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Aceitação
Publicado por amandadelboni
Aceitação não significa, necessariamente, acolhermos tudo o que nos é apresentado, sem termos a consciência de que se trata realmente do que gostamos, aprovamos e usaremos de alguma forma.
Devemos, sim, aceitar as verdades da religião que professarmos, para que tenhamos o conforto que a fé nos imprime, tanto nos momentos alegres, quanto nos tristes.
Mas, concordarmos não significa que não possamos argumentar a respeito do que nos é informado e ensinado, e que podemos estudar e termos o direito de discutir, afim de que possamos professar aquilo que conseguirmos apreender.
De nossos pais, claro, sempre escutamos os conselhos e opiniões sobre nosso futuro, os estudos que deveríamos seguir para conseguirmos uma profissão que nos permitisse viver nossa vida financeira satisfatória e que nos realizasse.
Mas, aceitar não quer dizer deixarmos a nossa convicção e luta, pois com a batalha para conseguirmos nossos objetivos, provavelmente, atingiremos os resultados que imaginamos e buscamos.
Vivemos sempre numa comunidade onde princípios e preceitos são ensinados e mantidos, costumes são acreditados e usados na convivência, para que haja união, paz e compreensão. Só assim todos poderão ser alvo de justiça e respeito entre si, e dessa forma, humanos e produtivos.
Não criticarmos, a priori, as fraquezas e as diferenças de atitudes de amigos e de conhecidos, é uma forma de sermos humanos e educados, pois todos temos as nossas diferenças de educação, de instrução, e também de temperamento que deverão ser respeitadas.
O que não quer dizer que não possamos aprender com o nosso próximo, com amigos e conhecidos. Todos têm sempre algo a nos ensinar, se formos humildes o suficiente para conseguirmos aprender, sem a vaidade de acharmos que sabemos mais do que os outros.
Quando ouvimos e aceitamos as idéias e opiniões de outras pessoas, sem a vaidade normal do ser humano, temos muitas vezes a oportunidade até mesmo de aprender o que nem imaginávamos naquele momento, e se pensarmos bem, a humildade de ouvir se constituiu numa oportunidade de aprendizado surpreendente.
Nunca sabemos o suficiente nesta vida, e não devemos permitir que o orgulho nos impeça de ouvir novas idéias que sempre poderão ser de utilidade para nossa vida pessoal, e até mesmo profissional, opiniões baseadas em experiências que outros tiveram e que podem nos passar, fazendo com que possamos progredir na vida pessoal e profissional.
E também, na convivência pessoal, é importante aceitarmos os amigos como eles são e suas convicções, idéias, sua criatividade, enfim acatar sua maneira de agir e de viver.
As diferenças devem ser respeitadas, uma vez que não estejam prejudicando a nós mesmos e ao nosso próximo.
Aceitá-las é uma forma de conviver em paz, desde que não haja interferência em nosso modo de vida, e não faça mal a ninguém.
Abraços e bom domingo, com aceitação e se pudermos evitar tudo o que achamos que poderá nos fazer mal 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Objetividade
Publicado por amandadelboni
Objetividade é uma característica que devemos sempre observar em nossas atitudes e maneira de agir, pois sem isso, podemos nos perder em nossos desígnios, e deixarmos de atingir os resultados que tanto precisaríamos e pelos quais teríamos lutado.
Objetividade facilita nossa vida. Se tivermos essa consciência, lutaremos para alcançar aquilo que desejamos e isso, provavelmente, nos deixará felizes e realizados.
Então, devemos nos esforçar sempre para, dentro de um raciocínio lógico e prático, não perdermos de vista tudo o que estivermos desenvolvendo, as opções que teremos em função dos resultados que desejamos, e da possibilidade de efetuarmos o melhor trabalho na atividade escolhida.
Se nos educarmos para seguirmos os nossos objetivos de forma prática, seguramente teremos maior lucratividade em todas as atividades às quais nos propusermos, em nossa vida profissional, e também pessoal e empresarial.
Até nas atividades recreativas, devemos focar em divertimentos que realmente nos despertem maior interesse, pois do contrário, correremos o risco de, além de não nos divertirmos, perdermos nosso tempo, sempre tão precioso.
No trabalho, e até na orientação que nos propomos passar aos nossos colaboradores, temos que ser objetivos, para não nos arriscarmos a que as instruções se percam em detalhes cansativos e que não despertem o interesse de quem estaria sendo orientado.
Sermos objetivos não significa necessariamente evitar todos os detalhes quando instruímos alguém, e sim instruirmos objetivamente quando somos convidados a fazê-lo.
Quando nos referimos aos nossos alvos, teremos a maior chance de despertarmos o interesse ao passarmos conhecimento, instruções e orientação a quem nos solicitou ou aos nossos funcionários e até mesmo aos nossos filhos.
Ser objetivo é ser imparcial, portanto, tomemos sempre as providências para não nos esquecermos da imparcialidade. Dessa forma teremos mais possibilidade de sermos justos em nosso julgamento e atitudes.
É muito difícil conseguirmos a imparcialidade quando se trata de amigos ou simpatizamos com alguém, o que poderia prejudicar nosso julgamento.
