Arquivos do Blog

Ressentimento

Guardar mágoas é algo que devemos evitar, pois não leva a nada, não muda o que se passou, e pode atrapalhar toda uma convivência, onde se poderia usufruir de momentos tão maravilhosos e que se perderam por não haver compreensão e perdão.

Mesmo porque sempre devemos pensar bem antes de dizermos algo, de responder a alguma possível mágoa que tenham nos causado, pois pode ter sido algo sem nenhum propósito ou planejamento.

Claro que, muitas vezes, não é fácil e é por isso que devemos sempre que conseguirmos, usarmos o raciocínio, ao invés de nos entregarmos à emoção, pura e simplesmente.

Recebemos, às vezes, observações e respostas de alguém que não esperávamos, e que podem até mesmo nos ofender, dependendo da forma como são ditas.

Mas ai entra nosso nível de tolerância, ao qual já nos referimos algumas vezes, e dentro dos limites da educação que devemos ter em qualquer situação, podemos colocar nossos pontos de vista sem que ofendamos as pessoas com as quais estaríamos dialogando.

Se tivermos a oportunidade do famoso diálogo, as dificuldades podem diminuir e os diversos pontos de vista poderão ser discutidos sem ofensas, e sem ressentimento por serem diferentes uns dos outros.

Inclusive, devemos entender que pontos de vista difere de pessoa para pessoa, dependendo do ambiente em que vive cada um de nós, da educação que recebemos, dos valores que damos a situações diversas, nas quais vivemos ou estamos vivendo naquele momento.

O importante é estarmos sempre conscientes de que o ponto de vista de cada um de nós depende muito de circunstâncias onde estariam inseridos, da educação e de conceitos diferentes que cada um teria a respeito do assunto em questão.

Por isso, antes de guardarmos ou incentivarmos nosso ressentimento, devemos pesar todas as circunstâncias em que algum ato desagradável tenha sido cometido.

Assim, possivelmente, conseguiremos nos resguardar de ressentimentos, tentando entender nossos circunstantes, a razão pela qual eles teriam agido daquela maneira.

Claro que podemos, às vezes, nos darmos de encontro com situações difíceis de serem contornadas, mas felizmente isso é algo raro, e temos que tentar resolver, sem que tomemos atitudes precipitadas.

Pensar antes de agir, grande segredo de convivência pelo menos satisfatória!

Abraços e bom domingo, sem ressentimentos para sermos mais felizes 🙂

Amanda

Simpatia

A simpatia é um sentimento muito nobre, independente de raça, religião, e outras características na vida de alguém.

Olhamos, conversamos, e simpatizamos … ou não, como diz uma grande amiga.

Em parte concordo com ela, mas como tenho uma enorme boa vontade com o próximo, costumo ter uma parcela de tendência a me aproximar e a gostar das pessoas, independente de sua raça, religião, maneira de pensar, etc.

Sempre procuro encontrar um elemento de ligação que possa me unir a quem se aproxima, e para dizer a verdade, nunca me dei mal, e nunca conheci alguém que eu pudesse me referir como má.

Temos amizades maravilhosas, que sempre estiveram do nosso lado, mesmo em momentos mais difíceis que todos passamos, e na luta que todos empreendemos durante nossa vida, social, familiar e profissional.

Tratar com simpatia e carinho as pessoas, tanto as que já conhecemos, quanto as que nos chegam por conhecimento de outros, sempre nos proporciona boa vontade na volta, a não ser algumas exceções que evidentemente poderemos encontrar pelo caminho e que, no caso, devemos nos esforçar para que não soframos as consequências de encontros não tão agradáveis.

Se nos pedem alguma informação e não temos elementos para darmos nossa resposta exata a respeito do que nos foi perguntado, podemos responder com educação, informando delicadamente de nossa incapacidade de responder naquele momento.

E ambos sairão satisfeitos com a resposta, com certeza.

Reparem como é agradável se pedimos uma informação, por mais simples que seja, uma rua que estivermos buscando, uma loja, a casa de alguém, e a pessoa a quem perguntamos nos responde que lamenta, mas não conhece.

Qual o problema?

Nem sempre sabemos mesmo, mas é diferente recebermos uma resposta mal dada e outra delicada.

Não nos esqueçamos que ter simpatia é ser amistoso, agradável, educado, assim como demonstrar gentileza e amabilidade para com o próximo.  Custa tão pouco!

