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Dar opinião

É um problema sério e que costuma acontecer mais do que nos lembramos ou que valorizamos, mas se pensarmos bem, veremos que ocorre também mais do que desejaríamos.

Quantas vezes pensamos que estaríamos tornando um contato mais amistoso e carinhoso, com qualquer nível de amizade que temos, dos mais cerimoniosos aos mais íntimos, e ouvimos algo que nos desagrada.

Achamos que estaríamos prontos para alguma ocasião, na qual tivemos o propósito de agradar a quem nos acompanha ou que tenha nos convidado, e ao invés de ouvirmos palavras de incentivo, claro que sinceras, ouvimos criticas indevidas, seja a respeito de horário, de roupa inadequada, etc.

O respeito é muito bom e uma opinião só deve ser emitida quando solicitada, pois caso contrário, poderá soar como um palpite inoportuno.

Isso em qualquer tipo de realização, seja social, seja na aparência física, em todo tipo de atividade que envolva o nosso próximo.

Se não pedimos opinião, é porque estamos certos de estarmos atingindo o melhor que teríamos conseguido imaginar, e nosso intuito de agradar deverá ser levado em consideração.

Isso ameniza qualquer falha que teríamos, por acaso, cometido.

E, se pedimos, ou se nos pedem uma sugestão, essa opinião deverá ser sincera, mas mesmo assim, colocada de forma delicada sem ofender quem a solicitou.

Mesmo porque, o ponto de vista de cada um é extremamente pessoal, e que a pessoa acredita ser verdadeiro, e as opiniões que cada um vai emitir, também dependem das aspirações pessoais e do nível e maturidade psicológica de cada um de nós.

Assim, temos que ter muita cautela na emissão de uma opinião, pois ela pode soar como discriminatória e ofensiva para outros.

A opinião é uma forma pessoal de ver e representa o estado de espírito da atitude de uma pessoa ou de um grupo em relação à sua própria realidade.

Mesmo que não seja o nosso ponto de vista, devemos considerar que todo enfoque depende de diversos fatores, tanto sociais, quanto de culturas diferentes em que somos criados e educados, então a crítica deverá ser muito cautelosa, pois podemos cometer injustiças, mesmo sem o desejarmos.

Lembrando também que uma opinião, mesmo que sincera, emitida em momento inoportuno ou em público pode humilhar a pessoa que está sendo alvo e ocasionar uma inimizade, ainda mais se não foi solicitada.

Corrigir ou criticar alguém em público é uma forma de humilhação que nem todas as pessoas suportam com elegância e discretamente.

Por isso, devemos nos cuidar muito ao emitirmos nossa opinião sobre algum assunto, principalmente se não tenhamos sido solicitados, evitando sempre o pior dos erros, que é corrigir alguém em público.

Abraços e bom domingo sem criticas inúteis 🙂

Amanda

Desatenção

Quando falamos em desatenção, nos referimos sempre em deixarmos de dar a atenção necessária a alguma necessidade que pessoas amigas estariam passando, e a qual teríamos condições de atender.

E, muita vezes, são situações que não trariam muito ou nenhum sacrifício de nossa parte, e sim dependeriam de nos organizarmos para atendê-las.

O que poderia ser, na maioria das vezes, um grande alivio para quem recebesse esse tipo de atenção, e que poderia dar um grande alívio à sua vida diária.

Sabemos que, em algumas ocasiões, o que não tem importância para uns, seria de grande serventia para outros, por isso não podemos perder a chance de tentarmos ajudar em qualquer ocasião que se fizer necessária e que temos condições de fazê-lo.

Se estivermos atentos no sentido de tentarmos socorrer alguém, com certeza, ficaremos felizes em conseguirmos algum resultado que ajude a pessoa a sair de uma situação difícil.

A desatenção é a capacidade limitada de permanecer atento por um tempo necessário a fim de realizar determinada tarefa, e às vezes pagamos caro por isso, sem condições de reverter determinada situação.

Devemos, assim, prestar atenção a sintomas que podem identificar nossa desatenção, como a dificuldade de acertar atividades escolares, quando parecemos não escutar quando estão se dirigindo a nós, apresentarmos esquecimentos frequentes, distrairmos facilmente por estímulos alheios ao assunto em questão naquele momento, e outros detalhes aos quais não estamos atentos.

Por isso devemos prestar atenção ao nível de inquietude, impulsividade mesmo desde a infância, pois se associa a dificuldades na escola e no relacionamento, e nas crianças podem até serem confundidas com avoadas, estabanadas, e na fase adulta, problemas de desatenção podem ser considerados como egoísmo.

E, no caso, é importante mantermos o contato com profissionais especializados que poderão prestar a ajuda necessária e tratamento adequado no sentido de as pessoas com esse déficit, terem a condição de se enquadrar num ambiente onde não sofram nenhuma discriminação.

Especialistas dizem que o primeiro diferencial entre a desatenção e déficit de atenção é a duração: a distração comum, como dizem, é passageira, tem um início e tem um fim. E cessa quando cessa o estímulo que a causou.

