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Persuasão

Persuasão significa convencer alguém sobre algo que nós temos a certeza de ser o ideal, em qualquer aspecto da vida de cada um.

Mas, daí até outras pessoas estarem certos disso, é outra história, pois todos temos convicções, certezas, nossa maneira de pensar, inclusive dependendo de muitos aspectos, como a educação familiar que recebemos da criação e valores que nossos pais e educadores também tenham tido durante sua vida familiar.

E que tenham nos transmitido.

Até mesmo em relação aos nossos dependentes, aos quais transmitimos os princípios básicos, desde que começam a entender o que estamos desejando que aprendam, devemos ter o cuidado para que a transmissão de idéias seja de maneira agradável e convincente, senão poderão ser rejeitadas de início.

Isso, quando já habituamos desde cedo na vida, a expormos nossas idéias com equilíbrio, sem colocá-las como condição de convivência, e sim como opinião formada por nós e até mesmo por termos desde cedo conseguido resultados agindo da maneira que estaríamos habituados.

Persuadir não é somente dar ordens a nossos filhos e nossos colaboradores, mas sim explicar o motivo pelo qual estamos desejando que aquela determinada sugestão deverá ser acatada.

Dessa forma, tudo será recebido com mais boa vontade, sem que precisemos nos impor com autoridade desnecessária.

Devemos mesmo explicar o porque daquilo estar sendo sugerido, pois podemos até mesmo ouvir alguma sugestão, que melhore o andamento de tudo o que está sendo providenciado. Não somos infalíveis e a humildade de ouvirmos nossos subordinados poderá nos ajudar, e muito.

Para convencermos as outras pessoas, sejam amigos ou funcionários, de que nossas sugestões deverão ser acatadas, devemos ter estudado todas as consequências que poderão advir de possíveis mudanças que estivermos sugerindo.

E termos a humildade de reconhecermos quando algum resultado não tenha saído de acordo com nossas expectativas iniciais, só assim ganharemos o respeito e a consideração de pessoas que estejam colaborando conosco.

Portanto, estudemos bem alguma mudança que estivermos planejando, para que nossa persuasão tenha sido respeitada e aplaudida pelas pessoas que terão que cumpri-la.

Fácil não é, claro, pois o que para nós costuma ser uma certeza, ao transmitirmos para outras pessoas temos que considerar o que cada um tem como idéia pré concebida e conceitos de vida.

E respeito é bom, como se diz, e todos gostam.

Por isso, persuadir é algo muito delicado.  Tomemos sempre cuidado ao expormos nossas idéias, sem tentarmos convencer simplesmente dizendo o que pensamos, mas mostrando, se tivermos a oportunidade, os resultados que tenhamos obtido.

Vamos com cuidado sempre, para evitarmos, principalmente, ofensas.

Abraços e bom domingo 🙂

Amanda

Camaradagem

Uma atitude de camaradagem é muito importante na convivência, seja na intimidade ou simplesmente com companheiros de estudos, de negócios ou amigos, sem nenhum interesse comercial.

O simples fato de conseguirmos acompanhar alguém que precisa da companhia, mesmo que o façamos em silêncio e o fato de estarmos ao lado de quem esteja necessitado naquele momento, já pode trazer um conforto que nunca se esquece.

Um abraço num momento triste, ainda que não digamos nada, traz um alivio imenso, e pode até provocar o pensamento de algo que nos traga mesmo a solução de um problema que estejamos atravessando.

Isso já me aconteceu em ocasião da doença de minha mãe quando a tristeza se tornava mais suportável ao sentir uma demonstração de carinho e de amizade em momento tão difícil.

O companheirismo se demonstra com um simples sorriso em ocasião de tristeza, um aperto de mão, uma atitude sincera, muitas vezes mais importante do que palavras.

Quando somos companheiros, vamos juntos até mesmo assistir a espetáculos que não iríamos sem companhia, fazemos tudo para que a outra pessoa não se sinta sozinha, e estamos sempre procurando ocasiões para que possamos demonstrar o quanto essa companhia é importante para nós.