E todo cuidado é pouco para não utilizarmos o contrário, que é a antipatia, um sentimento de aversão espontânea que as pessoas podem nutrir pelo seu semelhante, por um objeto ou mesmo por uma idéia, um propósito, etc.

Já a empatia significa a capacidade psicológica para sentir aquilo que sentiria uma outra pessoa, caso estivesse na mesma situação que ela.

Se nos colocarmos no lugar do outro, isso nos ajudará a compreender melhor o seu comportamento e a forma como toma as decisões.

Portanto, antes de criticarmos, sempre tentemos olhar com simpatia e analisarmos:

Será que não faríamos o mesmo em determinada situação?

Abraços e bom domingo, com simpatia sempre que conseguirmos 🙂

Amanda

Bom Humor

Evidentemente, temos que ser espontâneos em nossa maneira de agir, seja em que circunstância for, mas devemos também cultivar nosso bom humor, mesmo que estejamos participando, de alguma forma, de algo que não seja inteiramente de nosso agrado.

Dificilmente algo mudará só porque nós queremos que mude, mas sim porque as circunstâncias o exigem.

E, podem crer, o fato de encararmos ou tentarmos encarar com certo bom humor situações muitas vezes difíceis, costuma mudar o andamento para melhor.

Nem sempre é fácil, pois existem momentos em que um fato fica difícil de ser enfrentado e resolvido, dependendo de sua gravidade, da ofensa em questão.

Mas, no decorrer da maioria das situações, se formos raciocinar da importância ou não do fato em questão, e com boa vontade, conseguimos reverter o que parecia ser impossível, e tudo fica mais fácil de ser resolvido.

Mesmo porque o mau humor não consegue resolver absolutamente nada.  Se assim fosse, viveríamos mal humorados e nossa vida seria um mar de rosas, sem problemas a serem resolvidos e sem que nada nos entristecesse, não é?

Só que a vida nos traz surpresas agradáveis e tristes, por isso façamos sempre um esforço para ultrapassarmos situações que, mesmo não sendo fáceis, normalmente apresentam uma saída adequada.

Reparem como, muitas vezes, nos deparamos com alguém que esteja mau humorado, e se chegamos alegremente, conseguimos contagiar a pessoa, e seu humor se modificar.

E, quem sabe, com isso até resolver de maneira mais tranquila, os problemas que o atormentavam.

O mau humor só nos faz enxergar o lado pior das coisas, então se tentamos elimina-lo já será meio caminho andado, como diziam os antigos.

Temos que ter muito cuidado para não cultivarmos somente o lado ruim das coisas,

Se pensarmos bem, sempre teremos com que nos alegrarmos, se tivermos saúde, já é um prêmio que a vida nos deu, se tivermos filhos saudáveis, outro prêmio, e assim com vários ângulos positivos que tantas vezes esquecemos o que recebemos da vida.

Manter o bom humor na área profissional é fundamental, pois normalmente temos subordinados que dependem de nós, de nossas ordens para executarem seus trabalhos e, se nos consideramos sérios profissionais, essa atitude é essencial para atingirmos os resultados que desejamos.

Abraços e bom domingo, com muuuuito bom humor, para que consigamos nos desempenhar em tudo o que planejamos 🙂

Amanda

Afinidades

Muitas vezes, descobrimos afinidades com pessoas que jamais imaginaríamos que tivéssemos, e essa descoberta pode trazer um contato e uma convivência muito interessante e proveitosa.

Digo proveitosa porque, se formos humildes e conscientes, aprendemos sempre com nosso próximo, ou mesmo com quem acabamos de conhecer, dependendo do assunto que estiver sendo aventado na ocasião e da liberdade que tenhamos com quem nos fala naquele momento.

As afinidades nos aproximam, e a descoberta pode ser o momento de partida para grandes amizades, como já tive a ocasião de comprovar.

Mesmo porque, muitas vezes, nem imaginamos que existam afinidades entre pessoas que parecem diferentes, e que no meio de uma conversa vamos descobrindo gostos parecidos e apreciados por quem acabamos de conhecer.

Já aconteceu comigo muitas vezes e criamos amizades que duram anos e que crescem com o passar do tempo.

E, na verdade, nada tem a ver com diferença de crença, idade, religião, raça; ao contrário, as diferenças podem nos levar a aprender e apreciar muita coisa da qual não tínhamos conhecimento.

E aprender é algo que sempre temos que cultivar, pois nunca é demais, e sempre que nos damos a chance de conhecermos novas palavras e idéias nos surpreendemos das oportunidades que elas nos proporcionam.

