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Não Vale a Pena
Publicado por amandadelboni
Em primeiro lugar, nossos votos de felicidade e realizações neste primeiro blog de 2017.
Que todos os nossos leitores possam ter um ano produtivo, saudável, amizades que se iniciem e outras que se mantenham através dos tempos.
Ao iniciar este novo ano, deveremos ter em nossa mente o desejo de mantermos os amigos que fizemos ao longo de nossas vidas e incrementarmos e valorizarmos as novas amizades, pois temos sempre muito a aprender, desde que desenvolvamos nossa humildade e capacidade de aprendizado.
Devemos reconhecer que, para aprender, precisamos ouvir e por em prática tudo que acrescenta ao nosso conhecimento.
Mas também importante colocarmos sempre uma medida, vinda de nosso interior, em nossas atividades, sejam elas do ponto de vista material, cultural ou espiritual.
O exagero pode fazer com que nem tenhamos a oportunidade de desenvolver idéias e projetos lucrativos, em todos os sentidos.
E não estou me referindo somente a assuntos de âmbito material, mas também a parte espiritual, emocional, cultural e social, pois o exagero nunca leva a resultado satisfatório em nenhum ramo da atividade humana.
É importante nos permitirmos o repouso, seja do ponto de vista material ou espiritual.
Sem o intervalo de repouso que nosso corpo e nosso espírito exigem e que temos que respeitar, com certeza nada do que programarmos e tentarmos realizar terá o resultado que desejamos inicialmente.
E, diante dessa situação, não conseguiremos alcançar nossos objetivos originais. Como consequência, virão a frustração e a irritação provenientes do que chamamos de fracasso.
Devemos, portanto, agir com muita cautela no sentido de programarmos nossas atividades profissionais e sociais, para que os resultados sejam adequados ao que planejamos.
Não vale a pena arriscarmos a realização do que desejamos, pela pressa e falta de programação adequada.
Se exageramos em nossas atividades, com certeza, prejudicaremos outros setores que nos necessitam e que poderiam nos dar soluções interessantes e produtivas.
Não nos esqueçamos de que o cansaço físico exagerado nos tirará, seguramente, as forças para solucionarmos situações de grande importância em nossa vida e de nossos circunstantes. Podendo até prejudicar nossa convivência com as pessoas que amamos e que poderão se ressentir pela nossa falta de tempo em nos dedicarmos, auxiliando-as e externando nossa opinião que pode mudar até mesmo um projeto.
Pensemos bem, se vale a pena sacrificarmos nosso convívio com quem amamos, pela nossa falta de limite em nosso egoísmo dedicado ao nosso trabalho.
O exagero nunca foi algo produtivo, medida é muito bom, e todos gostam.
Faça 2017 valer a pena 🙂
Abraços, bom domingo e um Feliz Ano Novo!
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
A força do desejo
Publicado por amandadelboni
Sempre ouvimos e aprendemos que se desejamos algo com muita intensidade, a tendência seria que isso se concretize.
Então se podemos ter esse tipo de influência no que desejamos, devemos sempre tentar pensar positivamente naquilo que nossa mente costuma criar para atingirmos nossa vontade, seja material ou espiritualmente.
Nossa mente tem, na verdade, uma força inexplicável em relação a tudo o que pensamos com intensidade e com a vontade de realizar.
Claro que quem não tem orientação, não pode ter o ímpeto de subir na vida e acaba se acomodando numa atitude passiva, sem nada realizar, pois só se sente o desejo de lutar quem define o caminho a seguir.
E, quando definimos a porta que se abre para nosso caminho, é que sentimos o desejo de lutar e encontrar a saída que procurávamos, pois a vida é feita de ação, movimento, força e realizações, que sem a luta adequada e dirigida, provavelmente não vai acontecer.
Sabe-se que, em primeiro lugar nasce a idéia, o desejo de realizarmos algo com o qual sonhamos, então devemos ir em busca do nosso ideal, e normalmente diante de um desejo ardente, que gira em torno de uma idéia pré-fixada, conseguimos a concretização do nosso sonho inicial.
Nós possuímos as condições de realizar grandes empreendimentos e, às vezes, o que nos falta é a coragem de adotar novos métodos e modos de agir de acordo com o fim desejado.
Definir tudo isso é uma iniciativa que devemos fazer antes de qualquer atitude que venhamos a tomar, e a iniciativa de modificar hábitos que estejam prejudicando nossa vida ao ponto de não conseguirmos realizar aquilo ao qual nos propusemos de início.
Se desejamos algo com determinação, precisamos que predomine em nós a decisão, e traçarmos rumos e segui-los, sem cultivar a palavra “impossível”, e lutar sem medo para que conquistemos aquilo que planejamos e desejamos.
O “gosto pela luta” prevalecerá sobre o medo de fracassar. Com certeza!
