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Ânimo e Paciência 

Ânimo e Paciência são características que temos que cultivar conosco, sobretudo em nossas recaídas, sejam de que espécie forem durante nossa vida, principalmente no sentido prático da nossa convivência.

Nosso estado de ânimo depende muito da maneira tranquila de agirmos em relação à paciência de que dispomos.

Assim, devemos sempre fazer um esforço para que consigamos não errar, ou errar o mínimo, para podermos julgar com isenção de ânimos, como sempre comento.

Muitas vezes, se errarmos em assuntos leves e sem muita importância, as consequências não serão muito graves, mas se isso acontece em atitudes de mais responsabilidade, estaremos sujeitos a provocar consequências graves, e sem solução. Nosso ânimo, ou intento, deverá ser, sempre, o maior possível, para termos a força necessária afim de realizarmos aquilo que desejamos e planejamos, pois o planejamento é fundamental em qualquer área que possamos ingressar, e para conseguirmos os resultados necessários e desejados por nós.

Empreender ou planejar sem o devido ânimo e paciência é não poder contar com o sucesso de qualquer resultado esperado.

Pois um sem o outro, seguramente, não terá como resultado o sucesso que esperávamos e que desejávamos desde que iniciamos o nosso projeto, seja ele qual for.

Precisamos e temos que nos esforçar para que nossos projetos sejam bem sucedidos, dependendo muito de nossa coragem, nosso espírito de luta.

Se nos acovardarmos mediante um desafio que empreendermos, já temos que contar desde o início, com o mau resultado daquela missão.

E isso seria, de certa forma, covardia, o que devemos fortemente recusar na nossa mente e em nosso corpo, pois a luta é uma característica de quem deseja ardentemente vencer, em qualquer empreendimento ao qual se propõe.

Devemos ter ânimo para vencer as dificuldades que se apresentam naquilo que iniciamos, mas lembrando que mesmo depois de termos planejado e estudado cada detalhe, estaremos sujeitos a errar.

Portanto, nosso desejo, e nosso intento se tornam uma força que expressa um excesso de coragem em muitas situações que nos exigem também ânimo para enfrentar e vencer as dificuldades que se apresentam toda vez que tentarmos criar algo, em qualquer âmbito de nossas atividades.

Vamos, então, sempre à ação, desenvolvendo nosso ânimo e nosso espírito de luta, colocando em nós a força de vontade e a paciência para os resultados que desejarmos alcançar.

Abraços e bom domingo, animados e cultivando sempre nossa paciência 🙂

Amanda

Atração e convivência

Sempre ouvimos dizer que os opostos se atraem, claro do ponto de vista de reação física, aprendemos que é assim que se comportam os corpos, de maneira geral.

E isso se aplica bastante na nossa vida do dia a dia, entre amigos e também em relações amorosas.

Muitas vezes, o amor não anula a dificuldade de se conviver, pois o cotidiano demanda uma série de adaptações entre as pessoas, e com a convivência e os problemas que se apresentam e que exigem de nós soluções práticas, que às vezes não temos condições de tomá-las, por ficarmos envolvidas com nossos sentimentos.

Mesmo porque, nossa vivência do ponto de vista prático exige de nós decisões que podem, se erradas, dar um rumo que não nos será apropriado para continuarmos a viver satisfatoriamente.

E o convívio, mesmo parecendo fácil, por mais que o amor esteja presente, é algo que nos pede compreensão, adaptação, e igualdade, pelo menos em pontos essenciais para que se torne agradável e não tenha nenhuma característica que chamamos de cansativa ou custosa.

Por isso, a convivência se diz algo não tão fácil que envolve a intimidade, e para resistir ao que chamamos a falta de cerimônia que a intimidade costuma trazer, é preciso que tenhamos essa consciência, afim de conseguirmos manter o rito da educação, que, normalmente, dedicamos a quem temos menos familiaridade.

É exatamente como devemos atuar com quem tenhamos a intimidade da convivência, e como agimos quando acabamos de conhecer alguém e demonstramos o tratamento com toda educação.

Se tratamos dessa forma quem vemos pelas primeiras vezes, por que não continuar esse tipo de atitude durante o convívio mais intimo?

Geralmente, a intimidade barata traz, no entender de muitas pessoas, a liberdade de tratamento sem o respeito necessário para uma convivência respeitosa.

Em geral, somos nós que determinamos como queremos ser tratados. Principalmente quando acabamos de conhecer alguém, nós colocamos instintivamente a baliza a ser respeitada.

Não quer dizer, com isso, que tenhamos que nos impor com atitudes grosseiras, nada disso, mas a convivência é sem dúvida, uma arma de dois gumes, e a única forma de determinarmos o limite adequado à nossa personalidade e maneira de agir.

