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Iniciativas
Publicado por amandadelboni
Temos algumas maneiras de realizar nossos projetos e desejos e tentarmos executar aquilo que antes só existia na nossa mente.
Lutar com garra e honestidade para atingirmos o que esperamos sempre é a maneira mais sensata e que garante, normalmente, melhores resultados, seja qual for a empreitada almejada.
A primeira iniciativa é o cálculo de risco que se corre ao tentar iniciar ou mudar alguns procedimentos com os quais já estamos habituados a lidar.
Isso é válido quando dependemos de nós mesmos e também de outras pessoas que envolvemos num projeto.
Difícil mesmo é fazer com que se interessem. É uma tarefa, pois os resultados que planejamos nem sempre são expostos de maneira clara e incisiva para atingirmos o que nossa cabeça imaginou.
Portanto, a exposição das idéias para conseguirmos descrever claramente aquilo que imaginamos é importantíssimo para despertar o interesse dos nossos possíveis colaboradores.
Sabemos, desde a escola primária, que um problema bem exposto, é quase um problema resolvido.
Outro dia, ouvi pela manhã no rádio uma notícia que me deixou emocionada e que mantém minha fé na humanidade.
Num local da capital paulista, moradores se juntam diariamente e fazem a limpeza e manutenção de uma praça pública de seu bairro, pois a obrigação oficial de mantê-la (paga-se impostos) não é cumprida no momento.
Eles limpam, felizes por conseguirem resultados, e sem se queixarem do trabalho, vão desenvolvendo até mesmo a parte estética, como plantar folhagens e flores de acordo com seu conhecimento da matéria.
Com essa iniciativa, que, de maneira alguma seria de sua obrigação, eles conseguem uma visão muito bonita e agradável e têm recebido elogios por parte de sua comunidade.
Essa atitude, sob muitos aspectos, é altamente elogiável.
O poder de iniciativa diferencia as pessoas, umas das outras, lembrando sempre que a criatividade não tem limites.
Nossa mente deverá permanecer aberta para acolher e materializar idéias novas, e com isso melhorarmos a tecitura social à nossa volta.
Sem esssa disposição mental e a humildade de ouvirmos novas opiniões, não haverá inciativa em prol da qual possamos desenvolver o progresso de algum projeto, por melhor que ele tenha sido exposto.
Vemos pessoas que se recusam a admitir novos conceitos, novos posicionamentos, mesmo antes de examiná-los, e mediante esse comportamento, quem perde é a sociedade.
Sem iniciativa própria ou sem seguirmos opiniões abalizadas, nada nos porporcionorá resultados que possam, de uma ou outra forma, beneficiar o meio ambiente, e consequentemente, a nós mesmos.
O desprezo a essa postura avilta uma das maiores conquistas da natureza, que é a cerebração do “homo sapiens”.
Como disse um grande clínico brasileiro, “as idéías novas devem ser seduzidas e não estupradas”.
Vamos, portanto, respeitar novas idéias, e tentar incentivá-las, louvando sempre novas e possíveis iniciativas.
Abraços e bom domingo 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
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Diferenças
Publicado por amandadelboni
Muito complicado o assunto, mas para mim, especialmente, as diferenças têm sido motivo de tentar progredir, de aprofundamento em assuntos que não conheço inteiramente, conhecimento com pessoas diferentes de mim em todos os aspectos e o aprendizado que isso me traz.
Infelizmente existem pessoas que, ao invés de aprenderem com as diferentes maneiras de ser de seu próximo, criticam sempre, ao invés de tentarem retirar lições, tanto de aprendizado, quanto de costumes, hábitos e culturas.
Como é fantástico ouvir as pessoas e como podemos aprender sempre.
Claro que para isso temos que praticar a humildade e nos lembrarmos de que não somos absolutos e sempre podemos mudar nossa maneira de pensar, principalmente, em muitos casos, de agir, mediante o seguimento de nossa vida.
