivemos a capacidade, seja por que for, de realizar, ou por falta de meios intelectuais ou materiais.

Desistir de uma idéia que tivemos a vontade de idealizar, seja na vida profissional, particular, amorosa ou familiar, nos traz uma idéia de fracasso que não nos agradará, com certeza.

Temos que lutar contra esse tipo de desgosto e não ficarmos achando que não temos a capacidade, pois todos dependemos também de fatores externos, muitas vezes, independentes de nossa vontade.

Porém, temos também que entender que desistir, muitas vezes demonstra uma clareza de nossa mente, uma análise profunda de que o que estaríamos para empreender não seria adequado para nós naquele momento e que estaria sujeito a um fracasso.

O ideal, em caso de uma possível falha em algo que empreendemos, é tentar novamente, com ânimo dobrado, e analisarmos o nível de dificuldade que tenhamos encontrado, a fim de continuarmos nossa luta pelo que estamos empreendendo naquele momento.

Se dificuldades se apresentam, seja em nossa vida particular, social ou profissional, temos que nos esforçar para iniciar nova e valente luta no sentido de vencer.

Não é fácil, sabemos, mas com honestidade de princípios e de luta, nossa tendência será pela conquista da vitória, com a qual sonhamos ao iniciarmos a batalha que estamos travando.

Coragem e boa vontade é o que devemos nos esforçar para cultivarmos sempre, e reiniciarmos nossa luta diariamente.

Bom domingo, boa luta e boa vitória sempre 🙂

Amanda

Timidez

Imagine quantas vezes perdemos uma oportunidade de nos comunicarmos e conseguirmos fazer uma amizade que pode ser duradoura e interessante, por causa de uma atitude tímida de nossa parte.

Se ficamos tímidos em ocasiões sociais, não conseguiremos participar e mesmo tentarmos conversar com alguém ao nosso lado, com quem poderíamos trocar idéias, fazer comentários a respeito do que estivermos assistindo, e com isso travar conhecimento com pessoas interessantes e que podem nos acrescentar.

Travar conhecimento é sempre interessante, pois, na maioria dos casos, aprendemos e ouvimos idéias criativas. É só prestarmos atenção aos que nos falam algo, e para isso temos que dar a chance para aproximação.

Claro que tudo tem seu limite, e temos que saber prestar atenção ao ambiente que nos cerca, e ver se nos interessa alguma comunicação com pessoas desconhecidas, mas a experiência nos dá essa discriminação natural.

O que não devemos é deixar que a timidez nos impeça de fazermos um contato que pode ser muito interessante e nos dar a chance de conhecer pessoas inteligentes e que poderão se tornar grandes amigos no futuro.

Mesmo porque, se tivermos uma atitude tímida, dificilmente alguém se chegará a nós, pois não se arriscará a receber resposta curta de início, o que dificultará a aproximação que seria o objetivo inicial.

A timidez é quase sempre interpretada como antipatia e para isso temos que tomar cuidado para não julgarmos erradamente uma pessoa tímida, confundindo–a como quem não deseja se comunicar.

Para isso, temos que tomar cuidado também com o juízo que fazemos inicialmente e tratarmos com simpatia até uma pessoa que numa reunião, por exemplo, ainda não conhecemos, e que, com educação e gentileza poderá mesmo se tornar um amigo.

Temos que respeitar a timidez dos outros, e nos aproximarmos, se tivermos que fazê-lo, com educação e discrição, para sermos bem recebidos e evitarmos o constrangimento de ambas as partes.

A timidez funciona como um mecanismo de defesa que permite a alguém poder avaliar, muitas vezes, uma situação nova através de cautela e, assim, procurar uma resposta adequada a cada situação.

Aliás, lembremo-nos de que, em algum momento de nossa vida, fomos ou seremos afetados pela timidez, que funciona como um regulador social, e automaticamente inibe os excessos condenados pela sociedade e os grupos em que vivemos.

Não deixa de ser uma espécie de inibição em situações de interação social, principalmente em ambientes novos e também em contatos iniciais, e esse acanhamento, aos poucos pode ir se acabando, dependendo, inclusive de quem formaria um grupo até então desconhecido.

Nossa boa vontade em relação a pessoas que encontramos pela primeira vez num ambiente em que podemos sentir a inibição de alguém, deverá ser de simpatia e acolhimento.

Não estamos livres da timidez em ambientes em que chegamos pela primeira vez.

Mas um sorriso, não nos esqueçamos, abre as portas para a convivência que estaremos desejando.

Abraços e um ótimo domingo, sem timidez 🙂

Amanda

Solicitude

Quando falamos em solicitude, nos referimos a uma forma de sermos solícitos, de podermos amparar alguém que de nós precisa, por doença ou por outra forma de necessidade.

Se formos solícitos quando vemos alguém necessitado, provavelmente aliviaremos o sofrimento dessa pessoa, pois trataremos de tentar amenizar o sofrimento do nosso próximo.

Qualquer tipo de amparo ou ajuda que damos a quem esteja nos necessitando será de grande valia, e muitas vezes uma simples palavra de apoio, um sorriso, um aperto de mão, mostrando solidariedade já servirá para aliviar a angústia que esteja colaborando para o sofrimento de alguém.

Quando estamos com a saúde um pouco prejudicada, é algo fantástico o que um gesto de carinho, ou um simples copo de água, pode nos trazer de conforto e aliviar nossa angústia e nossa expectativa de cura.

Muitas vezes, simples palavras de conforto podem ajudar até mais do que uma assistência financeira.

Se somos solícitos, a pessoa que se sente objeto de nossa atenção, provavelmente se sentirá menos ansiosa, vendo que poderá contar com nossa ajuda mediante alguma situação de angústia, pois nem sempre quem nos necessita precisa de ajuda material, e sim de uma palavra que possa diminuir seu sofrimento.

O que pode, em algum momento, mudar toda uma vida.

Devemos e podemos estar disponíveis em diversas ocasiões em que nos necessitam, e muitas vezes nem somos solicitados, e ai depende de nossa boa vontade e nosso apoio pode mesmo aliviar quem de nós esteja necessitando, mesmo que não esteja explícito esse pedido de auxílio e de companhia.

Tudo depende de nossa sensibilidade.

Sermos solícitos é nos colocarmos no lugar da pessoa que sentimos estar necessitada de nosso apoio, e às vezes, simplesmente de uma palavra amiga, uma opinião em alguma ocasião de difícil resolução, o que poderá mesmo salvar uma situação.

É só nos imaginarmos numa ocasião em que daríamos tudo para que alguém pudesse se chegar a nós numa situação de difícil resolução, e nos confortar, mesmo que não tivesse a solução imediata para o problema que nos aflige.

Pelo menos a demonstração do desejo de ajudar já nos conforta, pois nos sentimos importantes para quem demonstre interesse pelos problemas que temos naquele momento.

E não nos esqueçamos, ser solícito não custa nada e denota o quanto podemos ajudar, apenas com palavras amigas e gestos de carinho.

Abraços e bom domingo, cheio de solicitude 🙂

Amanda