Arquivos do Blog

Discriminação: É triste, mas existe.

Uma das coisas que mais me choca é a atitude de alguém discriminando outra pessoa, seja em relação a raça, ou comportamento, ou diferença social e financeira.

Me faz mesmo muito mal, e na verdade, tento evitar no futuro a pessoa que comete tal desatino.

E, infelizmente, vemos muitos casos, e problema é que nada é dito em relação a tal comportamento, nem pelos participantes dessa atitude, nem pela própria vítima, pois essa fica, na maioria das vezes, sem ação naquele momento em que sofre tal ataque.

Mesmo porque, em alguns casos, essa posição é tomada sem alarde, e até sem que outros percebam o que está se passando, pois a vítima nada reclama, até mesmo no sentido de não chamar atenção para a dona da casa ou a quem programou determinada reunião.

Discriminar é feio mesmo, e devemos incutir esse princípio em nossos filhos e nunca alimentar diante de nossos amigos que têm o hábito de fazê-lo.

E muitos o fazem achando que os circunstantes irão gostar, aquele tipo que gosta de rir do que não tem graça, sem a mínima consideração para o absurdo que aquilo encerra.

Discriminar não é somente falar mal de minorias, ou mesmo zombar diretamente, mas sim uma atitude discriminatória pode se notar até num isolamento em alguma reunião social, e já percebi isso em pessoas que jamais admitiriam, mas que discriminam, seja com um sorriso forçado, ou uma palavra que não caberia naquele momento.

Pode se dar em diversos contextos, mas o mais comum é o social, através da discriminação cultural, ética, política, religiosa, sexual ou etária, e que podem, por sua vez, levar até mesmo à exclusão social.

A discriminação racial é das formas mais frequentes, e consiste no ato de diferenciar, excluir e restringir alguém com base na sua cor, ascendência ou etnia.

Mas tão feio é a discriminação social, quando a pessoa em questão é tratada de forma desigual simplesmente por não pertencer à mesma classe social e religiosa.

Isso é uma tremenda injustiça que se comete.

E no caso de crença religiosa, principalmente, deveríamos ter o máximo de respeito, pois cada um tem o direito de crer naquilo que elegeu, seja por educação familiar, por sua própria maneira de interpretar a religião ou pela educação que recebeu, enfim, pelo próprio direito que a vida lhe dá.

Atitude discriminatória compromete os direitos fundamentais do ser humano, e prejudica a pessoa tanto no seu contexto social, cultural, político e econômico.

Cuidemos, portanto, para que nossas atitudes não sejam preconceituosas, raciais e de outras espécies, pois não nos levará a nada e nossa convivência ficará sempre prejudicada, pois o preconceito evitará que conheçamos e possamos conviver e aprender com pessoas interessantes, independentemente de sua cor, crença e maneira de agir, se as discriminarmos.

Abraços e bom domingo, sem nenhuma discriminação 🙂

Amanda

Desprendimento

Claro que não vivemos nem podemos viver num absoluto desprendimento, pois a vida é uma luta constante e temos que tentar manter aquilo que conseguimos, sob todos os aspectos, com a batalha diária, e do que dependemos para podermos viver.

Mas, como tudo nesta vida, devemos obedecer e seguir conceitos e limites. Como se diz: nem tanto, nem tão pouco.

Se cultivamos o sentimento de nos desprendermos de coisas materiais não tão necessárias para conseguirmos viver, teremos a possibilidade de sentir que a nossa vida pode ser bem mais agradável, junto aos parentes, funcionários e amigos.

Mesmo porque, se pensarmos bem, muitas coisas não são assim tão importantes e se podemos dividir, tanto idéias quanto bens materiais, chegaremos à conclusão de que pouca ou nenhuma falta nos fará.

E, em grande parte das vezes, poderá servir e fazer o bem a alguém, o que nos deixará felizes e satisfeitos.

Para isso, temos que valorizar o relacionamento, a amizade que nos une às pessoas que fazem parte de nossa vida, seja particular ou profissional, e importante nos dedicarmos com carinho, sinceridade, tentando encontrar em conjunto soluções e definições, que, bem feitas, podem mudar a direção de uma vida.

Quando falamos em nos desapegarmos de algo, não quer dizer que sejamos indiferentes ao que seja útil, tanto para nós, como para os que nos rodeiam, mas sim que nos desapeguemos ao exagero de coisas materiais, sem nos preocuparmos com os nossos circunstantes.

O que devemos nos atentar seria de não nos apegarmos ao ponto de nos descuidarmos da atenção que temos que ter para com nosso próximo, e o auxílio que temos o dever de prestar a quem nos necessita, ou de quem nos solicita uma ajuda, seja em que âmbito for.

