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Abrir espaço
Publicado por amandadelboni
Muitas vezes, nos fechamos para qualquer tipo de idéias que alguém poderia nos dar e que seria ótimo para nossa vida, e até mesmo mudá-la.
Mas isso, se abrirmos espaço para outra opinião que não seja exatamente a nossa, pois podemos não estar vendo ângulos que nos passassem desapercebidos, e por isso, as soluções que tomemos não sejam exatamente adequadas para a ocasião que nos estão sendo apresentadas.
Abrir espaço pode significar a diferença entre o fracasso e o sucesso.
Alguém já disse, em clima de boa vontade, quando não puder ajudar, não atrapalhe.
Claro, isso dito em meio tom de brincadeira pode não significar muito, mas se levarmos a sério, veremos que tem muita profundidade.
Obviamente, devemos dar uma opinião se formos chamados a fazê-lo, pois de outro modo, corremos o risco de parecermos atrevidos, mas se formos instados a opinar, temos até mesmo a obrigação de expressar nosso ponto de vista, pois uma idéia pode transformar toda uma vida.
Cultivar a humildade e tentarmos saber quando precisamos ouvir uma pessoa mais experiente do que nós, é uma característica que podemos desenvolver, se tivermos a modéstia de reconhecer que não somos infalíveis e nem somos conhecedores de tudo nesta vida.
Devemos ter a consciência de que nem tudo o que ouvimos será aproveitável, mas analisando com objetividade as idéias que nos chegam, seja por que meios forem, podemos discernir quais delas se adaptam mais à nossa idéia inicial e nossa propositura a respeito do assunto em foco.
Vemos os mais diversos tipos de características em pessoas com quem convivemos, as que gostam e até apreciam uma opinião embasada em fatos e acontecimentos, e outras que se julgam sempre donas da verdade e que jamais aceitariam qualquer tipo de idéias, que classificam até mesmo de “palpite”.
Obviamente, uma opinião deverá ser solicitada a quem de direito, com conhecimento da causa à qual nos referimos, e depois, nós mesmos poderemos fazer um julgamento da viabilidade do que nos foi sugerido e estudarmos a possibilidade de ser viável ou não.
Por isso, é muito delicada a situação de se opinar algo a alguém que não esteja devidamente preparado para ouvi-la e estudá-la, pois essa pode fazer a grande diferença numa empreitada, seja ela de que âmbito for.
Mas, se nosso espaço estiver aberto para novas idéias, teremos a possibilidade de podermos inovar, mudar, e recriar muitas situações em nossa vida, sempre desenvolvendo e cultivando a humildade de saber que existem pessoas mais conhecedoras do que nós.
Abrir espaço é, sem dúvida, uma maneira de conseguirmos resolver, muitas vezes, problemas para os quais, antes, nem teríamos a oportunidade de fazê-lo.
E para isso, desenvolvamos, primeiramente, nossa humildade no sentido de conseguirmos escutar, o que hoje em dia está muito raro, pela própria falta de tempo em função de atividades que todos desenvolvemos simultaneamente.
Tenhamos nosso espaço aberto a novas amizades e idéias que sempre nos trarão um aprendizado, e para isso temos que estar receptivos e até agradecidos.
Abraços e bom domingo, e abra as comportas!
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Amor desinteressado
Publicado por amandadelboni
Alguém, outro dia num papo amigável, usou essa frase que fez a todos presentes refletirem sobre o assunto.
É uma expressão muito usada, sabemos que devemos amar com amor desinteressado, em todos os sentidos, e falamos muito nisso.
Mas será que praticamos?
E quando falamos em desinteresse, atingimos muitos aspectos do amor, mas sempre se pensa na área financeira, quando o que quero abordar aqui, além disso, seria sob outros aspectos, tais como sociais, culturais, físicos e mentais.
Muitas pessoas usam seus semelhantes, até sem se darem conta disso, baseados na desculpa de amá-los, quando, na verdade, estariam se aproveitando de algo que lhes beneficia de alguma forma.
Isso é amor?
Podemos até achar que não, mas é uma forma de amor, do ponto de vista de cada um.
O amor desinteressado independe das diferenças, claro, mas precisamos nos inteirar conosco mesmos de que é amor, e não somente a vaidade da conquista, perfeitamente natural no ser humano.
O amor desinteressado não visa posição, seja social, financeira ou intelectual, mas sim uma afinidade, acima de tudo, de propósitos na vida diária, nas atividades individuais, pois além do amor, temos também a parte prática da vida de cada um de nós.
E amar não se trata somente de romantismo entre dois seres, mas também o amor que sentimos por amigos que cada vez que conhecemos, amamos mais e vamos descobrindo características com as quais nos identificamos.
Assim, com amor, a vida fica mais fácil e a convivência leve, se fazemos o possível para que tudo possa correr bem, e se temos a disposição de ajudar a quem precisa, pois tudo é uma forma de distribuir a força e contribuir para que as possíveis desgraças fiquem com menos intensidade e mais suportáveis.
O amor verdadeiro não pede, ele recebe sempre, e precisamos saber receber, sem muita cobrança que só pode atrapalhar o relacionamento e com isso colaborar para o não seguimento de uma relação que poderia ser sadia e duradoura.