Explicam também que o ideal é sempre tentarmos aumentar nossa capacidade de concentração, pois ela amplia a capacidade de memorização, evitando mesmo que soframos acidentes, e aumentando também nossa aptidão em vários setores.

Por isso, vamos ajudar a natureza tentando praticar o combate à desatenção, vivendo em ambiente organizado, criando uma rotina em nossas atividades, dividindo as responsabilidades, sem egoísmo e sem vaidade.

Essas seriam algumas dicas que sempre tentamos seguir de acordo com especialistas que lemos e estudamos.

Vamos lá!

Abraços e bom domingo, com maior nível de atenção que consigamos ter em nossa vida 🙂

Amanda

Desconsideração

Desconsideração é, basicamente, a ação ou o efeito de desconsiderar, uma falta de respeito, seja com relação a qualquer assunto que demande uma obediência, um acatamento para que haja bom funcionamento de uma lei ou convivência.

Não devemos de forma nenhuma e em qualquer ocasião ignorar aquilo que estaria proibido ou descrito como não recomendável, pois estaremos sempre sujeitos às leis que regem tais proibições, sejam elas de menor ou maior importância, pois o que não é importante para alguns, pode se tornar de muito valor para outros.

Uma desconsideração pode ser mesmo uma ofensa, por exemplo, palavras desagradáveis ditas em momento de raiva instantânea, sem que se pense antes de se exprimir, e é nesse momento que devemos nos esforçar para que nosso controle possa se manifestar.

Devemos sempre nos educarmos para lembrar de usarmos a consideração, solicitude e atenção para atendermos aos amigos, sem nos esquecermos de compromissos que tenhamos assumido anteriormente.

Outro aspecto que temos que desenvolver é o de cumprirmos os compromissos assumidos, pois isso faz com que haja a confiança que os outros depositam em nós, sabendo que nunca falhamos, a não ser em casos de extrema necessidade.

A consideração se refere também a pessoas que não sejam nossos conhecidos, mas alguém que nos chega solicitando uma informação, e até mesmo pedindo algo material de que estariam necessitados.

Muitos não atendem a esse tipo de pedido, mas acho desumano, pois só o fato de alguém estar pedindo, já significa um tipo de humilhação que nenhum de nós gostaria de ter que passar.

Não podemos e nem devemos ignorar aquilo que nos rodeia, e sempre que pudermos prestar alguma ajuda, seja em que aspecto for, devemos fazê-lo. Com certeza nos sentiremos bem melhor.

É óbvio que não seremos obrigados a tomarmos conhecimento de tudo o que nos rodeia, mas chegaremos a observar aquilo que falta ao nosso redor, e que, se pudermos amenizar, o faremos, pois fomos educados a ajudar a quem necessita, estando ao nosso alcance.

Claro que, se desconsiderarmos e fingirmos que não estamos vendo, ninguém nos cobrará, mas vamos imaginar como ficará nossa consciência. Será que dormiremos em paz?

Obviamente, esse é um problema só nosso, mas se somos sérios e conscienciosos, não precisamos de ninguém nos cobrando e nos lembrando das necessidades alheias, sejam materiais ou espirituais, pois um simples conselho ou opinião que emitimos pode mudar uma vida.

Prestar atenção é mais trabalhoso do que ignorarmos, mas que nos fará bem, tenho certeza que sim!

Não nos esqueçamos de que a desconsideração é um desprezo que pode custar consequências inimagináveis, pensemos portanto, que, muitas vezes, uma pequena atenção pode ser importante e servir para recuperar situações, com uma simples intervenção que nada nos custaria.

Até o próximo domingo, com um abraço cheio de consideração 🙂

Amanda

Incertezas

Nunca deixe que as tristezas do passado e as incertezas do futuro estraguem as alegrias do presente.

Li uma vez esta frase e achei interessante o seu conteúdo, com o qual concordo inteiramente.

Na verdade, o que nos entristeceu em tempos atrás poderá estar sempre presente em nossos corações, mesmo que tenhamos superado e que tenhamos conseguido ultrapassar sem muito sofrimento.

Claro que o que nos aborrece costuma deixar cicatrizes, e embora a ferida tenha sido aparentemente curada, e possamos continuar a viver tentando evitar que elas retornem, muitas vezes ficam sequelas que não são fáceis de apagar.

Temos que nos cuidar para que as incertezas não tomem conta de nós e nos façam tristes, cuidarmos para que interpretemos devidamente as atitudes do próximo, para que não cometamos injustiças, e não faltemos com a verdade dos fatos.

Assim, importante praticarmos cautela para que, sem estarmos certos do que se passa ou que se passou, não nos influenciarmos para o lado contrário à verdade que encerra, e não deixarmos que as aparências nos enganem, muitas vezes, sem o retorno que poderia por fim às dúvidas que surgem.

Quando estamos em dúvida de como agir em alguma situação, temos que colocar o nosso cérebro para trabalhar mais arduamente, para que consigamos encontrar a solução ideal para os problemas aos quais estaríamos buscando.