Mas não tomar partido, na verdade, seria sempre o ideal para não cometermos injustiças e demonstrarmos nossa queda para alguma das partes em discussão.
Assim, para evitarmos o julgamento parcial, e sermos sempre objetivos, devemos cultivar a imparcialidade, que é o resultado de observação imparcial, independente das preferências individuais.
Vemos, ou esperamos ver sempre, no campo do jornalismo, por exemplo, a objetividade como um atributo de um texto, e para que o texto seja considerado objetivo, deve ser claro e conciso, além de apresentar um ponto de vista neutro.
Também quando falamos, devemos primar por sermos objetivos nas palavras, focando exatamente o assunto ao qual nos propusemos. Se nos ausentamos de nossa idéia inicial, corremos o risco de cansarmos nossa audiência.
E assim perdermos nosso objetivo inicial.
Abraços e bom domingo, sempre cultivando a objetividade 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
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Entendimento
Publicado por amandadelboni
Quando falamos em entendimento, nos referimos a conseguirmos nos entender mutuamente ou com o nosso próximo de maneira gentil, evitando discussões inúteis e que não levam a nenhum resultado positivo, e só causa mal estar, que, muitas vezes, não se consegue superar.
Devemos tentar evitar sempre mal entendidos, nos educando em nossa maneira de agir e impondo esse tipo de comportamento em nossa personalidade, pois discutir inutilmente não leva a nada, mesmo!
Tentarmos nos entender sem a discussão estéril, seria o ideal. Fato é que raramente conseguimos mudar algo que já está feito, ou o pensamento e atitude de alguém. Todos já temos nossos princípios formados e arraigados, muitas vezes, sem a disposição de querermos mudar, mesmo sabendo que seria o ideal.
Até mesmo por um orgulho completamente sem sentido. No íntimo, sabemos que deveríamos agir de certa maneira, e não o fazemos por nos sentirmos humilhados ao mudarmos nosso rumo de idéias ou nossas atitudes.
Nossa inteligência está exatamente nesse ponto. Usando o raciocínio, veremos que nos entendendo com o nosso próximo, seja amigo ou com algum grau de parentesco, conseguiremos agir de forma a chegarmos a um acordo, no sentido comercial ou pessoal.
Nos entendermos não significa, necessariamente, cedermos em tudo o que nos é proposto, e sim sabermos discutir as divergências com educação e a boa vontade no sentido de chegarmos a uma conclusão aceitável por todas as partes envolvidas em alguma questão.
Elegância é uma palavra mágica, que não se refere somente à parte física, vestimenta ou palavreado, mas sim ao tipo de atitudes que tomamos ao enfrentarmos até mesmo divergências e situações difíceis de serem ultrapassadas.
E é nessas ocasiões que conhecemos e normalmente definimos as pessoas que se destacam pela elegância de atitudes, de palavras acertadas para cada situação e cada eventualidade.
O entendimento não se refere somente a concessões, e sim a maneira educada e simples ao concordarmos e, principalmente, ao discordarmos de alguém.
É nossa capacidade de pensar, de entender algo intelectualmente, o que não significa deixarmos de ter nossa opinião diferente daquela que nos é apresentada, só que a nossa idéia pode ser expressa sem nenhum sinal de irritabilidade, e sim com calma e explicação solicitada pelos circunstantes.
Mesmo porque, ao discutirmos determinado assunto, temos que ter a consciência de possuirmos muito conhecimento sobre aquilo que está sendo discutido.
Entendimento, não nos esqueçamos, é, principalmente, conseguirmos estar de acordo, duas ou mais pessoas, ou se discordarem, que o façam com razão e conhecimento, pois isso pode significar o entendimento e o aprendizado, ao invés de correção pura e simplesmente.
E, se os circunstantes forem possuidores de certa humildade, poderão sempre aprender, ao invés de se sentirem humilhados.
Por isso, devemos praticar a humildade para conseguirmos aprender com o nosso próximo, mesmo que teoricamente ele tenha menos instrução que nós.
Abraços e bom domingo, praticando sempre o entendimento e evitando que nosso orgulho predomine, e nos impeça de absorver ensinamentos importantes 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
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Arrependimento
Publicado por amandadelboni
Os antigos já diziam que se arrependimento fosse bom, ninguém teria cometido erros para mais tarde pensar melhor e de uma próxima vez não cometerem as mesmas atitudes que os fizeram se arrepender.
Minha mamy sempre tentou nos ensinar para pensarmos bem antes de agirmos, fosse em que âmbito de atividade fosse, para não tentarmos nos corrigir depois, e muitas vezes, sem resultado que nos fizesse felizes e realizados.
Arrepender-se não corrige o que já foi feito, mas pode, claro, ajudar-nos a tentar para que não cometamos novamente os mesmos enganos de antes, as mesmas falhas que podem realmente nos prejudicar na convivência com o nosso próximo.
Mas somente nos arrependermos não leva a nada, o que devemos é tomarmos como exemplo o que fizemos e corrigirmos as atitudes que tenhamos tido e que não apreciamos.
