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Moderar impulsos
Publicado por amandadelboni
Importante moderarmos impulsos e retomarmos a consciência do que seria mais adequado.
Um conceito que devemos tentar seguir sempre, afim de que possamos ter resultados em nossos propósitos, é principalmente o da persistência, como em todas as nossas iniciativas, pois sem perseverança nada conseguimos realizar.
Mas, tudo isso somente devemos seguir se estivermos lutando por um objetivo sério, qual seja nossa profissão, uma pesquisa que nos leve a resultados que possamos usar para melhorar nossos semelhantes, isto é, tudo o que for para melhorar a vida de maneira geral, seja pessoal ou profissionalmente.
O que temos que aprender a moderar ou a simplificar são nossos impulsos menos nobres, ou que nos leve a resultados que não nos propiciem ou a outros, benefícios esperados ou programados anteriormente.
Mesmo porque não nos esqueçamos de que impulso é, normalmente, um desejo intenso que nos leva a fazer algo de maneira inesperada e sem pensar nas consequências que poderão advir no futuro, próximo ou não.
Temos que ter em mente que o impulso nos leva a termos determinados comportamentos que podem nos conduzir a resultados nem sempre positivos, e por isso, cada vez que tomamos algumas atitudes, devemos estar preparados para suportar as implicações a que estaremos sujeitos.
Por isso, moderar impulsos se torna quase obrigatório, se queremos nos dar bem, e estudarmos com quem lidamos sempre, assim evitamos chegar a alguma situação que pode se tornar desastrosa e insolúvel.
Claro que, de vez em quando, algumas ocasiões se apresentam onde temos a vontade de dizer e/ou responder a alguém de forma não muito habitual, mas nessa ocasião é que temos que controlar nossas atitudes, e principalmente nossos impulsos, pois uma resposta mal dada poderá desencadear um tipo de comportamento que não seria muito habitual de nossa parte.
Já ouvimos algumas pessoas dizerem, quando o assunto é saber moderar o que dizer para não sermos ofensivos, que são autênticas e dizem o que pensam, mas dizer o que se pensa nem sempre significa autenticidade, mas sim, em muitas ocasiões, falta até mesmo de discrição e educação.
Conter-se não significa falta de personalidade, e sim uma questão de educação e de respeito à opinião alheia, pois temos que nos conscientizar de que nem sempre temos razão naquilo que pensamos e no que venhamos a dizer.
Controlar nossos impulsos numa ocasião em que divergimos da opinião de alguém num grupo, não quer dizer que não saibamos o que pensar, mas sim, que respeitamos a opinião do nosso próximo, que, muitas vezes, estamos completamente errados.
Só que precisamos ser humildes, e manter nosso autocontrole, para que nossa opinião possa ser ouvida e respeitada.
Para que isso ocorra, devemos educar nosso impulso de dizer algo do qual não estejamos absolutamente certos, baseando-nos em experiências já feitas e comprovadas, para não nos arriscarmos a emiti-las levianamente e sermos vitimas de criticas que, de alguma forma, nos desagradaria.
Abraços e bom domingo, sem impulsos levianos 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
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Simplicidade e Humildade
Publicado por amandadelboni
Essa é uma dupla de comportamento que devemos sempre fazer um tremendo esforço para conquistarmos esse binômio em nossa vida, pois, se conseguíssemos, com certeza seríamos as pessoas mais perfeitas do mundo. Claro, como não existe perfeição, ficaremos felizes de tentarmos atingir pelo menos uma pequena parcela desse tipo de comportamento.
A simplicidade deve acompanhar nosso ritmo de vida. É um dom que devemos cultivar, o que nos fará um grande bem no decorrer de nossas atividades, e as pessoas que colaboram conosco ou as que nós temos o dever de auxiliar se sentirão bem quando precisam estar na nossa companhia.
