Resoluções

Sempre aprendi que devemos ser firmes em nossas resoluções, desde que nos propomos a tê-las.

Claro que, muitas vezes, fazemos planos sem pensar, e que não se coadunam até mesmo com nossa maneira de viver, nossos horários, enfim, nossa vida prática, e nesse caso, somos obrigados a cometer falhas que não estariam na nossa programação. E aí, os resultados podem se mostrar diferentes do que havíamos esperado anteriormente.

Mas, de outro lado, se não fazemos as resoluções que achamos necessárias, e condizentes com as necessidades que estávamos antevendo, nossos planos jamais se concretizarão, pois temos que iniciar de alguma forma aquilo que desejamos.

Várias pessoas que conheço se dispõem no início de ano, por exemplo, a tomar decisões diferentes a respeito de sua vida, atividades, atitudes que julgam melhores do que aquelas feitas até aquele momento.

Mas resoluções só poderão nos trazer mudanças e realizações se estivermos realmente decididos com a força de nosso pensamento e a tomada de atitudes, às vezes difíceis, mas que seriam a única maneira de colocarmos em prática aquilo que idealizamos.

Elas podem nos trazer grandes efeitos, e se soubermos aproveitar, poderemos ter a chance de melhorar nossa vida e também a vida de nossos circunstantes.

Mas devemos ter em mente que as decisões de mudança de vida ou de algumas circunstâncias podem trazer alterações e, assim, devem ser estudadas para que, ao chegarem, não nos tragam transtornos ou até mesmo desgostos.

Tentemos programar algo para o qual tenhamos a capacidade de realizar, para que não fiquemos frustrados pelos resultados não alcançados. E para isso, nossa autocrítica deverá estar no ponto certo, para que não sejamos parciais em nosso julgamento a nós mesmos.

Evidentemente que temos que nos esforçarmos para conseguir o que queremos, mas tudo tem seu limite e se soubermos reconhecer os nossos, teremos menos tendência para uma possível frustração.

Reconhecer a própria incapacidade em tomar decisões já é um passo à frente, pois nos impede de tomar atitudes impensadas e, com isso, nos prejudicarmos com consequências inesperadas.

E, o que temos que ter em mente também é que, uma vez tomada alguma resolução, devemos fazer o esforço para colocá-la em prática, pois a indecisão pode complicar os resultados que estaríamos esperando.

Claro que teremos sempre alguma dificuldade em colocar em prática uma resolução complexa. Temos que contar com esse provável problema, e justamente, analisar friamente algum propósito, pois a decisão ocorre com alguma situação onde temos duas ou mais formas de solucionar.

Ai, justamente, entra nossa decisão de estabelecer critérios para obtermos os resultados que desejamos, e também nossa imparcialidade.

Uma das atitudes ideais seria dividirmos as resoluções em decisões programadas, que são as repetitivas e rotineiras e as não programadas, que podem surgir de repente, e são imprevisíveis, e importante conseguirmos, com esse raciocínio, para chegarmos até a resolução ideal para o nosso bem estar e a de nosso próximo.

Abraços e bom domingo, cheio de resoluções para melhorar sempre nossa vida 🙂

Amanda

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Publicado em agosto 14, 2016, em Inteligência Social e marcado como , , , , . Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

  1. Regina Coeli Simões Caldas

    Muito correto, querida! Voce está cada vez melhor! Meus parabéns.

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