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Cobrança
Publicado por amandadelboni
Quando falamos em cobrança nos vem à mente, em primeiro lugar, o sentido financeiro, pagamentos e dívidas, de maneira geral.
Mas aqui vamos falar de outro tipo de cobrança, que algumas pessoas fazem sempre a amigos, funcionários, e até mesmo de contato eventual, como com alguns fornecedores, vendedores, etc.
A cobrança a que me refiro é a de pessoas que passam o tempo cobrando sempre algo de alguém, como o “por que demoraram tanto”, ou “como não se lembraram de tal evento” e assim sucessivamente cobranças inúteis que só servem para abalar a amizade.
Se procurarmos compreender os motivos que levam as pessoas, na maioria das vezes,a tomarem determinadas atitudes, seríamos mais tolerantes e nosso convívio se tornaria mais leve e proveitoso.
Se perdemos tempo com a cobrança, estamos também perdendo nosso tempo de convivência, deixando de nos informar sobre tantas coisas interessantes.
Conheço pessoas que, quando nos encontramos, ao invés de saber como vou, ou o que tenho feito de proveitoso, passa o tempo cobrando porque não nos vimos há tanto tempo, e muitas vezes perco até mesmo o fio da meada, e me esqueço de como estava saudosa daquela pessoa, e o quanto eu tinha para lhe contar.
As novidades e a saudade que sentia se transformam em tempo perdido explicando a causa de nosso encontro não ter sido mais cedo.
Então, precisamos tomar muito cuidado com a cobrança inútil, que não nos levará a nenhum lugar, e, pelo contrário, nos faz esquecer como gostaríamos de encontrar aquela pessoa e lhe contar de minha vida, da família, dos sucessos e fracassos, e cujo relato nos faz bem dividir com amigos sinceros.
Exigências relacionadas ao tempo passado e que não nos tínhamos encontrado, a festa a qual não pudemos comparecer por motivos mais do que justos, e outros eventos sem importância, tomam, muitas vezes, o tempo que poderia ser usado para contarmos nossas novidades, boas ou más.
Amigos são para qualquer momento, e por isso, temos que desenvolver a tolerância da demora que, muitas vezes, somos obrigadas pelo próprio ritmo de vida que todos levamos, pelas obrigações que desenvolvemos, pelo nosso trabalho, etc.
Portanto, nos momentos para os quais nos reservamos, devemos aproveitá-los para que a conversa se desenvolva em ambiente alegre, curtindo as novidades que chegam através de uma conversa descontraída e produtiva.
Digo produtiva, pois sabemos que nem todas as notícias podem ser maravilhosas, mas mesmo assim, se estivermos com a nossa disposição sincera, poderemos também ser úteis, caso o encontro assuma também uma direção com novidades não tão alegres.
Dessa forma, se pudermos ajudar, e nos colocarmos à disposição para tal, o próprio ambiente de desgosto pode ser amenizado com o gesto e a disposição positivos que desenvolvermos nessa ocasião.
Não nos esqueçamos de que, quando uma pessoa nos confia e divide conosco seus problemas, mesmo que sejam pequenos para nós, eles assumem uma grandeza para quem os estiver passando.
Então, vamos considerar que um problema para quem o tem, assume a proporção e o valor para a pessoa, e que nunca devemos fazer pouco, ou desvalorizá-lo.
Ao contrário, com paciência, atenção e carinho, poderemos ajudar a encontrar até mesmo a solução ideal.
E lembre-se, nunca comece um telefonema na negativa, tipo, ‘pôxa, é mais fácil falar com o Papa do que com você’.
Abraços e bom domingo, sem cobranças inúteis 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Amar é simples
Publicado por amandadelboni
Assisti outro dia um show muito especial de um grande cantor brasileiro, Pedro Mariano.
E fiquei muito bem impressionada, com sua voz, e nem se fala, com as músicas apresentadas, todas lindíssimas, com a apresentação da orquestra, enfim, tudo muito profissional e perfeito.
Uma das músicas de que gostei muito se chama: “Simples”, com autoria de Jair Oliveira.
Realmente, o título se refere ao amor, e o tema principal é:
“Elementar, meu caro amor, amar é simples”.
Não tem verdade maior em relação ao amor, pois ele é simples na sua concepção, no desenrolar de nossas vidas, na nossa profissão, no nosso dia a dia de maneira geral.
