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Voz da consciência
Publicado por amandadelboni
Se escutarmos sempre, ou tentarmos fazê-lo toda vez que tomamos alguma atitude que nos leva a alguma dúvida se agimos bem, ou se devíamos ter nos comportado de maneira diferente em determinada ocasião, poderemos nos sentir mais confortáveis.
A voz da nossa consciência é muito forte, e se não a ouvimos é porque estamos ignorando-a, pois talvez seja mais conveniente.
Ela, normalmente, nos diz se estamos certos ou errados, só que muitas vezes, não combina com o que queremos fazer, e nesse caso preferimos ignorá-la.
É mais oportuno não ouvi-la do que termos que mudar nossa atitude naquele momento.
Temos que julgar com isenção de ânimos, se devemos ou não, dentro de nosso raciocínio, fazer o que ela nos sugere, ou se devemos escutar o que nos diz nosso instinto, e para isso temos que ser muito racionais, para tentarmos errar o menos possível.
Nossa consciência pode nos emitir uma idéia de como devemos interferir ou não em situações decisivas, e isso, muitas vezes, se torna extremamente perigoso de errarmos em nosso juízo e também de tomarmos atitudes que não sejam muito apropriadas para a ocasião que se apresenta naquele momento.
É como se alguém de fora nos estivesse dizendo o que devemos fazer, mas precisamos, para isso, ficarmos atentos, pois nossa consciência pode nos dizer algo com que não concordamos e, nesse caso, fingimos não escutar e agimos da maneira que queremos.
E não adianta nos arrependermos depois, pois o tempo não volta.
Aguentemos as consequências, que muitas vezes são duras e podem até mesmo mudar nossa vida.
Que fazer?
Tentarmos ouvir quando nossa consciência nos alerta, e como ela é silenciosa, fica mais difícil. Precisamos nos acostumar a escutá-la. Se torna um exercício de boa vontade, para que consigamos resultados que nos deixarão felizes, e em alguns casos, realizados.
Isso é o que nos diferencia dos animais: sabemos quando fazemos o mal e nos entristecemos e também quando fazemos o bem, e isso nos alegra.
Mas, para isso a consciência deverá ser bem formada, pois ela está sujeita à influência do meio em que vivemos.
Claro que, nem sempre o que pensamos seja o adequado na concepção de outras pessoas, mas é aquilo que aprendemos desde que nascemos e é a nossa concepção de acertos e de erros.
Dentro do que acreditamos, devemos defender o espírito de correção e tentarmos fazer com que nossa consciência possa nos ditar aquilo que consideramos o apropriado na nossa criação, como fomos orientados e educados.
Não devemos nunca agir como “donos da verdade”, mas tentemos seguir de acordo com o propósito de acertar, dentro da moral e bons costumes aprendidos com nossa família e nossa vivência.
Abraços e bom domingo, prestando atenção na voz que nos chega de nossa consciência 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
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Alegrias e dores
Publicado por amandadelboni
Sobre esse assunto existem algumas discussões a respeito.
Claro que nos momentos de alegria podemos nos expressar com muita facilidade, pois o próprio ambiente nos inspira e nos faz dizer coisas bonitas, elogios, etc, e com muita sinceridade.
Mas existem momentos na vida de todos nós, onde as palavras se tornam difíceis e nossa voz não sai, ficamos mesmo engasgados, sem palavras que possam exprimir os sentimentos que a situação triste nos inspira.
Será que conseguimos nos expressar quando temos que dizer algumas palavras adequadas em ocasiões dessa natureza?
Alguns realmente travam quando se encontram nesse tipo de situação, e sabemos que algumas perdas transformarão a vida das pessoas envolvidas em determinada conjuntura.
Como dizer de nossa lástima quando vemos amigos passando uma tristeza difícil de ser superada e onde não há nada a fazer para modificar determinado momento? Só podemos tentar amenizar a passagem triste do tempo, expressando sempre nosso carinho, assim ajudando a passar o tempo, que, como dizem, é o melhor remédio.
É um contraste falarmos de alegrias e dores, mas, por isso mesmo abordo esse assunto, tentando reforçar a idéia da importância de tentarmos oferecer aos nossos queridos amigos momentos alegres que possam ajudar a diminuir seu sofrimento.
As alegrias podem ser passageiras, mas não se pode anular o tempo que desfrutamos delas.
Toda alegria que possamos vivenciar é válida, seja por pequenos eventos que presenciamos, seja por pequenos acontecimentos que nos façam felizes, lembrando-nos de que tudo o que se refere a reação de felicidade é muito pessoal e intransferível, pois o que nos faz felizes, muitas vezes para outros nada significaria.
Nem sempre o que vale para uma pessoa, inspira o mesmo para uma outra.
