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Superstição

Superstição é algo muito especial e particular de cada um de nós, pois quem acredita segue fielmente o que deve ou não deve fazer, com receio de consequências que podem advir.

Tem várias:

Não abrir guarda chuva dentro de casa, morte em família.
Bolsa no chão, nem pensar pois o dinheiro vai embora.
Não passar em baixo de alguma escada.
Sapato virado com a sola para cima, também nem pensar.
Faca no chão se cair, vai ter briga, portanto precisa fazer o sinal da cruz três vezes no local ao apanhá-la.

E assim, sucessivamente, tem diversas crenças que até respeito, mas não acredito.

Não abro guarda chuva dentro de casa, pois não chove dentro de casa.
A bolsa não ponho no chão , para não estragá-la.
Em baixo de escada, não passo, pois tenho receio que ela caia sobre mim, e me machuque.
O sapato, tenho sempre o cuidado de deixá-lo na posição correta.
E a faca, tomo cuidado somente para ela não cair no meu pé e me cortar.

Estamos falando na base da brincadeira, mas seriamente não acredito mesmo em nenhuma superstição, pois creio que todos os fatos não estariam me acontecendo se eu não tomasse cuidado ou não fosse protegida quanto às consequências que um ato insensato fosse cometido.

As superstições são uma espécie de crendice popular que não possuem explicação científica, são criadas pelo povo e passam de geração a geração, que muitas vezes se acredita por medo.

Até mesmo considerada uma superstição religiosa, o fato de se abrir uma página da Bíblia por acaso e acreditar que está ali a resposta para sua aflição ou para seu problema  naquele momento.

Não devemos confundir crença com crendice, são palavras parecidas, mas completamente distantes.

É a ação de acreditar na possibilidade de alguma coisa, ela é sempre maior do que o conhecimento, embora um determinado conhecimento  pode se tornar uma crença com o passar do tempo.

É algo que pode mesmo atrapalhar a vida de uma pessoa, que às vezes deixa de fazer determinadas coisas num dia de sexta feira, 13, por exemplo.

Isso sem nenhuma explicação plausível ou científica até hoje, que preveja que este dia daria azar.  Eu mesma já consegui muitas coisas positivas nesse tipo de dia, normalmente, sem nem ter me lembrado antes que dia seria.

Acreditarmos em algo sem explicação, por medo, é superstição, e isso, a meu ver, pode criar o desânimo de tentarmos algo, tanto na vida pessoal, quanto na profissional, e com isso, deixarmos de realizar, o que poderia fazer tanto bem em nossa vida.

Abraços e bom domingo, preferivelmente sem superstições.

Sem passar em baixo de alguma escada, sem cruzar com gato preto, e numa sexta feira, 13, então, nem pensar 🙂

Amanda

Potencial

De vez em quando, ouvimos pessoas comentarem sobre a capacidade de alguém, “fulano tem potencial”, isto é, pode fazer algo ao qual se refere naquele momento.

E quando se refere a esse tipo de possível realização, sempre se acredita que tal pessoa, ou grupo de pessoas, possui a capacidade de realizar algo, mas isso não quer dizer que faria, pois tudo nesta vida depende de nossa luta, da dedicação que nos impomos.

É a capacidade de desenvolvimento que muitas vezes falta, uma vez que já houve a capacidade de planejar e tentar a realização de algo a que se dispôs primeiro em pensamento.

Mas não quer dizer que aquilo que foi planejado possa ser executado, pois na prática tudo se torna mais difícil quando quase sempre dependemos de terceiros e de circunstâncias externas que podem dificultar a realização, mas ai vem a luta para a realização daquilo que tenha sido planejado anteriormente.

Um bom líder deve detectar o potencial de seus subordinados, pois ele terá a chance de desenvolvê-los, trazendo assim mais sucesso para sua empresa, de maneira geral.

Essa é uma das habilidades de um líder.

E para que isso venha a acontecer, o principal é o chefe ter um grande espírito de julgamento imparcial e assim conseguir julgar sem nenhuma tendência, o que o fará escolher o melhor colaborador para determinada atividade.

Nem sempre demonstramos o que podemos fazer, seja por humildade ou até mesmo por timidez, então para termos sucesso na seleção, temos que ser imparciais e ver através das aparências.

Muitas vezes apostei no que não se via, mas sim na análise através de pequenos detalhes, tanto práticos, quanto os que não apareciam tanto.  É imprescindível prestarmos atenção em detalhes que talvez o próprio candidato não saberia que estava demonstrando.

