Desprendimento

Claro que não vivemos nem podemos viver num absoluto desprendimento, pois a vida é uma luta constante e temos que tentar manter aquilo que conseguimos, sob todos os aspectos, com a batalha diária, e do que dependemos para podermos viver.

Mas, como tudo nesta vida, devemos obedecer e seguir conceitos e limites. Como se diz: nem tanto, nem tão pouco.

Se cultivamos o sentimento de nos desprendermos de coisas materiais não tão necessárias para conseguirmos viver, teremos a possibilidade de sentir que a nossa vida pode ser bem mais agradável, junto aos parentes, funcionários e amigos.

Mesmo porque, se pensarmos bem, muitas coisas não são assim tão importantes e se podemos dividir, tanto idéias quanto bens materiais, chegaremos à conclusão de que pouca ou nenhuma falta nos fará.

E, em grande parte das vezes, poderá servir e fazer o bem a alguém, o que nos deixará felizes e satisfeitos.

Para isso, temos que valorizar o relacionamento, a amizade que nos une às pessoas que fazem parte de nossa vida, seja particular ou profissional, e importante nos dedicarmos com carinho, sinceridade, tentando encontrar em conjunto soluções e definições, que, bem feitas, podem mudar a direção de uma vida.

Quando falamos em nos desapegarmos de algo, não quer dizer que sejamos indiferentes ao que seja útil, tanto para nós, como para os que nos rodeiam, mas sim que nos desapeguemos ao exagero de coisas materiais, sem nos preocuparmos com os nossos circunstantes.

O que devemos nos atentar seria de não nos apegarmos ao ponto de nos descuidarmos da atenção que temos que ter para com nosso próximo, e o auxílio que temos o dever de prestar a quem nos necessita, ou de quem nos solicita uma ajuda, seja em que âmbito for.

Mesmo porque uma ajuda não significa somente no sentido financeiro, mas também pode chegar em busca de apenas uma palavra de conforto, uma informação profissional ou até mesmo um agradecimento por algo que já tenhamos prestado, e do qual já nem nos lembraríamos na ocasião.

Até mesmo nossa disponibilidade em matéria de tempo, varia muito de acordo com o que vai acontecendo ao nosso redor, e o que não esperávamos, nesse caso temos que ir resolvendo e aplicando nossas obrigações de acordo com as prioridades que estabelecemos inicialmente.

Ao exercermos o exercício de nos desprendermos, estaremos já usando nossa razão, o que é de grande valia, pois o raciocínio nos leva a tomar medidas de maior responsabilidade, por isso evitarmos de usar simplesmente o emocional pode gerar soluções mais lógicas e que nos ajudem sempre mais.

Precisamos maturidade para nos desprendermos, não nos sentirmos dominados por pensamentos negativos automatizados, não ficarmos alimentando em pensarmos mal das pessoas, evitarmos idéias críticas todo o tempo.

Devemos ficar atentos ao nosso padrão de pensamentos, e assim poderemos adquirir mais autoconsciência, e com tranquilidade não sermos dominados por pensamentos inúteis, que não nos levará a lugar nenhum.

Usemos o tempo a nosso favor, pois ele é único e precioso, e com essa atitude vamos realizando o desprendimento e a preocupação com a vida alheia, nos preocupando em melhores escolhas que farão de nossa vida algo agradável e produtivo.

Abraços e bom domingo 🙂

Amanda

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Publicado em agosto 13, 2017, em Inteligência Social e marcado como , , , , . Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

  1. Inspirador como sempre! Texto que nos faz refletir e mudar ações para melhorarmos como indivíduos! Parabéns!

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