O que deve, sim, constituir algo de importante para nós é aprendermos a valorizar nossos momentos de alegria com membros de nossa família e nossos amigos, não exigentes em excesso, claro, com espírito de luta para conseguirmos o que pudermos dentro de nossas possibilidades.
Lembrando sempre que devemos lutar pelo que queremos, mas temos que aprender a querer aquilo que nossa aptidão possa realizar, evitando assim, as dores que poderão advir de algo que consideremos fracasso.
Abraços e bom domingo, com muitas alegrias e menos dores, se pudermos evitá-las 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
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Defesa e Consolo
Publicado por amandadelboni
Sempre aprendemos que é nossa obrigação moral defender aqueles que fraquejam e não nos esquecermos de consolar aqueles que choram, que estão tristes, que passam por problemas que, em sua concepção são insolúveis, ou mesmo difíceis de serem solucionados.
Não devemos e nem podemos ignorar as pessoas que, de uma forma ou de outra, fazem parte de nossa vida, de nosso convívio, ou que simplesmente, sem muita intimidade, nos inspira a prestar nossa ajuda, mesmo que seja com palavras, o que, na verdade, não tem o mínimo custo material.
Muitas vezes, gastamos nosso tempo com assuntos e especulações que não levam a nada, e não auxiliam a ninguém.
Por isso não temos o direito de nos negarmos a defender alguém que, mesmo sem nenhum sacrifício de nossa parte, precisa de palavras que podem mudar até mesmo o ritmo de uma vida, ou de uma carreira.
E, muitas vezes, nada nos custa um gesto de boa vontade, quando vemos uma pessoa que não merece receber uma ofensa ou um mau comentário, e conseguimos exprimir nossa opinião de forma que possa mudar o conceito de quem foi inconveniente, ou até cruel.
Seguidamente ouvimos uma interpretação sobre um fato que tenha gerado uma idéia falsa sobre determinada situação, e, se nesse caso, somos mesmo de certa forma instados a emitir uma opinião, devemos fazê-lo com isenção de ânimos, mesmo que não sejamos tão amigos e queridos da pessoa em questão.
Tentarmos ser justos mediante uma situação difícil, e agir em defesa de uma injustiça, ou de uma idéia que temos certeza não ser verdadeira, é mesmo uma obrigação nossa como seres humanos que somos.
E defensores de uma verdade, que, muitas vezes, a pessoa que cometia a injustiça não tivesse total conhecimento da situação em questão naquele momento.
Na verdade, os que se sentem ou estão mais fracos, seja porque motivo for, são os que mais necessitam de nosso apoio, emocional ou de outra natureza, talvez até financeiro, e devemos fazer o que estiver dentro de nossas possibilidades, de boa vontade e sem cobrança inútil.
Palavras de consolo, quando chegam em ocasião especial e no momento em que estamos fragilizados, podem transformar toda uma situação de desânimo e até mesmo de uma indisposição física ocasionada por um determinado momento de estresse emocional, seja por alguma perda ou por algum insucesso para o qual não estivéssemos preparados.
Por tudo isso, devemos estar sempre atentos se, com algum gesto de apoio, mesmo que somente emocional, possamos consolar uma pessoa que, naquele momento esteja necessitada.
Lembrando que alguém que acaba de sair de alguma situação difícil poderá estar com sua sensibilidade a flor da pele.
Por isso mesmo, temos que encontrar o momento adequado no qual possamos ajudar, seja com palavras que consolem, seja com atitudes mais objetivas, através das quais a pessoa se sinta melhor, sabendo poder contar com nosso apoio incondicional.
Ou, se a pessoa estiver se colocando em situação defensiva, por timidez ou por respeito em não querer incomodar o amigo, procuremos atingir sua emoção, com o carinho e amizade que possamos demonstrar, e, dessa forma, ela saberá que pode contar com nosso apoio.
Abraços e bom domingo, defendendo nossos amigos e consolando-os sempre que possível 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
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Suporte emocional
Publicado por amandadelboni
Sempre aprendi, tanto em leituras, como em orientação do lar, com minha mãe, principalmente, que temos que ter paciência para suportar e até mesmo compreender o que achamos se constituir em defeitos nos outros, e mais paciência ainda precisamos ter para que possamos tolerar aquilo que achamos serem nossos próprios defeitos.
Mesmo porque, se não toleramos em nós mesmos algo que achamos inadequado, a única maneira de ultrapassarmos seria a auto análise e entendermos de que forma poderíamos eliminar aquilo que nos incomoda em nossa personalidade.
Porque outros jamais comentarão sobre nossos “defeitos”, por discrição e por falta de comunicação, mesmo por timidez e falta de liberdade de uma critica, por mais construtiva que seja.
Principalmente, porque costumamos não dar a liberdade de alguém nos dizer o que desagradaria a quem nos rodeia, e assim seguimos desagradando e, sem nos apercebermos, as pessoas vão se afastando. Quando percebemos, estamos com poucos amigos, ou sozinhos.