Ai está o potencial e nossa capacidade de enxerga-lo.

Devemos sempre tentar analisar e descobrir nosso potencial e de quem nos rodeia e colabora conosco, e assim ver sua capacidade de desenvolvimento, afim de conseguir uma posição que estaria tentando ocupar.

E repito, para isso, muito importante manter a capacidade de isenção, para que não sejamos tendentes a proteger alguém que não teria condições de atingir os resultados que se esperaria dessa pessoa.

Abraços e bom domingo, valorizando sempre o potencial de quem nos rodeia, seja pessoal ou profissionalmente 🙂

Amanda

Acreditar

Essa é uma palavra muito delicada, pois depende da confiança inspirada em nós por quem nos rodeia, ou mesmo por quem acabamos de conhecer e de quem nos tornamos amigos.

Tem pessoas que nos inspiram imediatamente a confiança pelo que falam, pelas idéias que nos são expostas.  Já tem outras que, por mais que tentem provar que aquilo que nos dizem é verdadeiro, muitas vezes, não conseguem, não acreditamos.

Pode ser até mesmo que seja porque já tenhamos tido alguma prova de que essas não falam aquilo que seja verdade, ou porque as conheçamos pouco, algo sem muita explicação lógica.

Na verdade, nada deveríamos ter que provar, mas depende com quem estamos lidando no momento em que afirmamos algo, seja do ponto de vista social, ou profissional.  Isso acontece quando já conhecemos muito bem as pessoas em questão, e elas já estariam acostumadas conosco, pois a confiança vem com o passar do tempo e as provas que vamos dando durante nossa convivência.

Por isso, tudo o que afirmamos ou ideias que colocamos na mesa, deverá ter fundamento e termos a certeza de que aquilo que estamos afirmando nos dá a confiança que inspiramos em nossos interlocutores.

A crença, seja religiosa ou social, é algo que temos ou não, e cultivá-la se torna importante, na medida que ela nos traz a confiança naquilo que é parte de nossa vida, quase sempre.

A confiança é algo que conquistamos com a convivência, seja dos pais para os filhos, entre amigos, de forma geral é um sentimento que a convivência faz aumentar… ou diminuir, de acordo com as provas que vamos dando entre nós de que falamos a verdade, e agimos sempre com a honestidade que aprendemos.

Falar a verdade, algo que sempre foi imposto em nossa casa, mesmo que isso traga consequências inevitáveis, as crianças aprendem que apesar de terem a possibilidade de levar alguma punição, devem arcar com seus atos, falando sempre aquilo que representa a veracidade de algo que estão defendendo naquele momento.

E com isso aprendem também que o que disserem será levado em conta, para que possamos defendê-las em qualquer situação.

Tem pessoas que inspiram nossa confiança, seja em que situação for, e isso possivelmente tenha sido conquistado com as atitudes que desenvolvem durante a convivência que com elas desfrutamos.

Se tivermos que provar cada vez que falamos ou defendemos alguma idéia, e não formos dignos de crédito, já teremos a certeza de que a pessoa em questão não poderá ser considerada tão amiga quanto imaginávamos.

Como é bom e saudável podermos acreditar em quem convivemos, sejam os cônjuges, os amigos, ou até mesmo conhecidos cuja convivência nem seja tão assídua, mas que nos dá a tranquilidade absoluta.

Abraços e bom domingo, e muita crença, sempre 🙂

Amanda

Orientação

Todos nós dependemos, de certa  forma, de nos orientarmos, seja por nós mesmos, seja por outras pessoas, ou outras especialidades, das quais nos servimos e cuja direção nos fará o bem necessário à nossa vida, social ou profissional.

E para seguirmos uma certa direção seja em que assunto for, precisamos do raciocínio direto, pois a emoção não deve ter influência em muitas ocasiões, para evitarmos o erro decorrente da pressa em resolvermos determinadas situações.

Como dizemos sempre, a pressa é inimiga da perfeição.

Assim, devemos nos orientar de acordo com nossa capacidade e também de nossa experiência de vida que nos traz o receio de errarmos e, muitas vezes, não termos a oportunidade de consertarmos aquilo que foi feito inicialmente.

Procurar orientação é um sinal de responsabilidade e de humildade, com a consciência de que não somos infalíveis para buscarmos as soluções ideais, seja com outras pessoas mais experientes, estudos ou como for.