Sermos simples não significa, obviamente, abdicarmos de emitir nossas opiniões, ou as ordens aos nossos subordinados, mas sim, procurar fazê-lo com simplicidade, sem deixar claro nosso conhecimento mais profundo que o deles, e sim, como se fosse uma colaboração que estivermos prestando no decorrer das atividades.
A simplicidade nos traz somente benefícios, pois o aprendizado pode nos fazer progredir em nosso trabalho, em atividades que mereçam um conhecimento que só adquirimos se formos humildes.
Inegavelmente uma coisa está sempre ligada a outra.
Se não reconhecemos nossa ignorância em determinado assunto, como poderemos adquirir conhecimento ?
Todos nós já nos deparamos com pessoas que acreditam saber tudo, e como consequência, nada aprendem, pois lhes falta a famosa humildade para admitirem sua falta de conhecimento ou de experiência.
E sem nos esquecermos de que, cada vez que ouvimos com humildade, estaremos aprendendo, e com esse comportamento, teremos tomado maior conhecimento e, portanto, possibilidade de progresso.
A simplicidade está aliada a humildade, pois é um reconhecimento de que poderemos progredir se ouvirmos o nosso próximo, seja ele de nível escolar diferente do nosso ou não.
O bom senso é uma atitude que pode ser gerada pela simplicidade e pela humildade, portanto temos que cultivá-lo também para termos atitudes equilibradas que possam não comprometer inocentes.
E, muito essencial é que tenhamos a consciência de que a verdadeira humildade é conseguirmos dar o melhor de nós mesmos sem nos sentirmos melhores do que os outros, e procurarmos ter consciência de nossas qualidades, mas reconhecermos que temos também nossas falhas.
É conseguirmos ter a consciência de que sua opinião nem sempre pode estar certa e cultivar a humildade de ouvir o outro, que pode estar tendo idéias melhores do que as nossas.
E além disso, devemos desenvolver o fato de sabermos que temos muitas qualidades, mas reconhecermos a existência de nossos defeitos, pois dessa forma, teremos condições de melhorarmos sempre e realizar mais e mais.
Portanto, vamos tentar manter nossa autocrítica sensível, imparcial, no sentido de podermos detectar, dentro da simplicidade, a humildade, desenvolvendo assim cada vez mais nossa inteligência social.
Abraços e bom domingo 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
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Exame de consciência
Publicado por amandadelboni
Muito importante nos submetermos, sempre que possamos, a um exame de consciência, pois mesmo que seja breve, nos leva, muitas vezes, a tomar atitudes adequadas a muitas dúvidas para as quais podemos encontrar soluções.
Não é tarefa fácil, pois somos sempre sujeitos a atitudes unilaterais, tentando nos livrar de certas pequenas culpas, dificuldade de julgamento quanto a nossa maneira de viver e de nos comunicarmos, afim de dirimir dúvidas que nos atormentam e das quais temos dificuldade em nos libertar.
Mas se queremos ser justos, temos que raciocinar livres de nos colocarmos no apoio de pessoas que nos cercam e, por mais que queiramos bem, nosso raciocínio e honestidade de atitudes nos levarão a julgamento imparcial.
Muito bom nos colocarmos de acordo com nossa consciência em nosso julgamento, por menos importante que seja ou que se nos apresente.
Nossa consciência e honestidade é que serão as diretrizes a seguirmos.
Na verdade, muitas vezes nos passam desapercebidas situações em que tenhamos até mesmo ofendido alguém a quem queremos bem, e inconscientemente possamos ter feito uma ofensa inadvertidamente.
Claro que não podemos passar o tempo nos questionando e nos analisando, pois ficaremos preocupados e sem aproveitarmos a convivência com amigos a quem queremos tão bem, mas, por isso, devemos pensar muito antes de nos expressarmos levianamente para não incorrermos em risco de ofendermos alguém.