Como as pessoas não se atreverão a nos dizer a verdade sobre nossas inconveniências, ou melhor dizendo, sobre o que as incomoda em nós, vamos errando novamente.
Por entendermos que isso se passa em todas as relações de amizade, nosso dever é procurar entender e suportar o que chamamos de defeitos, assim como queremos que os nossos sejam aceitos e/ou suportados.
E assim, aguentar as consequências de nosso comportamento, só que para isso temos que cultivar nossas emoções, aprendendo a controlá-las.
Ter suporte emocional é algo que devemos desenvolver, pois muito depende de nós, e da vivência que cultivarmos com nossos circunstantes.
Claro que cada um tem sua personalidade, seus costumes, sua maneira de pensar e agir, mas se pudermos nos adaptar sem que isso nos faça infelizes, poderemos ter uma convivência mais ampla e assim, aproveitarmos ainda mais de relacionamentos que podem ser de grande oportunidade até para que possamos crescer cada vez mais.
Mas para isso, tem que haver de nossa parte a falta de orgulho para que possamos admitir que sempre tem alguém que sabe mais do que nós e com quem podemos aprender sempre mais e mais.
Então, aí vem a humildade e o apoio emocional que temos que cultivar a cada dia, para que não nos percamos, deixando que nosso orgulho fale mais alto e nos impeça de usufruirmos de ensinamentos que podem advir até mesmo de pessoas das quais nem esperaríamos poder nos transmitir algo.
E de onde viria nosso suporte emocional?
De nosso raciocínio, nossa vontade de conviver bem, da compreensão que deverá advir, e do amor que temos que cultivar sempre.
Como digo, penso e ajo dessa forma. É o amor que nos dá o sentimento de compreensão, de atenção, e nos ajuda a conviver com nossas próprias falhas, e com isso tentar corrigi-las para uma convivência pacífica, compreensiva , o que resulta, sem dúvida, em alegria total.
Bom domingo, com muita emoção aliada ao nosso raciocínio sempre 🙂
Amanda
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Discórdia
Publicado por amandadelboni
Devemos sempre evitar dizer palavras que possam gerar alguma discórdia publica ou até desarmonia no lar. Sabemos não ser fácil, pois, mesmo sem nenhuma intenção, muitas vezes emitimos uma opinião ou uma idéia que traz a discórdia.
Claro, devemos expor nossas opiniões, mas de forma que não ofenda a quem está nos cercando naquele momento.
É importante evitarmos a discussão, ainda mais quando inócua e inoportuna, para que consigamos viver bem com os nossos amigos e circunstantes.
A discórdia não significa obrigatoriamente uma situação de polêmica, pois podemos ter pontos de vista diferente de nossos interlocutores, sem que isso signifique discórdia no mau sentido da palavra.
De fato, discordar não significa, de nenhuma maneira, partirmos para uma discussão estéril e sem sentido, onde coloquemos nosso ponto de vista de maneira a não termos nenhuma margem para argumentação saudável.
O que pode significar um aprendizado, se formos humildes o suficiente para tentarmos aprender com o ponto de vista de quem nos está expondo naquele momento.
Falamos sempre muito em discórdia familiar, por exemplo, onde os pais são obrigados pela sua própria condição e pela experiência que adquiriram com o passar do tempo, a orientar e até mesmo limitar a atuação dos filhos na sua vida social, nas amizades que muitas vezes não são tão convenientes para seu convívio.
E, que nesse caso, provoca normalmente discórdia.
Mas por que não diálogo ao invés de bate-boca?
A troca de idéias, feita em ambiente saudável e pacífico, na maioria dos casos consegue resolver uma posição.
Mesmo porque, muitas situações de mal estar entre as pessoas, pode se apresentar de difícil reconciliação e o bem querer pode ficar afetado, até mesmo de forma irreversível em algumas conjunturas.
Discussão estéril pode não ter volta, e por isso temos que nos conscientizar das situações expostas em nossa vida pessoal e familiar, pois nem todos possuem o mesmo ponto de vista, as mesmas aspirações, idéias que trazemos até mesmo geneticamente, e que demonstramos em nossa personalidade.
Reparemos que em nossos descendentes, muitas vezes, vemos características que reconhecemos como peculiaridades que tivemos a oportunidade de identificar em algum antepassado de nossa família.
Por isso, quando tentarmos discordar de algo ou alguém, pensemos primeiro que temos que aconselhar e mostrar o que vemos e não concordamos, até podendo exemplificar que muitas características do passado não obtiveram êxito.
Devemos, portanto, pensar bem antes de sermos objetos de discórdia. Para isso, temos que cultivar a boa vontade na compreensão das pessoas que nos cercam.
Bom domingo, sem discórdia inútil 🙂
Amanda
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