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Confiança e Perseverança

Consideramos vários aspectos de confiança, tais como a confiança que temos no nosso próximo, a maneira como somos tratados por nossos circunstantes, depositando em nós momentos e ocasiões nas quais nos confiam tanto sentimentos e ideias que não repartiriam com outras pessoas, assim como bens materiais.

Não devemos nunca nos arriscarmos em que nossa confiança se perca diante de alguém, pois ela, provavelmente, jamais irá se recuperar, é um caminho sem volta, decididamente.

E, importante, confiarmos em nós mesmos, para conseguirmos, assim, ganhar a confiança de nosso próximo e alcançarmos o sucesso que programarmos em nossas atividades ou em nossa vida particular.

Não nos esquecermos de que a confiança é uma viagem só de ida, ela não se recupera uma vez perdida, por isso temos que construir sempre uma maneira de viver de tal forma que possamos ganhar a confiança de quem conosco convive.

E perseverar é também um dos grandes elementos que devemos cultivar, pois aliado à confiança, nos levará ao sucesso que tenhamos em mente em nossos momentos criativos e de convivência, seja com amigos, profissionais ou parentes que façam parte de nossa vida diária.

Devemos empreender nossa luta íntima para não vivermos no clima de desconfiança, um fator importante para desenvolvermos amizades preciosas e não nos atormentarmos num clima de dúvida sem sentido, pois isso seria uma forma de preconceito que não leva a nada.

Lealdade e confiança devem estar acima de qualquer coisa, como disse um grande filósofo, e não tenhamos receio de encarar e corrigir nossos possíveis erros.

Perseverar em não errarmos, ou fazê-lo o mínimo possível, deverá ser nossa meta, mas se acontecer, tenhamos a coragem de expor nossa fraqueza e a firmeza de corrigir já será um fator determinante para que nossa confiança seja restaurada.

Podemos também ter nossas dúvidas, claro, pois somos humanos e inteligentes e não estúpidos ao ponto de termos confiança absoluta em nós mesmos.

Quem duvida terá sempre a chance maior de aprendizagem.

E não nos esqueçamos de que a confiança começa, na maioria das vezes, na autoconfiança, pois quem não confia em si mesmo, como poderá confiar no seu próximo?

Vamos aprendendo, com nossa convivência e perseverança, a entender nosso próximo, sabermos reconhecer aquilo que realmente tenha valor para nosso dia a dia, nossa luta diária, tanto material quanto espiritual.

Perseverar em tentarmos reconhecer sinais que nos ajudem a detectar particularidades, deve ser nossa meta sempre.

Claro que confiança é o resultado do conhecimento que temos no nosso próximo, para isso a convivência é essencial para que o crédito que damos e recebemos de alguém seja autêntico e bem-vindo.

Abraços e bom domingo, confiando e perseverando em nossos princípios 🙂

Amanda

 

Estar Presente

Estar presente é a possibilidade de uma pessoa ou algo que desejamos ou precisamos estar disponível.

Claro que, muitas vezes, não poderemos estar disponíveis sempre que gostaríamos, mas na medida do possível, devemos nos colocar na posição de conseguirmos servir a quem de nós precisa, e que nos solicita em situação de necessidade.

Se não for possível, de nossa parte, atender a solicitação que nos é feita, pelo menos deveríamos tentar diminuir e amenizar alguma situação de angústia e de necessidade que nos é apresentada.

Mesmo porque ninguém solicita auxilio, seja material ou espiritual, sem a necessidade, pelo sentimento de humilhação que isso representa.

Quanto mais presentes estivermos, melhor será nosso futuro como um todo, a convivência com nosso próximo, cuidando sempre para que nossa presença — e influência — não seja algo negativo, para quem nos rodeia.

E devemos nos policiar para não estarmos presentes somente em situação de desgraça ou tristeza, mas também em ocasiões de comemoração de datas significativas, aniversários, homenagens recebidas e outras.

Claro que numa ocasião de tristeza se torna imprescindível nossa presença, pois um abraço pode consolar, e mesmo sem uma palavra dita, um aperto de mão se torna imprescindível.

Estamos assim colaborando para amenizar um momento complicado ou criando condições para uma possível mudança numa situação de difícil solução.

Mas devemos ter a consciência da diferença entre estar presente ou ter presença, pois estar presente em algum local é algo estático, enquanto a presença é condição participativa, é a relação entre nosso “Eu” interior com o mundo exterior.