E é realmente elementar, pois basta olharmos para dentro de nós e para as pessoas que nos rodeiam e que convivemos para sabermos que, sem amor, nada conseguiremos realizar, seja na área pessoal, ou profissional.
O amor é, verdadeiramente, a mola que move o mundo, pois ele nos desperta o desejo de ajudar a quem nos rodeia e que esteja precisando de nós, seja na área física, psíquica ou emocional.
Muitas vezes, uma palavra que dirigimos a alguém no momento certo terá modificado sua maneira de agir, e com isso transformando os resultados para um convívio melhor, um perdão que a pessoa nem esperava pudesse ser capaz.
E, vamos convir que é simples poder amar. O amor é realmente a mola do mundo e amar é tão simples que não nos custa nada, nem esforço físico, nem mental, e muito menos financeiro.
Simplesmente Amar!
E nos lembremos da boa vontade que o ser humano tem, naturalmente em seu interior, de amar e ser amado.
Quantas vezes vemos resultados na vida de alguma pessoa amiga, que precisava somente de uma opinião, uma sugestão bem proporcionada aos seus problemas naquele momento, e cuja resolução dependia muitas vezes somente de uma opinião bem orientada e dada com amor.
Que o amor remove montanhas, sempre ouvimos de nossos pais, mas a verdade é que realmente ele nos condiciona a emitir palavras que podem servir como consolo ou incentivo para a resolução de problemas que antes poderiam parecer insolúveis.
E principalmente se o nosso ouvinte puder considerar nossa opinião como um prova de interesse, de afeição desinteressada, e somente com o propósito de ajudar na resolução de algum problema que no fervor dos acontecimentos poderia lhes parecer insolúvel.
Volto, então, a falar na humildade, inclusive, de saber receber sugestões e opiniões, desde que sejam emitidas por pessoas a quem respeitamos e amamos, e que também têm por nós, o mesmo amor e principalmente o devido respeito.
E isso sem falar no amor incondicional, que pode se referir ao nosso dar sem esperar nada em troca, como o que fazemos ao realizar uma caridade física ou financeira a quem de nós necessita, e quando falamos em ajuda, nos referimos, principalmente ao amor que nos faz, muitas vezes, emitirmos opiniões e conselhos que podem mudar uma vida.
Como se diz desde o início do mundo, o amor de mãe é um belo exemplo de amor incondicional, pois ela, em geral, ama sem exigir nada em troca, claro que salvando a orientação que a mãe tem até mesmo a obrigação de dar aos seus filhos, baseada na experiência que sua vida já lhe havia dado.
Então, vemos que a música tem razão: Amar é simples!
Escute, você vai gostar: https://vimeo.com/147492105
Abraços e bom domingo, regado de amor 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Consequências
Publicado por amandadelboni
Sempre ouvi que todas as vezes que tomarmos uma atitude em nossa vida, seja ela pessoal ou profissional, devemos pensar primeiro se conseguiremos aguentar as consequências que advirão em função de nossas decisões.
Sempre necessário nos perguntar: arcaremos com as consequências?
Pensar antes de agir deveria ser uma constante na vida de todos nós, para que não nos arrependamos de iniciarmos algo que mude nossa maneira de viver, e principalmente se alguma iniciativa de nossa parte não prejudicará pessoas próximas a nós.
Até mesmo uma tomada de posição em relação a nossos filhos, cônjuge, nossos pais, seja com quem estiver no nosso convívio, devemos nos cuidar para que alguma atitude impensada não nos traga consequências com as quais não estávamos contando.
E provavelmente, para as quais não estivéssemos prontos.
Muitas vezes, não teremos a oportunidade de repararmos erros cometidos sem pensar, e arcar com as consequências que poderão chegar, sem que estejamos preparados até para insistirmos novamente.
Suportar resultados de atitudes impensadas é um ato de heroismo, de coragem, e se assumimos algo que fizemos ou provocamos é o mínimo que podemos fazer, o que demonstrará nossa firmeza de caráter. E seriedade ao encararmos nosso eventual erro.
Claro que nem sempre as consequências serão por erros cometidos, mas também o sucesso que vem através de nossa dedicação anterior.
Assumimos também o resultado positivo de nosso raciocínio lógico, de atitudes previstas anteriormante, pois efeito é o resultado de uma causa.