E, justamente a convivência vai dar os limites a quem vier a nos conhecer e conviver conosco, seja por amizade, seja por motivo amoroso.

Quanto mais íntimos, mais respeito devemos exigir de quem faz ou fará parte de nossa vida, pois não há intimidade que justifique a falta de respeito.

Quando a atração acontece, é exatamente quando a convivência se instala, e mais respeito e consideração com nossos pares ou com nossos amigos devem fazer parte da vida de cada um, para que o amor possa crescer num ambiente de respeito e consideração mútuos.

Nesse caso, a atração pode sugerir a convivência, por não ter havido nenhum engano que pudesse surpreender quando se firmam conceitos, gostos e maneira de viver e, principalmente, de encarar a vida e seus acontecimentos.

Vamos, portanto, tentar sempre viver bem e principalmente, conviver em paz o mais possível, dentro de circunstâncias agradáveis e desejando uma relação amorosa possível para eliminarmos qualquer situação de sofrimento e estresse.

E quanto mais convivência, mais educação!

Abraços e bom domingo 🙂

Amanda

Ser feliz ou ter razão?

Muitas vezes teimamos em nos convencer — a nós mesmos ou aos outros — de que temos razão naquilo que estamos tratando ou discutindo, assuntos os quais podemos até dominar.

Mas será que basta estarmos corretos? Mesmo tendo certeza do que estamos debatendo, vale a pena uma determinada discussão que pode ocasionar em certas ocasiões até uma inimizade, ou um mal estar que prejudicaria a convivência antes tão agradável e respeitosa?

Devemos pensar bem antes de entrarmos numa discussão estéril e cujos resultados, possivelmente, nem beneficiariam na mesma proporção dos aborrecimentos causados e, ao contrario, poderia mesmo provocar um corte numa relação antes tão proveitosa, espiritual e materialmente.

Essa relação entre amigos deve e tem que ser respeitada e cheia de bons propósitos para que possa durar, dentro do espírito de amizade e cooperação desinteressada, que fazem com que os amigos continuem sempre a fazer parte de nossa vida.

Se batalhamos inutilmente para termos sempre razão, estaremos nos arriscando a criarmos um mal estar desnecessário e que pode não ter volta, até mesmo arranhando uma amizade que teria tudo para ser duradoura.

Por isso, ter razão não justifica querermos impor nossa idéia, seja em que assunto for que esteja sendo abordado naquele momento.

Quem solicita nosso ponto de vista, também, normalmente, conhece o assunto que colocou em questão naquela ocasião, e às vezes só quer ouvir o nosso.

Não quer dizer que nos seguirá, mas precisa nos escutar, portanto, limitemo-nos a dar nossa opinião, mesmo que ela não seja acatada.

Temos que tentar não nos sentirmos felizes à custa de querermos impor nossa opinião ou idéias já arraigadas, e que podem não estar certas, pois não somos donos da verdade.

E temos que estar conscientes de que não somos infalíveis e cultivarmos a humildade de aprendermos sempre que paramos para escutar e nos convencermos de que o nosso próximo pode estar mais certo do que nós.

O que não é fácil, pois a vaidade é uma característica que, em certas ocasiões, costuma dominar nosso espírito e nossa maneira de agir, e provocar, portanto, atitudes que podem gerar resultados inesperados.

Temos que tomar muito cuidado com atitudes precipitadas, pois mesmo tendo razão, estaremos sujeitos a provocar reações inesperadas, que podem comprometer toda uma situação e não nos deixar corrigir algo que só vemos quando não temos mais condições de mudar.

E ai, não adiantaria termos razão, se não podemos influir numa situação que pode, muitas vezes, afetar uma vivência, um emprego, uma convivência amorosa ou amistosa.

Nunca é agradável ou saudável se perder uma amizade ou até mesmo um grande amor.

Vamos, portanto, nos cuidarmos para que a convivência não se transforme numa arma que passemos a construir contra nós mesmos.

Abraços e bom domingo, pensando bem: queremos ser felizes ou ficarmos com nossa razão?

Feliz Páscoa 🙂

Amanda

 

Voz da consciência

Se escutarmos sempre, ou tentarmos fazê-lo toda vez que tomamos alguma atitude que nos leva a alguma dúvida se agimos bem, ou se devíamos ter nos comportado de maneira diferente em determinada ocasião, poderemos nos sentir mais confortáveis.

A voz da nossa consciência é muito forte, e se não a ouvimos é porque estamos ignorando-a, pois talvez seja mais conveniente.

Ela, normalmente, nos diz se estamos certos ou errados, só que muitas vezes, não combina com o que queremos fazer, e nesse caso preferimos ignorá-la.