Enquanto alguns estão “presentes”, outros têm “presença”, quer dizer, têm um poder transformador, uma integração perfeita com o mundo exterior, pois uma pessoa com “presença” marca inevitavelmente com suas idéias e realizações.

Assim, muito importante tomarmos cuidado para não estarmos simplesmente presentes, nosso corpo pode estar lá, e nossas idéias e nosso espírito estarem bem distantes.

Nesse caso, em nada ajudamos, se formos solicitados.

Esse é o cuidado que precisamos ter para não nos desconectarmos da realidade de orientação dos que nos necessitam e que esperam de nós nossa presença, e não simplesmente estarmos ali presentes.

Portanto, vamos nos lembrar de que presença deverá ser sempre algo participativo!

Abraços e bom domingo, valorizando nossa presença para que ela também seja valorizada devidamente 🙂

Amanda

Comportamento

O comportamento se resume numa troca de ações e reações entre os seres vivos e o meio em que se encontram.

Claro que essa maneira de agir varia, de acordo com as solicitações do mundo exterior e também conforme as características psíquicas de cada um de nós, que podem ser adquiridas ou mesmo hereditárias.

Nossas atitudes e palavras dependem, evidentemente, de nossos interlocutores, se tratamos com uma senhora ou um cavalheiro, pessoa nova ou idosa, uma mais culta ou outra que não tenha tido a oportunidade de se instruir.

Evidentemente, obedecemos, na maioria das vezes, ao que tenhamos aprendido em nossa vida, mas temos que considerar as formas hereditárias, ou mesmo as adquiridas.

Geralmente, nos comportamos de acordo, até mesmo com a diferença de idade, de tempo de que dispomos, dos valores que recebemos em nossa vida, e de nossos pais, das diferenças que enfrentamos, do nosso nível de escolaridade em relação aos nossos circunstantes, e outras diferenças a que estamos sujeitos.

Mas, não podemos nos esquecer nunca dos princípios que nos norteiam, pois a convivência é importante e, muitas vezes, temos que ceder, e tentar compreender o comportamento e a maneira de encarar a vida que constatamos em quem nos cerca.

A nossa maneira de agir é, geralmente, resultado de nossa observação de vida, medida das consequências que poderão advir de nossa conduta, por isso não podemos nos descuidar de analisarmos as atitudes que tomamos em qualquer oportunidade que estejamos vivenciando.

Devemos cultivar a humildade, lembrando que nem sempre nossas ideias e convicções são as mais acertadas, e analisarmos se temos a capacidade de suportarmos tudo que poderá chegar, para não nos arrependermos depois.

Sabemos que mudar não é fácil, mas mesmo assim, devemos, de acordo com nosso raciocínio e boa vontade, tentar a devida adaptação a cada ocasião em que somos solicitados.

Precisamos dirigir nossa energia e emoção no sentido positivo, pois do contrário, essa força pode ser destrutiva, acarretando sofrimento, mas se for positiva, pode nos trazer paz de espírito e sobrevivência.

Cuidemos para não ficarmos sob o domínio de uma forte emoção, sem que tomemos consciência disso, para não sofrermos as consequências que poderão nos prejudicar, tanto física, quanto espiritualmente.

E, vamos aprendendo, mesmo com nossos possíveis fracassos, no sentido de conseguirmos corrigir os eventuais erros, para evitarmos que nossos sentimentos se tornem uma fonte de desventura, com possíveis implicações desastrosas e inesperadas.

Portanto, nosso propósito deverá ser de termos a preocupação de que nosso comportamento seja sempre adequado a cada situação que se apresente em nossa vida.

Abraços e bom domingo, bem comportados 🙂

Amanda

NUNCA: evite a palavra

Sempre ouvi de nossos pais de tentarmos evitar o uso da palavra nunca, pois ela exprime uma antipática negativa.

É um radicalismo que só nos lembra como nada é definitivo e devemos ser maleáveis, dentro de nossos conceitos e limites.

Claro que poderemos nos deparar com situações criticas, mas sempre passíveis de revisão.

E, como disse um grande filósofo, quem pensa muda, portanto devemos estar permeáveis a mudanças, dependendo, inclusive, da ocasião e do momento vivido.

Sabemos que existem circunstâncias, independentes de nossa vontade ou de nossa capacidade, em que temos sempre a esperança de que possamos mudar algo, em nossa vida, seja profissional ou pessoal.

Mas essa esperança deverá ser acompanhada de nosso raciocínio, no sentido de sabermos o que pode ser esperado ou não.