Sem nos esquecermos de que a toda ação corresponde uma reação.
Frase falada, mas sobre a qual temos que refletir sempre, para chegarmos a conclusão se poderemos suportar o que virá depois, se acharemos justo ou não, e se suportaremos a luta que poderá vir em seguida.
Pensar bem antes de agir, seja em que situação for, é uma importante medida para não nos arrependermos depois; parece simples, mas, às vezes, dependendo da situação, agimos por impulso e poderemos, em algumas ocasiões, pagar caro por esse tipo de atitude impensada.
Como sempre aprendi, se agimos impulsivamente, e algo possa não dar certo de acordo com o que esperávamos, poderemos não ter a chance de corrigir algum erro de julgamento.
Medir as consequências em qualquer situação pode nos tirar de condição embaraçosa e, para isso, devemos tentar permanecer de cabeça fria, pensar muito bem antes de tomar alguma atitude precipitada.
A não ser que, de acordo com nosso raciocínio na ocasião de alguma decisão difícil, estejamos certos de podermos sair vitoriosos, física, sentimental e racionalmente.
Para isso, temos que nos sentir seguros quanto aos resultados de alguma interferência e consigamos convencer a quem desejaríamos de alguma idéia nova, e estarmos sempre preparados para alguma crítica, que se formos humildes, poderemos até mesmo aproveitar.
E com isso, até mesmo quem sabe, melhorar nosso propósito inicial, com consequências favoráveis a nós mesmos e a quem se dirigiria nossa ajuda.
Portanto, vamos cuidar sempre de nossas atitudes e aceitar as consequências com determinação.
Abraços e bom domingo 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Nossa realização
Publicado por amandadelboni
Tenho uma amiga que sempre cita o dito, “A felicidade é o que sentimos a partir de nós e apesar dos outros”.
Achei interessante, pois isso quer dizer que temos que nos sentir felizes por nós mesmos, pelo que possuímos, pelo que realizamos, e principalmente pelas pessoas que fazem parte integrante de nossas vidas, como nossos pais, nossos filhos, enfim, quem nos rodeia.
E temos que ter consciência de que a felicidade que sentimos deverá vir de dentro de nós, de tudo o que conseguimos construir e conquistar, através de nosso trabalho e de nossa convivência com os nossos próximos.
Não devemos nos sentir atrelados ou dependentes de outras pessoas para nos sentirmos felizes, e para que isso aconteça devemos sempre nos esforçarmos afim de podermos nos realizar em nossa vida de maneira geral, nos resultados que programarmos dentro de nossa capacidade de realização.
Se colocarmos na responsabilidade de outros a nossa satisfação e felicidade, estaremos nos isentando de nosso espírito de luta e de nossa responsabilidade no sentido de nos realizarmos de acordo com nossa capacidade de superarmos as dificuldades que surgem no decorrer de alguma mudança de atitudes em ocasiões difíceis.
Temos que cultivar o estado de realização e felicidade íntima, até mesmo de acordo com nossa capacidade de execução daquilo a que nos propomos e que esperamos como resultados que nos façam felizes.
Nos sentimos felizes em diversas ocasiões, por causas diversas, desde a realização de um sonho, um desejo atendido seja em que âmbito for, e até mesmo sem um motivo específico, apenas uma realização.
Até mesmo uma noticia agradável vinda de alguém de nossa convivência ou de algum amigo que não víamos há tempo e que nos chega de surpresa, pode nos trazer momentos de alegria e felicidade.
A harmonia entre as pessoas com quem convivemos pode ser também um motivo sério de grande sensação de bem estar no ambiente em que vivemos.
Não temos que exigir demais da vida e das pessoas, para que uma ou outra decepção não nos torne desiludidos por não alcançarmos aqueles resultados com os quais tenhamos sonhado.
Podemos, inclusive, nos sentirmos felizes até mesmo sem motivo aparente, se conseguirmos valorizar pequenas manifestações que sentimos e temos, como a saúde, realizações em nossa profissão, que devemos ver como uma conquista, e não acontecimentos normais na vida de todos nós.
Tudo o que conseguimos se constitui num prêmio que devemos reconhecer, e não encararmos como se fosse tudo normal, mas sim como uma graça e o resultado de determinada luta empreendida por nós de alguma forma.