Mesmo porque uma ajuda não significa somente no sentido financeiro, mas também pode chegar em busca de apenas uma palavra de conforto, uma informação profissional ou até mesmo um agradecimento por algo que já tenhamos prestado, e do qual já nem nos lembraríamos na ocasião.

Até mesmo nossa disponibilidade em matéria de tempo, varia muito de acordo com o que vai acontecendo ao nosso redor, e o que não esperávamos, nesse caso temos que ir resolvendo e aplicando nossas obrigações de acordo com as prioridades que estabelecemos inicialmente.

Ao exercermos o exercício de nos desprendermos, estaremos já usando nossa razão, o que é de grande valia, pois o raciocínio nos leva a tomar medidas de maior responsabilidade, por isso evitarmos de usar simplesmente o emocional pode gerar soluções mais lógicas e que nos ajudem sempre mais.

Precisamos maturidade para nos desprendermos, não nos sentirmos dominados por pensamentos negativos automatizados, não ficarmos alimentando em pensarmos mal das pessoas, evitarmos idéias críticas todo o tempo.

Devemos ficar atentos ao nosso padrão de pensamentos, e assim poderemos adquirir mais autoconsciência, e com tranquilidade não sermos dominados por pensamentos inúteis, que não nos levará a lugar nenhum.

Usemos o tempo a nosso favor, pois ele é único e precioso, e com essa atitude vamos realizando o desprendimento e a preocupação com a vida alheia, nos preocupando em melhores escolhas que farão de nossa vida algo agradável e produtivo.

Abraços e bom domingo 🙂

Amanda

Intolerância Intelectual

Intolerância intelectual é um problema sério em qualquer tipo de relacionamento.

Nem todos têm a oportunidade de estudar e se instruir como desejariam, e isso pode criar um grave problema de relacionamento se não houver a compreensão necessária entre cônjuges e amigos que não tiveram as mesmas oportunidades.

Sem citar pessoas em particular que conheci e que faziam parte desse grupo, sempre considerei algo reprovável a critica a pessoas que não tiveram a mesma chance que outros de adquirir a cultura em um bom colégio ou mesmo que pudessem estudar por sua própria iniciativa.

Mesmo porque a crítica nunca leva a nenhum resultado positivo.

A oferta de ajuda sim, ou incentivando, ou ajudando a pagar para que alguém possa adquirir estudo, isso é admirável e algo que realmente auxilia num futuro, mas somente criticar não leva a nada, mesmo!

Conheci, de perto, pessoas que passaram muito tempo de sua vida criticando os outros e nada fazendo que pudesse servir de ajuda, em que âmbito fosse.

Temos que pensar que nem todos tiveram condições de pagar os estudos ou alguém que ajudasse. Mas pessoas que não conseguiram estudar e são inteligentes e esforçadas, tomando conhecimento de assuntos que as farão crescer, puderam sempre participar de qualquer tipo de conversa, exprimindo mesmo suas opiniões, que muitas vezes ultrapassam aquelas emitidas por pessoas bem mais cultas, no sentido de estudos.

Minha mãezinha, por exemplo, era pessoa de altíssimo bom senso e mesmo não possuindo a chamada grande cultura de colégio, conseguia emitir opiniões interessantíssimas sobre qualquer assunto, com sobriedade e tremenda lógica.

Por isso, quando alguém tem a intenção de criticar, deve pensar bem antes de fazê-lo, pois deverá estar seguro de que sua opinião pode transformar toda uma ideia, seja falada ou escrita.

Sinto sempre que vejo pessoas de muita cultura, mas que não tem a menor dose de paciência e tolerância com quem não teve a mesma sorte e oportunidade, às quais necessitam de uma dose ainda maior de tolerância e paciência para que a convivência não se torne um meio de transtorno.

É sempre um desprazer observar casais e famílias que na convivência íntima são intolerantes entre si pelas diferenças culturais.

Não leva a nada!

Devemos, sim, reconhecer que, além da cultura que alguns tiveram a sorte e o privilégio de adquirir, tem-se que cultivar a tolerância e descobrir outros valores que a cultura também, muitas vezes, não consegue substituir.

Abraços e bom domingo, com muita tolerância e compreensão com o nosso próximo 🙂

Amanda

Simpatia: Podemos demonstrar sem parecermos falsos.

A simpatia pode ser demonstrada, até mesmo através de um simples sorriso de solidariedade.

E não precisamos ser amigos para conseguirmos nos expressar com simpatia.

Se fizermos uma observação, dependendo do grau de intimidade que temos com a pessoa em questão, e se formos acolhidos com simpatia, podemos perfeitamente falar o que pensamos com sinceridade.

Isso demonstrará que nosso interesse é simplesmente no sentido de desejarmos o bem e que tudo possa ocorrer de maneira a trazer resultados positivos para aquilo que empreendemos.