Vida que, na prática, nos traz surpresas inimagináveis.
Programamos algo, que na verdade, pode se efetuar completamente diferente do planejado, e ai, sim, temos que nos adaptar a essas diferenças alheias à nossa vontade.
Consideremos aqui as diferenças de culturas, de raças e, também, de costumes ligados às diversas etnias.
Vemos muito preconceito a esse respeito, coisa que abomino inteiramente.
Para mim, o que funciona é o caráter das pessoas e não a cor de sua pele, ou a raça à qual pertençam.
E provo isso, pois convivo extremamente bem com todos os tipos de raças e nacionalidades e nunca questionei, nem mesmo intimamente, o fato de que essas diferenças tivessem a mínima chance de interferir quem seriam ou não meus amigos e amigas.
Esse conceito de igualdade veio desde minha infância.
Meus pais educaram a mim e ao meu irmão dessa forma, dentro do conceito de igualdade entre os povos, sendo que a única distinção seria o padrão de honestidade, de dignidade perante a vida e ao próximo.
O convívio sempre foi incentivado baseado nesse princípio.
Fomos ensinados a ver a estrutura íntima das pessoas, seus padrões de moral, de civilidade, de lisura comercial e características congêneres, enfim, avaliarmos as pessoas como um todo.
Importante não nos deixarmos impressionar pela aparência, sinais de riqueza, sem o conteúdo humano, para que tenhamos sempre a chance de aprender com as próprias diferenças que possam existir.
O mesmo fato pode ter interpretações diversas, conforme as etnias onde ocorram, e um exemplo extremo seria até mesmo a aceitação da morte, que como todos sabemos, é inexorável, mas dificílimo de aceitarmos com tranquilidade na nossa cultura.
Já vemos povos que encaram de maneira completamente diversa vários fatos corriqueiros e, quando viajamos e nos defrontamos com diferentes culturas, temos duas opções: aprendemos com elas ou as criticamos pura e simplesmente.
Eu prefiro aprender!
Respeitar e aprender com as diferenças sempre é um lema que devemos adotar.
Afinal de contas, são elas o “tempero” da convivência.
Abraços, bom domingo, com agradáveis diferenças 🙂
Amanda Delboni
Publicado em Inteligência Social
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Esperança
Publicado por amandadelboni
Esperança é um sentimento que se apresenta no início de nossas vidas, ocasião em que atividades cerebrais, como a volição, ainda não existem, donde podemos chamar de atos instintivos.
Sem eles, não haveria prosseguimento da vida.
Na natureza, todo ser, já no seu nascimento, espera ter algo para se alimentar.
É a primeira e única necessidade para que a vida siga em frente e não seja interrompida.
Emocionalmente, e com o tempo, a esperança vai além do instinto de sobrevivência e se torna uma crença na probabilidade de que consigamos resultados positivos, tanto em acontecimentos como em algumas circunstâncias de nossa vida pessoal.
Realmente, como viver sem a esperança de que tudo aconteça como desejamos?
Seria muito triste, pois se lutamos para a realização de algo é porque esperamos que haja êxito nas nossas empreitadas. Mas cabe-nos, com visão ampla e sabedoria, dimensionar a possibilidade de atingirmos as metas propostas.
Podemos não ter a certeza dos acontecimentos que vão chegar, e temos sempre receio do amanhã de nossas vidas, como diz a canção, mas devemos sempre manter viva dentro de nós a esperança da realização, mas com pé no chão e espírito de luta para conseguirmos os objetivos que almejamos.
Aprendemos desde cedo, “Façamos de nossa parte, e Ele ajudará”.
Cruzar os braços e ficarmos sentados nada resolverá.
Nunca esqueci a história de uma moça que veio trabalhar na casa de minha tia quando eu ainda era pequena.
Era uma família muito simples, que chegara há pouco tempo da roça. No caminho para a cidade, ganharam sapatos, que calçaram pela primeira vez na vida pois sempre andavam descalços.