Sempre válido o fato de analisarmos com seriedade e convicção a maneira como encaramos e agimos em relação ao nosso próximo, pois isso nos dará a oportunidade de mudar, e como disse um grande filósofo, quem pensa, muda!
E mudar é sinal de maturidade, de mente aberta a troca, tanto de atitudes, quanto de forma de pensar para alcançarmos sempre resultados nas amizades, nos negócios, na vida em geral.
Arrepender-se é uma forma de se colocar à disposição para mudanças que podem nos levar a firmar cada vez mais uma amizade, um relacionamento seja de que natureza for, adiante e com lealdade que deve ser primordial em qualquer relação à qual nos propusemos.
Mesmo no sentido religioso, aprendemos que o arrependimento pode nos levar a corrigir erros que fazemos independente até mesmo de nossa vontade, e que se mudamos, vale o perdão.
O importante é tentarmos não repetir aquilo que tivemos como inoportuno em nossa maneira de agir, tanto perante nós mesmos, como diante de outros aos quais devemos evitar as ofensas e contradições.
E, se nos arrependermos de algo que fizemos, de alguma ação inoportuna que tivemos a infelicidade de cometer, devemos tentar reverter a situação, da forma que nos for oportuna, e, pelo menos nos desculparmos do que foi feito.
O arrependimento é uma forma de humildade, de sinceridade por reconhecermos que não agimos corretamente em alguma situação, que poderíamos ter feito melhor do que fizemos para que nossa atitude pudesse colaborar para melhorar determinada situação, uma vez que nos tenha sido dada essa oportunidade.
Portanto, pensemos sempre antes de agirmos, o que nos deixaria livres de termos que nos arrepender depois, e portanto nos humilharmos de certa forma perante nosso próximo, ao qual teríamos ofendido.
O arrependimento é, muitas vezes, expressado pelo termo “desculpa”, o que não resolve algo que já tenha sido mal feito, ou ofendido a pessoa que esteja participando de nosso convívio naquele momento.
Antes de termos que nos desculpar, pensemos bem para nos expressarmos, pois muitas vezes, não vale a pena uma opinião que não vai resolver uma situação e não vai levar a nada.
Portanto, antes de nos arrependermos, pensemos bem!
Abraços e bom domingo 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
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Bom Senso
Publicado por amandadelboni
Realmente, temos que nos policiar sempre para usarmos o bom senso durante toda nossa vida, pois sem ele corremos o risco de errarmos em algum julgamento, e ficarmos sujeitos a agirmos de maneira incorreta em ocasiões, muitas vezes sem retorno.
Por isso, sempre que vamos tomar alguma atitude, paremos para pensar se aquela será adequada, se a ocasião é correta para aquele tipo de ação, pois com frequência não temos como consertar algo onde agimos intempestivamente.
Não é fácil, e nem sempre paramos para raciocinar se aquela é a maneira mais adequada para aquele momento, mas façamos sempre um esforço íntimo para tentarmos agir com equilíbrio e boa vontade, e assim evitarmos um mal estar que poderia ser provocado por uma atitude impensada.
E, se incorrermos no erro de não pensarmos antes de qualquer ação que empreendamos, podemos estar arriscados a não termos a chance de corrigirmos algo que tenhamos chegado à conclusão de que deveria ter sido feito de maneira diferente.
Assim, melhor mesmo usarmos nosso raciocínio e pensarmos bem antes de iniciarmos algo, para termos a certeza de estarmos tomando atitudes corretas em relação aos fatos do momento.
Quando dizemos que o indivíduo agiu com bom senso, significa que utilizou de argumentações e atitudes racionais para fazer julgamentos e escolhas o mais acertadas possível.
Como disse um grande filósofo, o bom senso é a capacidade de achar o meio-termo em nossas decisões e atitudes, e encontrarmos a forma mais correta de agirmos em qualquer situação que nos é apresentada.
E nos lembrarmos de que o bom senso nem sempre se iguala ao senso comum, pois este pode refletir, muitas vezes, uma opinião errônea e preconceituosa sobre determinado assunto. O bom senso é ligado a idéia de sensatez e a capacidade de conseguirmos distinguir a melhor forma de conduta em cada situação.
É uma forma de agir e se comportar que não é afetada pelas paixões e sim pautada na razão e no equilíbrio. Quando dizemos, “eu não faria isso por uma questão de bom senso”, estamos nos referindo à capacidade de quem costuma tomar decisões de maneira sensata, equilibrada, ponderada. É a capacidade que temos ou aprendemos para distinguirmos o verdadeiro do falso, de pensarmos antes de agir.
Ao usarmos do bom senso, estamos exercitando nossa sensibilidade, reconhecendo o momento que devemos agir, de acordo com a ética, para não sermos desonestos e injustos.
Não somos obrigados a tomar uma série de atitudes, como ceder um lugar, oferecermos nossa ajuda a alguém mais velho, mas fazemos isso porque usamos nossa educação e principalmente nosso bom senso.
Abraços e bom domingo, usando nosso sentimento de ajuda ao próximo e o bom senso para distinguirmos a ocasião adequada afim de que nossa atitude seja acertada sempre 🙂
Amanda
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