Existem diversas formas de amor, um dos maiores é o amor de mãe, que em geral é generoso e altruista, sem cobranças que jamais poderiam ser obedecidas, pois só trariam frustrações.
Devemos e podemos viver com amor, desde que ele possa nos cercar para trazer alegrias, nos animarmos a realizações que projetamos, e se não puder ajudar, que não atrapalhe, pelo menos.
Nosso interesse nos amigos deverá depender, não da quantidade, mas da qualidade da relação que temos com eles, na confiança que nos inspiram e que inspiramos.
Se o amor for simplesmente por interesse, é um problema, pois se cessar a causa principal, cessará também o interesse, portanto, o amor que sentimos deverá ser realmente por causas positivas e reais, como afinidades, carinho, honestidade acima de tudo nos nossos propósitos.
Assim, podemos fazer de nossa vida uma festa constante, dependendo de interagirmos com as pessoas com as quais temos interesses em comum, seja em que área for.
Abraços e bom domingo, com interesses justos e cheios de amor 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Motivação
Publicado por amandadelboni
Ouvi de um querido amigo, outro dia, uma frase que guardei e apreciei muito:
“A humanidade progride com o trabalho, o empenho e a motivação”.
Vinda de uma pessoa culta e desenvolvida culturalmente, valorizei e concordo plenamente com essa idéia de progresso que devemos ao trabalho que procurarmos desenvolver, se nos empenharmos.
Mas, para que isso aconteça, um aspecto é muito importante: a motivação.
Devemos encontrar dentro de nós, sempre, um motivo que nos traga a vontade de progresso, de realização, para que a vida tome um rumo de desenvolvimento tal que nos faça sentirmos felizes e realizados.
Claro que o importante para uma pessoa, nem sempre é para outra, mas façamos o possível para que nossos anseios e planos possam ser atingidos.
A motivação pode nos chegar por diversas vias, uma delas seria o incentivo que recebemos de nosso parceiro ou parceira, de nossos chefes, ou de nossos companheiros de trabalho.
É, de certa forma, um incentivo para que nos sintamos propensos e incentivados a realizar aquilo que planejamos e que desejamos para nossa satisfação pessoal.
Atingir uma vitória é próprio do ser humano, e dependendo da motivação, conseguimos chegar a bons resultados.
A motivação pessoal, podemos encontrá-la em nossa família, que valoriza nosso sucesso, nos promovendo cada vez mais ao progresso.
A motivação profissional vem do trabalho executado e valorizado por quem nos chefia, ou por quem usufrui do que inventamos ou produzimos.
E, lembrando-nos de não cobrarmos exageradamente de nós mesmos, por não entendermos de tudo, porque isso é impossível.
Temos que respeitar o que conseguimos realizar, sem exigirmos o máximo, que poderá vir com o tempo, com estudos e com o desenvolvimento de nosso trabalho.
Importantíssimo, em nosso trabalho, por exemplo, é mantermos o esforço de nossa motivação, principalmente fazendo aquilo que gostamos.
Mesmo porque nos realizamos ao atingirmos o resultado desejado.
E também sempre é bom nos lembrarmos de que a motivação e o ânimo para o desenvolvimento de nossas funções é importante, e mais um motivo para nos cuidarmos fisicamente inclusive, pois se temos disposição física, provavelmente tudo ficará mais fácil.
De fato, para mantermos nossa motivação seja no trabalho ou na vida pessoal, é necessário estarmos com boa disposição, estarmos dispostos fisicamente, pois o cansaço físico também pode influir no desenvolvimento operacional.
E, claro, que se progredimos sob qualquer aspecto, nossa motivação aumenta e somos capazes de produzir cada vez mais, como um circulo vicioso: mais disposição, mais resultados, mais motivação e mais realização.
Devemos ter em mente que o que nos motiva é o amor sob todos os aspectos, desde o afeto por alguém que de nós necessita e que nos inspira e por quem desenvolvemos em forma de caridade, até o amor entre pessoas que sonham com um romance ideal.
Vamos, sim, procurar motivação em tudo o que pretendermos realizar, para alcançarmos o resultado ideal.
Abraços e bom domingo, bem motivados 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
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Constância e Perseverança
Publicado por amandadelboni
Basicamente se trata de sinônimos, mas queremos justamente reforçar a importância que têm essas duas palavras e das quais devemos nos esforçar para dispormos, pois todos os compromissos que chegam deverão ter o mesmo valor.
Tenhamos nossa consciência tranquila em relação ao fato de podermos cumprir aquilo que tivermos marcado, pois as pessoas envolvidas também teriam suas obrigações e, muitas vezes, as alterariam para cumprir conosco um encontro, seja de negócios ou de lazer.
A base de tudo isso se chama respeito.
Já assisti pessoas desfazerem um compromisso em favor de outro que chegou e que acharam “mais importante” ou “mais interessante”.
A constância de nosso comportamento é o que faz nossa imagem se firmar com nossos amigos, patrões, funcionários e parentes.
Temos que manter um comportamento único, e respeitar aquilo com que nos comprometermos, seja em que âmbito for.