É mais oportuno não ouvi-la do que termos que mudar nossa atitude naquele momento.

Temos que julgar com isenção de ânimos, se devemos ou não, dentro de nosso raciocínio, fazer o que ela nos sugere, ou se devemos escutar o que nos diz nosso instinto, e para isso temos que ser muito racionais, para tentarmos errar o menos possível.

Nossa consciência pode nos emitir uma idéia de como devemos interferir ou não em situações decisivas, e isso, muitas vezes, se torna extremamente perigoso de errarmos em nosso juízo e também de tomarmos atitudes que não sejam muito apropriadas para a ocasião que se apresenta naquele momento.

É como se alguém de fora nos estivesse dizendo o que devemos fazer, mas precisamos, para isso, ficarmos atentos, pois nossa consciência pode nos dizer algo com que não concordamos e, nesse caso, fingimos não escutar e agimos da maneira que queremos.

E não adianta nos arrependermos depois, pois o tempo não volta.

Aguentemos as consequências, que muitas vezes são duras e podem até mesmo mudar nossa vida.

Que fazer?

Tentarmos ouvir quando nossa consciência nos alerta, e como ela é silenciosa, fica mais difícil. Precisamos nos acostumar a escutá-la. Se torna um exercício de boa vontade, para que consigamos resultados que nos deixarão felizes, e em alguns casos, realizados.

Isso é o que nos diferencia dos animais: sabemos quando fazemos o mal e nos entristecemos e também quando fazemos o bem, e isso nos alegra.

Mas, para isso a consciência deverá ser bem formada, pois ela está sujeita à influência do meio em que vivemos.

Claro que, nem sempre o que pensamos seja o adequado na concepção de outras pessoas, mas é aquilo que aprendemos desde que nascemos e é a nossa concepção de acertos e de erros.

Dentro do que acreditamos, devemos defender o espírito de correção e tentarmos fazer com que nossa consciência possa nos ditar aquilo que consideramos o apropriado na nossa criação, como fomos orientados e educados.

Não devemos nunca agir como “donos da verdade”, mas tentemos seguir de acordo com o propósito de acertar, dentro da moral e bons costumes aprendidos com nossa família e nossa vivência.

Abraços e bom domingo, prestando atenção na voz que nos chega de nossa consciência 🙂

Amanda

Alegrias e dores

Sobre esse assunto existem algumas discussões a respeito.

Claro que nos momentos de alegria podemos nos expressar com muita facilidade, pois o próprio ambiente nos inspira e nos faz dizer coisas bonitas, elogios, etc, e com muita sinceridade.

Mas existem momentos na vida de todos nós, onde as palavras se tornam difíceis e nossa voz não sai, ficamos mesmo engasgados, sem palavras que possam exprimir os sentimentos que a situação triste nos inspira.

Será que conseguimos nos expressar quando temos que dizer algumas palavras adequadas em ocasiões dessa natureza?

Alguns realmente travam quando se encontram nesse tipo de situação, e sabemos que algumas perdas transformarão a vida das pessoas envolvidas em determinada conjuntura.

Como dizer de nossa lástima quando vemos amigos passando uma tristeza difícil de ser superada e onde não há nada a fazer para modificar determinado momento? Só podemos tentar amenizar a passagem triste do tempo, expressando sempre nosso carinho, assim ajudando a passar o tempo, que, como dizem, é o melhor remédio.

É um contraste falarmos de alegrias e dores, mas, por isso mesmo abordo esse assunto, tentando reforçar a idéia da importância de tentarmos oferecer aos nossos queridos amigos momentos alegres que possam ajudar a diminuir seu sofrimento.

As alegrias podem ser passageiras, mas não se pode anular o tempo que desfrutamos delas.

Toda alegria que possamos vivenciar é válida, seja por pequenos eventos que presenciamos, seja por pequenos acontecimentos que nos façam felizes, lembrando-nos de que tudo o que se refere a reação de felicidade é muito pessoal e intransferível, pois o que nos faz felizes, muitas vezes para outros nada significaria.

Nem sempre o que vale para uma pessoa, inspira o mesmo para uma outra.

O que deve, sim, constituir algo de importante para nós é aprendermos a valorizar nossos momentos de alegria com membros de nossa família e nossos amigos, não exigentes em excesso, claro, com espírito de luta para conseguirmos o que pudermos dentro de nossas possibilidades.

Lembrando sempre que devemos lutar pelo que queremos, mas temos que aprender a querer aquilo que nossa aptidão possa realizar, evitando assim, as dores que poderão advir de algo que consideremos fracasso.

Abraços e bom domingo, com muitas alegrias e menos dores, se pudermos evitá-las 🙂

Amanda