Quando nos analisamos friamente, sem tendência a nos protegermos, podemos nos conscientizar de nossas atitudes, e corrigi-las de acordo com análise que fizermos dos fatos ocorrentes em determinada situação e, a partir daí, partirmos para a tomada de atitudes que possa nos desculpar de erros cometidos.
Mas temos que ser muito imparciais. O julgamento neutro deve sempre ser uma constante, para que possamos evitar qualquer tipo de situação constrangedora.
Por isso, nossa consciência é uma das características mais positivas de nosso caráter, e devemos cuidá-la para que não nos falhe e não nos torne tendenciosos ao ponto de nos tornarmos injustos em relação ao próximo.
Um exame tranquilo de consciência nos leva a resultados satisfatórios e elegantes quando se refere a amigos, para não incorrermos em risco de ofensa desnecessária e deselegante, sobre os quais podemos nos arrepender mais tarde e, muitas vezes, sem a oportunidade de nos redimirmos.
Evidentemente não é fácil fazermos uma análise interior, pois temos a tendência de nos protegermos e sermos parciais em nosso julgamento, mas temos que tentar nos isentarmos, e assim nosso juízo será sem tendência e mais justo.
Nossa consciência sempre nos levará a conclusão adequada, se formos imparciais e a escutarmos com seriedade e coragem para assumir nossas falhas e qualidades.
Nunca nos esqueçamos de que para o exame ser completo, deverá terminar com alguma resolução, de melhorarmos em algum ponto, seja espiritual ou prático, ajudando-nos a enxergar o que julgamos serem falhas que nos proporemos a corrigir.
Abraços e bom domingo, com nossa consciência tranquila e nos propondo a nos tornarmos pessoas cada vez melhores. 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
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Ato de amor
Publicado por amandadelboni
O que chamamos de um ato de amor?
São tantos e se quisermos classificá-los, podemos fazê-lo durante toda a nossa vida, em qualquer momento e em todas as situações.
Dizemos que um só ato de amor feito numa fase difícil, vale mais do que cem em tempo de consolo.
Porque é completamente diferente nos darmos a um ato de afeto num momento em que nos necessitam, seja em que âmbito for de nossa vida e da vida de quem nos rodeia, pois por menor que pareça, um ato de amor pode chegar no momento em que estaríamos em situação difícil, que nada o substituiria.
Um ato de amor pode vir representado por uma palavra de compreensão, um auxílio financeiro, e em algumas situações, simplesmente quando conseguimos expressar palavras de conforto e consolo necessitadas por quem nos ouve naquele momento.
Claro que, como disse acima, um ato de carinho autêntico num momento de dificuldade vale mais do que muitas palavras, e vamos convir que, às vezes, um simples toque e um aperto de mãos podem nos consolar, em silêncio.
Um ato de amor pode ser o apoio que nos damos mutuamente em nosso lar, pois os filhos também nos dão em certas ocasiões provas de amor, e nos mostram seu afeto de diversas maneiras, com gestos, doações, sejam de presentes materiais, ou de palavras adequadas a cada ocasião em que se apresentam dificuldades em nossa vida.
E isso pode se dar na área emotiva, na frustração que acontece de vez em quando em nossa vida, num fracasso profissional ou financeiro, e até em dificuldade na área intelectual.
Trocar pontos de vista com os filhos não significa perda de autoridade que muitos querem ter em relação a eles, mas, ao contrário, significa humildade e reconhecimento de que não somos infalíveis e que uma grande idéia não tem preço.
Tudo isso se resume num ato de admiração, respeito, humildade, e portanto amor!
O amor é um sentimento que nos leva a praticar ações que ajudam o nosso próximo em qualquer situação em que ele se encontre, estimula para enfrentar qualquer barreira, qualquer obstáculo.
Um ato de amor pode, na verdade, ser representado por pequenos gestos, pequenas doações de nós mesmos, sem a necessidade da grandiosidade que, muitas vezes procuramos, afim de representá-lo.