Eles puseram os sapatos nos pés, e ficaram lá, sentados. Até que alguém lhes perguntou porque não saiam dali e caminhavam.
Responderam que estavam esperando que os calçados os levassem a algum lugar.
Esperança mais do que perdida, pois isso jamais aconteceria.
Uma outra historinha que também adoro é de uma pessoa com muita fé em Deus, mas muito fanática, que saiu em um barco que se avariou em alto mar.
Passou a Guarda Costeira oferecendo para socorrê-la e ela dizia que Deus viria para salvá-la. Passaram pessoas com seus barcos e ela novamente recusou-se, à espera da intervenção divina. E, claro, acabou morrendo afogada.
Chegando no Céu, questionou porque Deus não lhe teria acudido.
E Ele lhe respondeu: Eu lhe mandei a Guarda Costeira, mandei homens com seus barcos, helicópteros e você se recusou a ser salva por todos eles.
Temos que dimensionar nossas esperanças com alguma sabedoria para não almejarmos o impossível. Nossa capacidade tem seus limites e é importante que saibamos reconhecê-los e respeitá-los.
Assim, evitamos o desencanto e a frustração.
Temos nossa capacidade de realização, e o mundo que nos cerca também tem suas limitações.
Devemos lutar para que nossas esperanças sejam passíveis de realização, afim de não nos desiludirmos com possíveis fracassos.
Tenhamos, sim, sempre esperança sadia, bem dosada, equilibrada, mas não deixemos nunca que ela nos cegue e nos paralise.
Por tudo o que vimos e por mais ainda, validamos cada vez mais aquilo que desde criança fomos acostumados a ouvir: “A Esperança é a última que morre”.
Que ela não morra nunca dentro de cada um dos meus queridos amigos e fiéis leitores!
Abraços e bom domingo, cheio de esperança 🙂
Amanda
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Grandeza
Publicado por amandadelboni
Qualidade do que é grande é uma das comuns acepções de “grandeza”, uma palavra com tantos significados.
Na nobreza, antigamente, por exemplo, o termo grandeza era dado a nobres que prestavam serviços grandiosos à sua pátria, e isso principalmente em tempos de guerra.
Mas hoje quero destacar aqui a grandeza de espírito, que comporta nossas atitudes perante a vida e todos os seus acontecimentos, todas as suas emoções, o comportamento mediante nossos sentimentos, sejam eles de que volume e espécie forem.
E a quem se dirigem os sentimentos, devem ser sinceros e a medida, a dimensão em si, dependem muito do nível de proximidade que temos com quem é o objeto de nosso carinho, de nosso amor, enfim, do sentimento que dedicamos a cada um.
Falamos sempre da grandeza de algumas profissões que atendem o ser humano, dignificando o trabalho, com dedicação ao seu próximo, sem pensar no seu próprio benefício, sem egoísmo ou economia de atitudes.
Vemos a grandeza de caráter, de coração, quando encontramos pessoas que se dedicam a tornar menor o sofrimento de quem necessita de bens materiais ou espirituais, os que precisam do mínimo para viver e que dependem da caridade do próximo.
Conheço gente que não precisaria realizar eventos beneficentes, nada lhes trazem como lucro material, mas que sentem essa necessidade no sentido de angariar recursos para os hipossuficientes.
Essa é a grandeza de espírito, o que faz com que essas pessoas se sintam felizes e realizadas, mesmo que atravessem, vez por outra, problemas pessoais, familiares, sociais, ou mesmo financeiros. E sem se queixarem, nem exprimirem suas tristezas pessoais como se fossem intransponíveis. Vão em frente.
São pessoas especiais que vivem alegremente, como que recompensadas pelo bem que providenciam em favor dos menos favorecidos. Se esquecem de seus próprios desgostos, pois a sua felicidade está na grandeza de se doarem em favor de seu próximo.
