Orientação

Todos nós dependemos, de certa  forma, de nos orientarmos, seja por nós mesmos, seja por outras pessoas, ou outras especialidades, das quais nos servimos e cuja direção nos fará o bem necessário à nossa vida, social ou profissional.

E para seguirmos uma certa direção seja em que assunto for, precisamos do raciocínio direto, pois a emoção não deve ter influência em muitas ocasiões, para evitarmos o erro decorrente da pressa em resolvermos determinadas situações.

Como dizemos sempre, a pressa é inimiga da perfeição.

Assim, devemos nos orientar de acordo com nossa capacidade e também de nossa experiência de vida que nos traz o receio de errarmos e, muitas vezes, não termos a oportunidade de consertarmos aquilo que foi feito inicialmente.

Procurar orientação é um sinal de responsabilidade e de humildade, com a consciência de que não somos infalíveis para buscarmos as soluções ideais, seja com outras pessoas mais experientes, estudos ou como for.

É um sinal de humildade constatarmos que naquele momento estaríamos incapazes de solucionar ou tentarmos resolver algo para o qual não estaríamos preparados sem o auxilio de alguém.

Isso não é sinal de incapacidade, mas, muitas vezes, maturidade de entendermos que não temos sempre as condições necessárias para que possamos resolver o que se apresenta em determinada situação.

E reconhecer isso é mesmo um sinal de inteligência emocional e social, saber do que somos ou não capazes de resolvermos sem ou com ajuda, seja de amigos ou de profissionais da área que estamos atingindo.

Recebi muita orientação válida de meus pais.

Uma delas do meu pai, Alberto Montalvão, que era um grande pensador e escritor:

“É consolador caminhar pela vida sabendo que, mesmo nas tempestades mais violentas, nas provas mais cruéis, no fundo dos cárceres e nos abismos insondáveis das maiores adversidades, uma força grandiosa paira sobre nós, regendo os nossos atos e nos envolvendo num manto de proteção”.

Me inspiro muito nessas sábias palavras, tentando sempre seguir essa parte de orientação para minorar os sofrimentos que a vida às vezes nos traz.

Temos muito em que nos orientarmos com nossos pais, amigos queridos que já passaram por experiências vividas e das quais não puderam se liberar e até mesmo tendo aprendido com essa vivência, isso se souberam retirar delas algo que lhes servissem de lição e de aprendizado.

Mas para isso, como sempre digo, temos que ser humildes, pois para aprender temos que admitir que não sabemos o que pensamos que sabemos.

E procurar orientação de quem já tenha vivido é um grande sinal de maturidade e de humildade, não nos esqueçamos disso.

Abraços e bom domingo bem orientados 🙂

Amanda

Publicado em outubro 28, 2018, em Inteligência Social e marcado como , , , , . Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

  1. Muito bom, parabéns, querida!

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