Vamos tentar de perseverarmos nas nossas intenções, sejam elas de caráter pessoal ou profissional, porque se assim o fizermos, estaremos plantando uma imagem de nosso caráter perante amigos ou funcionários.
Essa constância de atitudes se firma através de nossa maneira de ser, de cumprirmos tudo o que planejamos, ou pelo menos tentarmos alcançar com nossa luta o objetivo ao qual nos propusermos.
E esse tipo de comportamento servirá para plantarmos uma imagem de seriedade e de confiança que se depositará em nós.
A constância significa, às vezes, que algo se repete, e com isso nossa imagem de seriedade que plantarmos ficará sempre a mesma, e a confiança que teremos conquistado ficará para sempre, como parte de nosso caráter.
A constância lembra também a palavra persistência, que pode ser uma qualidade da pessoa que passa a vida sendo fiel aos seus princípios, à sua fé, à sua maneira de viver, e que tudo isso se resume numa palavra: fidelidade.
Se agirmos com essa constância, conquistaremos a confiança do nosso próximo, que nos defenderá sempre que alguém, por acaso, duvide que seriamos capazes de falhar, seja em que caminho for, e diriam:
“Fulano? Não, ele seguramente fará, ou virá, ou cumprirá …
Ele não falha!”
É a imagem que construímos e que precisamos sempre fazer um esforço para manter, pois depois de destruída, será difícil, ou até impossível, conseguirmos reconstruí-la.
Não nos esqueçamos de que nossas atitudes são responsáveis pela imagem que plantamos perante o meio em que vivemos, os amigos, os subordinados, os professores, os alunos, os patrões, dependendo, naturalmente, da intensidade da convivência.
Assim, a confiança em nossa constância é algo que devemos cultivar, e isso somente ocorrerá se mantivermos sempre nossa atitude constante de pontualidade, de perseverança de nossas atitudes.
Outro dia ouvi uma observação enquanto esperávamos amigos, a respeito de sua pontualidade, e alguém disse: “ah, eles sempre atrasam”.
A imagem fica, portanto vamos cuidá-la!
Abraços e bom domingo 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
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Culpa
Publicado por amandadelboni
Sentimento complicado, pois sempre envolve dois lados, o que cometeu alguma falha, ou acha que cometeu, e o que recebeu determinado ato que o teria feito se sentir dessa forma.
Devemos nos lembrar que não é o sentimento que constitui a culpa, mas sim, consentir nesse sentimento.
Sentir-se culpado por algo é o que nos faz sofrer, muitas vezes injustamente, pois se somos habitualmente pessoas que procuram conviver e viver dentro de certa normalidade e, de repente, agimos de maneira diferente do costume e temos determinadas reações, não devemos nos sentir culpados.
Algo, com certeza, teria provocado reações diferentes das habituais.
Assim, raciocinando dessa maneira, conseguiremos superar o sentimento de culpa que estaria nos acompanhando em qualquer situação.
Lembrar que a culpa é sempre muito relativa, pois, como sempre digo, a toda ação corresponde uma reação, como reza a Física.
Em geral, a culpa se caracteriza pela violação de alguma regra, ocasionando algum dano ao próximo, seja por negligência, imprudência ou imperícia, quer dizer pela falta de cuidado objetivo.
Portanto é, muitas vezes, um erro não-proposital.
Mas claro, a pessoa se sente culpada devido à responsabilidade que lhe é dada por um ato que tenha provocado algum prejuizo material, moral ou espiritual a si mesma ou a outras pessoas.
E não estamos citando culpa aqui do ponto de vista jurídico, pois nesse assunto a coisa é mais complicada. Seria a culpa consciente relacionada a situação de dolo, que já se caracteriza pela ação proposital sabendo de resultados inevitáveis. Um exemplo seria alguém dirigir depois de ter ingerido bebida alcoólica, sabendo, de antemão, que estaria sujeito a algum acidente, até com risco da própria vida ou vida de terceiros.
Mas o que nos referimos hoje seria de culpa que podemos sentir, mesmo se não somos responsáveis pelas consequências, independentemente de nossa previsão.
Vamos citar o caso de alguém que porta uma arma de fogo numa caçada e avista um companheiro próximo ao animal que quer abater. Atira assim mesmo. Ele está se arriscando a atingir o companheiro, certo?
Assim, se agimos impensadamente, podemos correr o risco de ofendermos a quem nem pretenderíamos fazê-lo e, dessa forma, sentiremos culpa, com certeza.
Já de outro lado, se não nos comportamos de maneira autêntica, não sofreremos do sentimento de culpa, mas também não teremos agido de forma sincera muitas vezes, e poderemos mais tarde nos arrependermos por termos omitido nosso ponto de vista, o que pode trazer consequências imprevisíveis.
Claro que não é fácil conseguirmos atuar abertamente sem que corramos o risco de cometer alguma ofensa.
Analisemos, portanto, sempre, nossa atitude e suas consequências, e tentemos não permitir que sentimento de alguma omissão faça de nossa vida algo recheado de culpa fora de propósito.
Abraços e bom domingo, sem culpa!
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