Isso tem um nome: Generosidade.
E, com certeza, quem tem a capacidade de se doar, a grandeza de resultados é extremamente proporcional ao empenho dedicado.
Nosso lema, portanto, deverá ser, sempre que formos capazes, de desenvolver nosso senso de grandeza.
Mesmo em situações em que nos julguemos injustiçados, ou que tenhamos sido objetos de atitudes que não merecíamos, desenvolvamos nossa grandeza do perdão, pois quem nos tratou com descaso, não possui o mesmo senso que nós, a nossa grandeza de perdoar, de esquecer e não propiciar ao próximo o mesmo desgosto que nos impôs.
Grandeza de espírito é o que devemos a quem nos rodeia.
Abraços e um ótimo e grandioso domingo 🙂
Amanda
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Agressividade
Publicado por amandadelboni
São diversos meios para que se exprima a agressividade.
Nem sempre ela vem acompanhada de palavras ou atos agressivos fisicamente, e se torna pior quando ela chega em forma de agressão silenciosa, e muitas vezes, até em tom divertido e jocoso.
Temos a agressividade em forma de reação a uma ordem dada, seja ela pública ou privada.
Uma reação a uma ordem, sem palavras, mas com desprezo para o que foi pedido, é uma atitude de agressividade muito mais pesada do que se fosse uma resposta falada em voz alta ou com palavras de baixo calão.
Um silêncio pode ser, muitas vezes, mais agressivo, dependendo do assunto e do momento em que ele for demonstrado, pois o tipo de expressão facial pode ofender mais do que mil palavras.
Quando esperamos uma resposta e ela vem reduzida e seca, não houve nenhum sinal de má educação, mas veio carregada de indiferença. Isso se traduz numa atitude agressiva, aparentemente inocente.
É profundamente desagradável receber esse tipo de atitude, que não leva a nada, mas é óbvio que satisfaz quem a teve, pois vê, claramente, que atingiu o objetivo de conseguir aborrecer o interlocutor.
Mas, de outro lado, quem agride, fica tremendamente decepcionado quando não consegue o efeito desejado ao cometer uma agressão psíquica. E isso exige do agredido uma tremenda força íntima para que o agressor fique bem infeliz.
Por isso, sempre que conseguirmos ignorar qualquer tipo de agressão, bancarmos os desentendidos, mais faremos com que a pessoa que nos falou algo desagradável fique, como diziam os antigos, “sem graça”.
As pessoas irritadas ou revoltadas com algo na vida, agridem mesmo instintivamente, até no trânsito, tentando impedir um carro, sem que seja sua vez de passar, a pé ou em outro transporte, como bicicleta.
Vemos pessoas que tentam nos provocar para que haja uma discussão sem nenhum motivo aparente, provocando uma reação que não temos habitualmente. Mas, que, na mente agressora, isso significaria uma vitória por ter conseguido nos irritar.
Triste vitória, dirão vocês.
Também acho, mas já me deparei com pessoas que tentaram me “tirar do sério”, o que é raro de ocorrer comigo, pessoalmente. Soube reconhecer o propósito bem explícito de agressividade, não física, mas com o intuito de provocar em mim um tipo de resposta não habitual.
A pessoa não conseguiu, ficando extremamente decepcionada.
Felizmente, desistiu de tornar a fazer outra tentativa.
Temos que nos cuidar para não sermos vítimas ou causadoras de agressividade e termos sempre em mente que ela é caracterizada pelo descontrole das nossas emoções, podendo gerar reações de violência.
E, normalmente a agressividade não é proporcional aquilo que a desencadeou. Dependendo de quem a recebe, pode tomar proporções bem perigosas.
Vamos, portanto, nos policiar sempre que possamos para que a agressividade não seja uma arma contra nós mesmos.
Vale mais um bom acordo do que uma boa demanda, como se diz.
Abraços e bom domingo, de muita harmonia e nenhuma agressividade 🙂
Amanda
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