Descobrir afinidades é sempre um prazer, pois geralmente nos abrem horizontes e com isso a convivência fica mais fácil e fazemos um maior numero de amigos.

E nos afinarmos não significa que deixemos nossos pontos de vista e maneira de pensar, mas respeitemos os dos outros.

Toda vez que conseguimos ouvir idéias diferentes das nossas, teremos a chance de aprender.  Claro, isso se formos humildes o suficiente e sabermos que nem sempre temos razão naquilo que acreditamos ser o correto, seja em que assunto for que estivermos discutindo, ou ocasiões nas quais possamos expor nossas idéias e conclusões.

Não é fácil, pois todos temos opiniões formadas, nossas conclusões, e para mudarmos teremos que usar todo o raciocínio no sentido de melhorar as atividades às quais nos dedicamos, estudar cada assunto em detalhes para conseguirmos resultados cada vez mais positivos.

Portanto, tenhamos como objetivo respeitarmos as afinidades tanto quanto as diferenças, seja em caráter particular ou profissional, para que os resultados obtidos sejam aqueles que desejamos e pelos quais empreendemos uma luta.

Abraços e bom domingo, afinado com vocês, queridos leitores 🙂

Amanda

Nossas origens

Eu acredito muito no respeito às origens das quais viemos, seja no sentido racial, educacional, e que de alguma forma tiveram influência na nossa criação.

Meu pai, Alberto Montalvão, por exemplo, tinha como objetivo principal os estudos que ele se dispôs a fazer durante sua vida, e que ele iniciou muito cedo, com sacrifício financeiro, pois não era possuidor de grandes recursos.

Mas sua vontade era muito forte, e ele conseguiu realizar todos os seus sonhos, estudou direito, escreveu muitos livros de psicologia e conquistou fama como escritor.

Respeitando sua inclinação e sua cultura, conseguiu que meu irmão e eu tomássemos o gosto pelo estudo, e nos incentivava sempre desde crianças, quando participávamos de brincadeiras culturais, até adultos que conseguimos estudar e nos formarmos em carreiras bem-sucedidas.

Claro que sabemos que nem sempre os resultados são esses, pois todos temos tendências diferentes, muitas vezes, daquelas que nossos pais gostariam, mas de certa forma, todos se esforçam para fazer aquilo que os pais teriam planejado.

De outro lado, como pais, temos que respeitar as tendências dos nossos filhos, pois se isso acontecer, normalmente os resultados serão também muito satisfatórios, de acordo com a individualidade deles e seu próprios sonhos.

Mas, quando falamos de nossas origens, não seria somente sobre tendências referentes a estudos, e sim também de culturas que herdamos e que podem nos ajudar durante nossa vida adulta.

Na maioria das vezes, de fato, nada tem a ver com a origem racial, local de moradia, pois algumas tendências nascem conosco, e tudo depende de como as desenvolvemos.

Evidentemente, as origens às quais pertencemos influem de certa forma em nossa personalidade, pois vamos crescendo e aprendendo aquilo com que convivemos, as idéias que nos são expostas, conversas entre nossos pais e parentes, amigos que pertencem ao nosso ambiente, tanto social quanto escolar e profissional.

Sem serem propositais, nossos pais transmitem sempre seus costumes, aquilo que eles entendem como sendo o ideal para a educação de seus filhos, idéias que a seu ver transmitem suas verdades, em qualquer aspecto da vida do dia a dia.

Sendo que essa transmissão é feita até mesmo através de atitudes que assistimos como normais durante a vida, e que aprendemos no decorrer dos acontecimentos que vamos vivendo e enfrentando.

Evidentemente, nem sempre os descendentes seguem aqueles que lhes deram a vida e os criaram, pois tem uma carga genética que temos que respeitar, mas o fato de tentarmos educar nossos descendentes à nossa maneira, que achamos sempre ser correta, ou mais adequada à nossa vida, já é válido.

Em principio, devemos tentar seguir nossas origens, e até mesmo melhorar o que pudermos, atingirmos o maior numero de pontos positivos, produzirmos o que for possível e, dessa forma, transmitir aos nossos descendentes o que for de melhor para a vida de  todos.

Assim, vamos honrar nossas origens, uma homenagem aos nossos pais que de forma geral, lutaram para que nosso futuro fosse brilhante e bem-sucedido.

Abraços e bom domingo, respeitando sempre nossas origens 🙂

Amanda