E, nos lembremos sempre, de que se somos capazes de sonhar, somos capazes de realizar.
Tudo o que nosso cérebro idealiza, nossa inteligência poderá lutar para que ocorra o resultado positivo dentro, claro, de possibilidades ideais, sem exageros que, na verdade, podem nos levar a um desenlace negativo.
Portanto, façamos nossos desejos de acordo com a nossa capacidade, e é importante, para isso, que desenvolvamos nosso senso de auto análise.
Mas, sempre, de acordo com as nossas idéias, sem nos deixarmos influenciar somente pela opinião alheia.
Ela é importante, mas não imperativa!
Abraços e bom domingo 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Nós e os outros
Publicado por amandadelboni
“Se temos tantos defeitos para criticar em nós mesmos, por que evidenciarmos os defeitos dos outros?”
O fato de sermos humanos nos dá o direito de errarmos, e às vezes o fazemos no juízo que cometemos em relação ao nosso próximo.
Temos tendência ao desejo de atingirmos uma perfeição que jamais poderemos alcançar, mas dentro de nossos conceitos e desejos, se tivermos ao menos uma parte do resultado que desejamos, ficaremos felizes e realizados.
Temos que tentar atingir um resultado que nos satifaça. No entanto, precisamos desenvolver nossa autocrítica ao máximo que consigamos fazê-lo, pois dentro de nossa racionalidade saberemos pôr em prática maiores iniciativas no sentido de atingirmos o patamar desejado inicialmente.
Ou, pelo menos, parte dele.
Importante que possamos ter a consciência, dentro de nossa racionalidade, dos que consideramos defeitos de nossa personalidade, e de que maneira poderíamos tomar atitudes que nos levem a diminuí-los, ou estirpá-los.
Temos que saber até que ponto essas características negativas estariam prejudicando nossa dinâmica de vida, diante dos amigos, parentes, e de forma geral, a vida em nosso ambiente social.
Mesmo porque existem características mais suportáveis, que podemos ultrapassar com certa facilidade, e outras que poderiam nos prejudicar social e até mesmo profissionalmente.
O que devemos é evitar a crítica estéril no sentido de tentar transformar as pessoas, suas convicções, sua maneira de pensar e atuar na vida, pois podemos, com isso, criar um ambiente de mal estar, que, muitas vezes, pode se tornar insuperável.
Mas, se de outro lado, temos a honra de sermos consultados sobre assuntos pessoais de amigos, é, até mesmo, uma obrigação de fazermos alguma crítica construtiva, pois dessa forma, lidando com pessoas sensíveis e inteligentes, teremos condições de ajudá-las a mudar algo que lhes será benéfico.
É muito fácil criticarmos particularidades que observamos nos outros, pois estamos de fora, e sem sabermos o porque de tais atitudes que eles assumam, mas que tal de vez em quando tentarmos entender as razões, as ocasiões e o que as teria motivado?
Se olharmos para dentro de nós, imparcialmente, poderemos vislumbrar algumas características que achamos negativas, assim como outras que sabemos serem positivas, como compreender o nosso próximo, ajudá-lo quando possível.
Nem sempre nos referimos a ajuda financeira, mas em muitas ocasiões, apenas uma palavra de otimismo ou de incentivo pode ajudar a transformar a vida de alguém.
E temos também que procurar examinar nossa consciência para que possamos nos dar conta de características que temos e que não nos agradam.
Devemos ter, também, a perfeita idéia do bem que tenhamos feito a pessoas necessitadas, e saibamos que esse sentido de ajuda que desenvolvermos é uma grande qualidade que temos que cultivar.
Quem necessita de nosso apoio, seja ele de que natureza for, precisa ser atendido se nos solicita, pois se isso acontece é porque a pessoa nos vê com a capacidade de podermos tirá-la de alguma situação de necessidade, de risco ou de um simples conselho.
E não nos esqueçamos de que o que siginifica um defeito para uns, pode significar uma qualidade para outros dependendo do ponto de vista de cada indivíduo.
Sejamos autênticos, e dentro de nossa capacidade de auto julgamento, façamos nosso exame de consciência no sentido de podermos emitir nossa opinião somente se formos solicitados.
Ninguém gosta de ver seu ponto de vista criticado, portanto é um risco que se corre ao emitir uma opinião. Pensemos bem!
Abraços e bom domingo 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