A força de vontade é, na verdade, a capacidade de estabelecer os objetivos e tratar de alcançá-los, aquela qualidade que mantém o ser humano no caminho de seu objetivo, independente de contingências e possíveis obstáculos que possam surgir.
Daí, o desejo de ter a força a que nos referimos.
Sempre ouvimos falar no poder da força mental que nos domina quando desejamos realizar algo novo, e nos dedicamos a aprender sobre a questão em pauta, até acharmos a solução ideal que procurávamos.
Quando desejamos algo, com fé, nosso corpo acompanha nosso espírito, mostrando os caminhos mais adequados à chegada onde havíamos programado ao iniciarmos a jornada.
Trata-se de uma força que segue conosco, mostrando ao ser humano o que lhe causaria satisfação e prazer e o fato de conseguirmos realizar e alcançar aquilo pelo qual empreendemos uma luta tão difícil e árdua.
Portanto, vamos cultivar o desejo que nos acompanha sempre de sermos humanos e pelo qual lutamos para alcançar!
Deixo aqui um abraço afetuoso e votos de Boas Festas e um Feliz e Próspero Ano Novo, repleto de muita inteligência emocional e social 🙂
Voltaremos dia 8 de janeiro de 2017!
Bom domingo,
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Viver um dia de cada vez
Publicado por amandadelboni
Claro que temos o dever de nos preocuparmos com o dia de amanhã, em função de nossas obrigações e manutenção de nosso lar, as realizações e os negócios aos quais nos propusemos a executar, nossa vida diária.
Mas o que nos referimos é que devemos lutar para o dia que estamos vivendo no momento seja pleno, com o máximo de produtividade que possamos desenvolver, realizações que foram planejadas e que naquele dia estejamos concluindo.
Isso poderá sempre nos proporcionar uma satisfação e uma sensação de realização no que pensamos em fazer e que esteja começando a dar algum resultado ou a perspectiva de estar sendo concretizado.
Nesse caso, teremos a oportunidade de nos sentirmos plenos de nós mesmos, por termos conseguido consequências aguardadas com certa ansiedade que sempre toma conta de nós, quando planejamos ou iniciamos a realização de algum projeto.
Mesmo nos preocupando com o nosso futuro, como é natural, temos que fazê-lo sem angústia, pois se mantivermos a calma e o raciocínio, teremos, de longe, mais chances de acertarmos na realização de nossos planos iniciais.
E, importante, não termos medo de sentirmos o bom e também o preocupante, pois ambos fazem parte da vida de todos nós, e não termos medo de sentir saudade, não ter medo até mesmo de chorar.
Importante é achar o equilíbrio.
Uma forma de não nos atormentarmos é não vivermos na eterna busca, viver um dia de cada vez, mas sem deixarmos de nos preocupar com o futuro, e fazer tudo com equilíbrio e alegria.
Achar o ponto certo deverá ser o nosso objetivo.
Para isso, obedecer o nosso raciocínio, não viver eternamente na busca, e cada dia ser vivido com intensidade, sem nos esquecermos dos dois objetivos: ao mesmo tempo que vivemos intensamente o dia, fazer também com que ele seja produtivo.
Fácil não é, como nada é fácil nesta vida, mas aproveitarmos a vida que nos foi oferecida, tentando encontrarmos o equilíbrio necessário para a vitória, acreditando no sucesso, no amor, e na valorização das intenções.
Acreditar e ter fé no amor, no que plantamos durante nossos dias, em relação à nossa profissão, aos estudos aos quais nos dedicamos, à honestidade que permeia nossa vida.
E, dessa forma, as chances de termos resultados pelos quais lutamos serão sempre valiosos e possíveis.
Importante, porém, termos cuidado pois o tempo mal usado não pode ser reaproveitado, portanto, lutemos para que sejamos cada vez melhores à medida que o tempo vai passando, para conseguirmos realizar sempre cada vez mais e melhor. Esse deverá ser nosso propósito de vida.
Vamos viver um dia de cada vez, procurando produzir sempre mais, com maiores perspectivas, cultivando mais e mais os bons propósitos e procurando sermos úteis aos nossos semelhantes para que, fazendo os outros felizes, possamos ser felizes também.
Como diz o velho ditado: viver um dia de cada vez como se fosse o último!
Abraços e bom domingo 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Vangloriar-se
Publicado por amandadelboni
A vaidade exagerada, que normalmente faz parte de uma opinião excessivamente boa acerca de nós mesmos, é um inimigo extremamente perigoso para quem o possui e dificilmente se enfraquece.
Vangloriar-se do que se tem ou do que se conquistou é uma atitude oposta à humildade que devemos sempre ter em relação ao que tenhamos tido e às nossas conquistas.
Pois, quando nos elogiamos a nós mesmos sobre feitos que tenhamos executado ou nossa carreira e sucesso eventual criamos um antagonismo natural, pois o ser humano dificilmente suporta a vanglória.