Simpatia deverá sempre ser baseada em franqueza e seriedade, para que seja acolhida com boa vontade qualquer tipo de informação de que necessitamos.

Uma atitude de boa vontade já predispõe a quem estivermos solicitando a que nos atenda de maneira gentil e cordata, o que já facilitará qualquer resposta à pergunta que fizermos.

Como a toda ação corresponde uma reação, a maneira com a qual fazemos alguma pergunta ou algum pedido, já se tornará mais fácil, pois poderá ser recebida com simpatia e predisposição para uma resposta gentil.

Outra atitude simpática é sempre um cumprimento a pessoas que não estão nem mesmo esperando que possamos nos dirigir a elas e que se surpreendem agradavelmente quando recebem um “bom dia”. Reparem que sempre respondem com simpatia, e um sorriso.

Daí, inclusive, pode surgir uma grande amizade, podem crer.

Não custa nada agir com simpatia, e costuma, ao contrário, trazer novos relacionamentos, e amizades que podem se tornar duradouras.

Claro que temos sempre que estar preparados para também recebermos de retorno atitudes nem sempre tão simpáticas de pessoas às quais nos dirigimos, mas isso nem é tão normal, pois uma atitude simpática sempre atrai outra de igual intensidade.

Já me aconteceu de me deparar com pessoas de aparência antipática, que pareciam não desejar nenhum tipo de diálogo, e diante de minha atitude simpática e um sorriso, ficaram bem diferentes e nos tornamos amigas, amizades que duram até os dias de hoje.

Por isso, continuo a agir dessa forma que me foi ensinada e que sigo desde que me entendo por uma pessoa responsável, e assim consigo manter e fazer sempre novos e bons amigos.

Não tenho do que me queixar nesse sentido, e sigo com esse tipo de atitude, contando sempre com palavras de conforto daqueles que pertencem ao nosso círculo de amizade.

Abraços e bom domingo , tentando sempre conseguirmos levar alguma palavra de conforto e simpatia para os nossos circunstantes 🙂

Amanda

O que nos fortalece

Sempre fiquei consciente de que o que não nos destrói, nos faz mais fortes, velho e verdadeiro ditado e uma grande verdade.

A luta, em qualquer âmbito, é algo que nos fortalece, pois cada vez que lutamos para alcançarmos uma meta, crescemos e sentimos que estamos mais objetivos e fortes para vencer algo que nos incomoda.

Se nos empenhamos em realizar, seja em que aspecto for, já é meio caminho andado termos conseguido reagir a determinadas situações que a vida nos impõe.

Mesmo diante da tristeza por algum acontecimento imprevisto e que nos entristece, devemos nos esforçar para conseguirmos reagir e tentarmos superar os momentos difíceis.

Claro que não é fácil, mas devemos fazer um esforço o maior que conseguirmos, para que evitemos consequências difíceis de serem suplantadas.

Pois diante de notícias ou acontecimentos tristes, nossa tendência é nos tornarmos mais sensíveis, e portanto mais enfraquecidos física e espiritualmente, o que predispõe nosso organismo a uma fraqueza sujeita mesmo a doenças físicas e mentais.

Temos, portanto, que colocar a força de vontade a nosso favor, para que consigamos poupar o físico também de uma fraqueza causada pelo desgosto.

Toda essa luta nos fortalece o espírito e nos coloca mais resistentes a fatos que estamos sujeitos durante a vida.

E nossa maneira de agir, provavelmente, influenciará também aos circunstantes, normalmente nossa família e todos os que nos cercam, pois se conseguirmos tratar de assuntos tristes com certa conformação, nossos circunstantes também o conseguirão, e com isso estarão mais aptos a nos transmitir palavras de consolo e carinho.

Esse tipo de atitude poderá nos ajudar a nos sentirmos mais fortes e enfrentarmos as batalhas que a vida nos apresenta, com mais disposição e focados nos acontecimentos realmente importantes.

A realidade muitas vezes é dura quando enfrentada de frente, mesmo sem ilusões, ou sem querermos nos enganar.

Mas um fator, o mais importante, que nos fortalece, é o amor que desfrutamos em nossa família, com nossos amigos sinceros. É o que colabora para termos a força necessária no enfrentamento dos problemas que sempre temos que resolver em nossas vidas.

Colaboração mútua, de familiares e amigos, nos ajudam a tomar decisões essenciais em nossas vidas, tanto social, quanto profissional.

Não economizemos em palavras de conforto que podem ser decisivas e mesmo mudar muita coisa, pois nos auxiliam em tomadas de atitudes que poderão colaborar em mudanças para melhor em muitas ocasiões.

Vamos nos fortalecer, ajudados pelas amizades que fizemos em nossa vida, e podendo sempre contar com a força que possamos adquirir através delas.

Abraços e bom domingo, cheio de força 🙂

Amanda