É um sinal de humildade constatarmos que naquele momento estaríamos incapazes de solucionar ou tentarmos resolver algo para o qual não estaríamos preparados sem o auxilio de alguém.

Isso não é sinal de incapacidade, mas, muitas vezes, maturidade de entendermos que não temos sempre as condições necessárias para que possamos resolver o que se apresenta em determinada situação.

E reconhecer isso é mesmo um sinal de inteligência emocional e social, saber do que somos ou não capazes de resolvermos sem ou com ajuda, seja de amigos ou de profissionais da área que estamos atingindo.

Recebi muita orientação válida de meus pais.

Uma delas do meu pai, Alberto Montalvão, que era um grande pensador e escritor:

“É consolador caminhar pela vida sabendo que, mesmo nas tempestades mais violentas, nas provas mais cruéis, no fundo dos cárceres e nos abismos insondáveis das maiores adversidades, uma força grandiosa paira sobre nós, regendo os nossos atos e nos envolvendo num manto de proteção”.

Me inspiro muito nessas sábias palavras, tentando sempre seguir essa parte de orientação para minorar os sofrimentos que a vida às vezes nos traz.

Temos muito em que nos orientarmos com nossos pais, amigos queridos que já passaram por experiências vividas e das quais não puderam se liberar e até mesmo tendo aprendido com essa vivência, isso se souberam retirar delas algo que lhes servissem de lição e de aprendizado.

Mas para isso, como sempre digo, temos que ser humildes, pois para aprender temos que admitir que não sabemos o que pensamos que sabemos.

E procurar orientação de quem já tenha vivido é um grande sinal de maturidade e de humildade, não nos esqueçamos disso.

Abraços e bom domingo bem orientados 🙂

Amanda

Segunda opção

Todas as vezes que temos algo a decidir, devemos fazer todo um raciocínio no sentido de melhor conseguirmos resolver o problema em questão.

Digamos que fácil não é, pois temos sempre que considerar todos os detalhes referentes, pelo menos, aos dois lados que discutem a situação.

Lembrando que, muitas vezes, pode nos vir o receio de cometermos injustiças, sem retorno, criando problemas, também sem retorno.

Dai, o nosso cuidado, no sentido de evitarmos prejudicar quem não merece o desenrolar de alguma forma que não se esperava, e que muitas vezes não se consegue reverter.

Praticamente, toda questão dispõe de mais de uma opção, e para encontrarmos um resultado satisfatório, devemos raciocinar com muito cuidado, afim de não cometermos injustiças a nenhum dos lados que estejam decidindo algo importante, e do que depende resultado que pode envolver até mesmo uma mudança de vida.

Temos também que considerar o que poderia  estar, de alguma maneira, em segundo plano, e nesse caso, devemos considerar uma segunda ou terceira opção, e para isso temos que ponderar todas as consequências que poderão advir de atitudes que estejamos tomando no sentido de resolvermos um assunto.

Geralmente, conseguimos encontrar uma solução adequada sem o prejuízo para nenhuma das partes que estariam em busca de opção ideal para a resolução de algum problema naquele momento.

Mesmo porque, aquilo que de alguma forma nos incomoda em determinada época de nossa vida, talvez em outro momento não seria tão importante, tudo dependendo do nosso ponto de vista que pode mudar, muitas vezes, de acordo com as circunstâncias do momento.

Mas, se tentarmos considerar sempre todos os lados de uma questão, com o raciocínio, e com a emoção em baixa, teremos mais chances de conseguirmos chegar a um resultado que nos satisfaça e, assim, mudarmos algo que estivesse nos incomodando.

Dificilmente não encontraremos uma segunda opção para algum problema que tenha surgido em nossa vida, seja pessoal ou profissional.

Claro que, em se tratando de escolha profissional, temos que escolher, muitas vezes, em mais de uma profissão, e nesse caso, devemos estudar muito bem, o que nos seja mais conveniente, aquilo que mais se adapta à nossa maneira de viver, no nosso dia a dia.

Em todos os sentidos de nossa  vida passamos sempre  por momentos onde temos que colocar em questão nossa capacidade de escolha, seja na nossa vida pessoal, profissional, financeira.

Por isso, o raciocínio deverá sempre estar frio, com uma análise bem dirigida  aos nossos interesses

Importante, portanto, é estarmos sempre com o raciocínio em ordem para tentarmos errar o menos possível em nossas escolhas.

Abraços e bom domingo, com capacidade para optar sempre pelo melhor! De olho nas opções 🙂

Amanda