Mesmo que tenhamos uma opinião excessivamente boa acerca de nós mesmos, isso já demonstraria um grande exemplo de vaidade que pode mesmo incitar o nosso próximo a ficar contra nós, pois pode provocar um sentimento de certa antipatia por parte de quem nos ouve.
A ostentação nunca leva ao resultado que gostaríamos. Normalmente cria um sentimento de antagonismo logo no primeiro contato, principalmente com alguém que não nos conhecia anteriormente e que no primeiro juízo já vê em nós essa exibição de auto elogio, que imediatamente coloca o outro contra nossa pessoa.
E, mesmo quando fazemos uma boa ação, não podemos e nem devemos nos vangloriar do que foi feito, pois justamente ai, as pessoas podem nos pedir para pararmos de nos vangloriar pelo que fizemos.
Não devemos, de forma nenhuma nos promover, deixemos para sermos reconhecidos pelo nosso próximo, pois essa promoção terá outro valor, e se nos colocamos em algum bom lugar, ai vem a luta para permanecermos lá.
De outro lado, se fazemos o bem, ou realizamos feitos dignos de elogios, e o fazemos porque seria nossa obrigação até do ponto de vista humano e somos humildes em relação aos resultados, provavelmente receberemos os cumprimentos referentes a essa atitude.
Sempre temos que esperar que nossas ações sejam reconhecidas pelo nosso próximo e pelos nossos atos de caridade humana.
E vangloriarmos não nos trará nenhum resultado positivo, e poderá nos provocar reação contrária ao que esperávamos, e com isso, nos desanimar em relação a ações que estávamos desejando promover.
Se diz que elogio em boca própria é auto injúria.
Temos, portanto, que evitar de nos vangloriarmos por atos que tenhamos feito, seja de caridade, de ajuda ao próximo, de boa vontade em geral no sentido de auxiliarmos quem junto a nós inspira cuidados.
Se insistimos em nos promovermos, estaremos exprimindo uma idéia de auto elogio, e com isso, nos colocarmos numa posição de vaidade que não seria produtivo e nem poderia colaborar para firmar uma amizade que desejaríamos incrementar.
Abraços e bom domingo, sem se vangloriar demais para não criar uma reação que prejudicaria suas relações de amizade 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
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Ações e palavras
Publicado por amandadelboni
Um princípio que devemos sempre procurar seguir é de darmos bons exemplos com ações, partindo do princípio de que depois de usarmos as palavras virão os atos correspondentes.
Se fazemos uma promessa, seja para um filho, um amigo, um funcionário, teremos o dever de cumpri-la, pois como dizia minha mãezinha, uma promessa é algo sagrado que deverá ser cumprida, e o custo, emocional ou material, deverá ter seu cálculo antes, para não sermos surpreendidos.
Por isso, pensar antes de falar é um dever que temos que respeitar, pois as consequências virão, sem sombra de dúvida, e a cobrança é feita, seja em que âmbito for.
As ações são quase sempre consequências de palavras dadas, de sugestões mal pensadas ao serem feitas, e de leviandade no momento em que são ditas; por isso pensar antes de prometermos algo se torna necessário e imprescindível.
E sem nos esquecermos de que ações valem mais ainda, pois são observadas e, muitas vezes, copiadas por pessoas menos experientes e que podem se dar mal até mesmo por não conseguirem se sair de situações embaraçosas nas quais se colocaram inadvertidamente.
A palavra também tem um grande poder, assim temos que tomar cuidado com o que dizemos ou propagamos, pois podemos nos comprometer, e não termos condições de nos corrigir, e com isso estarmos sujeitos a perder até uma amizade importante para nós.
Já de outro lado, se damos a nossa palavra confirmando uma idéia ou um compromisso, teremos sempre a obrigação de honrá-la, cumprindo aquilo que a outra pessoa estaria esperando de nós.
Devemos sempre nos cuidarmos para que nossas ações sejam respeitadas, pois não nos esqueçamos de que a toda ação corresponde uma reação, portanto bom que nos cuidemos sempre como agimos em relação ao nosso próximo.
Para que nossa palavra seja respeitada, nossas ações devem corresponder e o que fazemos ficará sempre registrado com nossos amigos e também com as pessoas que lidamos comercialmente ou mesmo esporadicamente.
Não nos esqueçamos se provocamos um redemoinho, não podemos esperar uma brisa como resposta, pois virá na mesma proporção.
De outro lado, nós também temos que ter cuidado com as nossas reações, pois elas revelam nossa personalidade.
Devemos, portanto, reagir com calma, sempre, mesmo que sejamos provocados por algo ou alguém, que teria até o prazer de nos ver irritados ou reagindo à sua provocação.
Assim, tomemos sempre o cuidado também de não provocarmos uma reação dependendo da nossa ação, ou teremos que aprender a encarar a reação causada pelo nosso ato.
O grande segredo é não nos deixarmos dominar pelo nosso ego ou pelo momento de vaidade que pode chegar inesperadamente.
Um abraço não reacionário 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
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