E, de acordo com essa probabilidade, vamos nos entregando a uma luta, no sentido de tentarmos sempre alcançar o nosso objetivo e os resultados positivos.

A esperança que devemos ter é o que nos move para tentarmos conseguir chegar onde planejamos, e seguir até determinado objetivo ao qual nos propusemos, e que achamos seja o ideal em determinada situação.

Claro que sabemos, sempre ao iniciarmos uma luta por algo que desejamos, que podemos ou não obter os resultados pelos quais viemos lutando, mas ao mesmo tempo, devemos estar prevenidos quanto a algum resultado inesperado, para não sermos vitimas de decepção que nos faça sofrer por algo negativo que venha a acontecer.

Agora, se pensamos ou falamos sempre a palavra “nunca”, facilitaremos a sensação de fracasso que pode nos acompanhar e prejudicar nossas atividades, amizades e resultados que esperamos e dos quais precisamos.

Lembrando sempre: nunca faça um convite na negativa, como: “você não quer um café?” A pergunta na negativa já predispõe a resposta: “não quero, obrigada”.

E, mesmo que tenhamos a sensação de que não teremos jamais uma oportunidade de realizarmos algo que desejamos, a última atitude a tomar seria a de desânimo ou de nos desiludirmos de nossa capacidade para conseguirmos o resultado desejado.

Mesmo porque, com os tempos atuais de tantas informações e condutas tão polimorfas, impõe-se fazer uma seleção ou filtragem, para que certos comportamentos não nos submetam a atitudes anti-sociais.

Temos que depurar o que nos chega, e promover o encaixe ao pequeno mundo que nos cerca e, assim, sermos produtivos e bem vistos, conseguindo agradável convívio social.

Para isso, temos que cultivar a expectativa de realização, e nesse caso tentarmos conservar o ânimo.

Vamos, portanto, manter o entusiasmo para que obtenhamos resultados no que empreendermos, evitando de usarmos a palavra NUNCA.

Abraços e bom domingo, animados e SEMPRE com esperança de realizarmos nossos objetivos 🙂

Amanda

Imparcialidade

Examinarmos a nós mesmos com imparcialidade no sentido de reconhecer nossas deficiências, pode nos trazer resultados especiais em nossa vida, mas não é fácil, pois tendemos a ser meio cegos para não vermos o que não nos agrada em nossa personalidade.

De outro lado, também devemos tentar ver nossas qualidades. O que vale é o equilíbrio de nossa percepção em relação ao que encaramos como características: qualidades ou defeitos.

Nossa análise deve e tem que ser imparcial, para conseguirmos progredir em nossas atividades, tanto em julgamento aos mais próximos, pois não somos infalíveis, quanto em atividades de outros, mesmo que não pertençam ao nosso círculo.

Tentemos nos lembrar de que errar é humano, como diz o velho ditado, e se temos a tendência de julgarmos o nosso próximo, tomemos muito cuidado para que não sejamos injustos e depois nos arrependermos com as consequências que poderão advir de nossa atitude.

Sermos imparciais sobre qualquer assunto que envolva terceiros, é uma característica de quem deseja errar o menos possível e, dessa forma, não comprometermos uma amizade que pode ficar abalada, sem que tenhamos feito algo com esse propósito.

Não privilegiarmos ninguém é o que temos a obrigação de ao menos tentarmos, para que a justiça sempre seja feita, pois a parcialidade pode beneficiar a pessoa ou o lado errado.

Claro que temos opiniões diferentes, mas sempre existirá um modo racional de conseguirmos ver e analisar situações em que somos consultados a opinar, e é nesse caso que devemos tentar sermos imparciais, para evitarmos de cometer injustiças que poderiam não ter a chance de serem corrigidas.

Não podemos passar o tempo tentando julgar a atitude de quem quer que seja, pois nós também somos falíveis e sujeitos a erros que serão julgados por outros.

Por isso, tão importante mantermos a imparcialidade em todas as nossas atividades e assuntos, principalmente os referentes a julgamentos que podem nos comprometer e, muitas vezes, nos prejudicar em algum momento de nossa vida, seja pessoal ou profissionalmente.

Evitarmos erros de opinião e ponderarmos sobre assuntos delicados, principalmente inerentes a terceiros, deve ser nossa preocupação sempre, para não cometermos injustiças referentes a amizades que são tão preciosas.

Abraços e bom domingo, bem imparcial e justo 🙂

Amanda