E li, uma vez e achei interessante, que o amor dá trabalho…
Não basta sorrir para alguém, mas fazê-lo sorrir também, e não somente oferecer um remédio, até no sentido espiritual, mas tentar colocar a mão na ferida.
Perguntamos se alguém vai bem, mas será que estamos preparados para ouvir a resposta real que a pessoa nos dará? Façamos a pergunta se estivermos conscientes de que estamos prontos para a ajuda que se fizer necessária.
Amar dá trabalho, sim, se formos humildes e estivermos realmente dispostos para tentarmos amenizar sofrimentos de nossos semelhantes, fazendo o possível para que assim aconteça.
E ai, estamos preparados para amar?
Abraços e bom domingo, com muito amor 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
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Resoluções
Publicado por amandadelboni
Sempre aprendi que devemos ser firmes em nossas resoluções, desde que nos propomos a tê-las.
Claro que, muitas vezes, fazemos planos sem pensar, e que não se coadunam até mesmo com nossa maneira de viver, nossos horários, enfim, nossa vida prática, e nesse caso, somos obrigados a cometer falhas que não estariam na nossa programação. E aí, os resultados podem se mostrar diferentes do que havíamos esperado anteriormente.
Mas, de outro lado, se não fazemos as resoluções que achamos necessárias, e condizentes com as necessidades que estávamos antevendo, nossos planos jamais se concretizarão, pois temos que iniciar de alguma forma aquilo que desejamos.
Várias pessoas que conheço se dispõem no início de ano, por exemplo, a tomar decisões diferentes a respeito de sua vida, atividades, atitudes que julgam melhores do que aquelas feitas até aquele momento.
Mas resoluções só poderão nos trazer mudanças e realizações se estivermos realmente decididos com a força de nosso pensamento e a tomada de atitudes, às vezes difíceis, mas que seriam a única maneira de colocarmos em prática aquilo que idealizamos.
Elas podem nos trazer grandes efeitos, e se soubermos aproveitar, poderemos ter a chance de melhorar nossa vida e também a vida de nossos circunstantes.
Mas devemos ter em mente que as decisões de mudança de vida ou de algumas circunstâncias podem trazer alterações e, assim, devem ser estudadas para que, ao chegarem, não nos tragam transtornos ou até mesmo desgostos.
Tentemos programar algo para o qual tenhamos a capacidade de realizar, para que não fiquemos frustrados pelos resultados não alcançados. E para isso, nossa autocrítica deverá estar no ponto certo, para que não sejamos parciais em nosso julgamento a nós mesmos.
Evidentemente que temos que nos esforçarmos para conseguir o que queremos, mas tudo tem seu limite e se soubermos reconhecer os nossos, teremos menos tendência para uma possível frustração.
Reconhecer a própria incapacidade em tomar decisões já é um passo à frente, pois nos impede de tomar atitudes impensadas e, com isso, nos prejudicarmos com consequências inesperadas.
E, o que temos que ter em mente também é que, uma vez tomada alguma resolução, devemos fazer o esforço para colocá-la em prática, pois a indecisão pode complicar os resultados que estaríamos esperando.
Claro que teremos sempre alguma dificuldade em colocar em prática uma resolução complexa. Temos que contar com esse provável problema, e justamente, analisar friamente algum propósito, pois a decisão ocorre com alguma situação onde temos duas ou mais formas de solucionar.
Ai, justamente, entra nossa decisão de estabelecer critérios para obtermos os resultados que desejamos, e também nossa imparcialidade.
Uma das atitudes ideais seria dividirmos as resoluções em decisões programadas, que são as repetitivas e rotineiras e as não programadas, que podem surgir de repente, e são imprevisíveis, e importante conseguirmos, com esse raciocínio, para chegarmos até a resolução ideal para o nosso bem estar e a de nosso próximo.
Abraços e bom domingo, cheio de resoluções para melhorar sempre nossa vida 🙂
Amanda
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