Se não tivermos certeza de estarmos agindo corretamente, melhor será desistirmos para não termos arrependimentos futuros, e sem a possibilidade de mudar uma situação já estável e que não nos deixe nenhuma expectativa de trocar de lado, por exemplo.

Assim, devemos tomar muito cuidado para que as incertezas do futuro e decepções do passado não possam danificar as alegrias do presente, e para isso, temos que pensar muito antes de agirmos em qualquer situação, seja na área profissional ou pessoal.

Na verdade, o risco designa uma situação em que as possibilidades do futuro são conhecidas, de certa maneira, mas a incerteza se refere a uma situação em que não se conhecem somente as possibilidades.

Infelizmente, em nossa vida diária, nos deparamos com pouca coisa de que podemos ter certeza.

Pois tudo é imprevisível e a dúvida e a incerteza fazem parte de nossa convivência, e apesar de nossas condições saudáveis de saúde, de convivência social, e que tudo isso possa nos oferecer certa medida de segurança, a vida nos mostra que não podemos presumir que tais situações sejam infalíveis, e que tudo seja sempre um “mar de rosas”.

O tempo e o imprevisto sobrevêm sobre os acontecimentos e chegam sem que possamos prever e esperar. Por isso, tão importante mantermos sempre dentro de nós o amor e amizade, sem falar na gratidão, que nos traz paz para lidarmos com o imprevisto e imprevisível.

Como não podemos prever e influir em muitos acontecimentos que surgem em nossas vidas, o que podemos fazer é tentarmos nos prevenir onde pudermos, e assim lidar com as incertezas da maneira menos traumatizante que conseguirmos.

E tomemos cuidado para não nos fixarmos em algo que ainda nem aconteceu! Como dizem, não vamos sofrer por antecipação.

Abraços e bom domingo, tentando dominar as incertezas o mais possível 🙂

Amanda

A arte de dominar

Para mim, a principal arte que nos ajuda a viver bem é aprendermos a dominar nossa mente, no sentido de conseguirmos realizar aquilo que desejamos e que achamos ser o ideal em nossa vida, tanto no sentido espiritual como no material.

Em primeiro lugar, devemos aprender e cultivar a arte de chegarmos a dominar os desejos indesejáveis, ambições que não sejam o ideal em nossa vida, os vícios que podem nos destruir.

Quando conseguimos dominar aquilo que desejamos fazê-lo, vamos nos sentindo vitoriosos, pois sofrear nossa mente é um prêmio que recebemos da natureza.

Quando falamos em domínio, temos a tendência de achar que dominar significa sempre algo que desmerece a quem o faz ou que se sujeita.

Mas não é esse tipo de domínio a que nos referimos, e sim ao construtivo, seja em que sentido se referir.

Principalmente ao conseguirmos dominar nosso sentimento que não for muito positivo, ou que nos constranja diante de nosso próximo, e que nos seja difícil conter.

Para isso, temos que manter nossa mente sempre em ordem, tentarmos nos encontrar sempre com idéias positivas e construtivas, para que consigamos ajudar quem nos rodeia e quem de nós necessita, em qualquer ocasião.

Importante, no entanto, é conseguirmos usar com muito critério a ciência da persuasão, mas sem praticarmos a manipulação, para evitarmos o domínio de forma desonesta.

Assim, sempre que necessitarmos de informações, seja em que âmbito for, tentemos usar da honestidade acima de tudo em qualquer ocasião, e sabermos que, com isso, teremos a chance de conseguirmos resultados incríveis.

Podemos dominar um assunto, uma pesquisa, sem usarmos de artifícios, e tentando sempre retribuir a quem nos fornece uma resposta para aquele assunto que estaríamos discutindo, pois uma coisa é certa: as pessoas se sentem sempre obrigadas a retribuir um favor que lhes foi feito.

E, se dominamos uma situação, um assunto, uma ciência, teremos sempre a chance de transmitirmos algo proveitoso para nossos circunstantes.

Sempre vemos o assunto “dominar” sob vários aspectos, como dominar a arte da sedução, de implementar as vendas através exatamente da persuasão, que consiste na estratégia da comunicação e utiliza recursos emocionais para induzir alguém a aceitar uma idéia, uma situação, uma forma de encarar negócios a serem feitos, etc.

E quando nos referimos também a dominar, pensamos igualmente em conseguirmos conter nossos instintos que não se coadunam com nosso modo exato de pensar e agir, pois sem esse domínio, estaríamos sujeitos a criarmos situações difíceis de serem contidas ou toleradas.

Dominar, portanto, não significa necessariamente comandar, reger, influenciar.

É o fato de conseguirmos conter, controlar até mesmo nosso temperamento, nossa maneira de agir para que não seja um tanto exagerada e fora do propósito que desejaríamos.

Abraços e bom domingo, bem dominado por nós, na medida exata para que não sirva de prejuízo a ninguém 🙂

Amanda