E quando acompanhamos alguém, isso deverá ser feito sem reclamações, mesmo que seja ocasião em que não estejamos nos sentindo muito confortáveis.  O importante é que a pessoa que havia nos convidado ou solicitado nossa companhia não sinta de forma nenhuma que estejamos inconfortáveis ou cansados.

Mesmo porque, quem precisa de nós para alguma necessidade física, ou outro tipo de ajuda, ficaria extremamente desconfortável se sentir que não teríamos boa vontade.

É muito delicado tudo isso, e devemos estar sempre atentos.

Só pensar como ficamos felizes ao necessitarmos de companhia, seja para algo importante ou para alguma diversão, e a pessoa aproveita aquilo que está assistindo e participa do que está se passando naquele momento.

Claro que nem sempre os gostos são parecidos, mas vemos casais que não tendo os mesmos gostos, se respeitam mutuamente, e participam perguntando das atividades que estariam sendo desenvolvidas naquele espaço de tempo.

E, se formos humildes, estaremos sempre aprendendo com o nosso próximo, pois não nascemos sabendo, aprender é, antes de tudo, um ato de humildade que nos leva a ter conhecimento sempre maior de tudo o que nos rodeia.

Nunca nos esquecendo de que, se exercermos o companheirismo, teremos a oportunidade de conhecermos melhor nossos amigos e conhecidos, e vamos mesmo descobrindo pessoas especiais dentro de cada um de nós.

É a lealdade entre pessoas que se dispõem a caminhar juntas, é relacionamento, cumplicidade, apoio em qualquer situação que se fizer necessária, o modo amistoso de convivência, onde exercemos a gratidão, sentimento importante que temos que cultivar e demonstrar a quem nos fez algo que tenha auxiliado o decorrer de nossa vida diária.

Abraços, bom domingo e um ótimo Ano Novo, com muito companheirismo, demonstrado a quem nos rodeia 🙂

Amanda

Gratidão

Gratidão é um sentimento quase obrigatório que temos que cultivar.  Uma pessoa ingrata é inaceitável, inadmissível e intolerável para meu convívio intimo.  E pior que tem gente desse tipo e todos nós conhecemos.

Essa espécie prefere não reconhecer que tenha recebido  favores de outros, sejam de carinho, financeiro, ou de qualquer modalidade.

Sermos gratos não significa somente dizermos muito obrigado, pois isso pode até ser dito por obrigação, mas sim conseguirmos retribuir a quem nos ajuda, de maneira carinhosa, um aperto de mão ou um beijo pode significar mais até do que uma retribuição financeira, um presente, etc.

A gratidão é um sentimento muito bonito e emociona a quem o recebe e que tenha sido demonstrado de maneira autêntica e carinhosa.

Todos conhecemos alguém que nunca diz um obrigado, ou se nega a reconhecer o que lhe foi feito como um favor, tenha sido social, emocional ou financeiro.

É um orgulho que impede certas pessoas de agradecer, pois isso significa para elas uma espécie de humilhação de ter recebido o favor ao qual o agradecimento se refere.  Já vi muito isso.

Mas não podemos considerar, e devemos sempre fazer o bem a quem de nós  necessita, pois isso nos fará, de certa forma, realizados em poder ajudar e muitas vezes resolver problemas que não seriam solucionados sem nosso auxilio naquele momento.

A ingratidão é feia e desagradável para quem a pratica, não para quem a recebe.

Por isso, devemos sempre cultivar nosso sentimento e sermos gratos a quem nos dá algo, ou nos presta simplesmente algum favor, mesmo que seja pequeno aparentemente, mas que sem ser feito nos faria muita falta.

É só imaginarmos como transcorreria nossa vida, muitas vezes, sem que tenhamos recebido aquela gentileza.

Devemos, portanto, cultivar esse sentimento de gratidão, valorizarmos o que recebemos, seja do ponto de vista pessoal, profissional ou até mesmo espiritual através de algum conselho, que, muitas vezes, se seguido, pode mudar algo importante em nossa vida.

Agradecer é mágico e abre portas sob todos os aspectos.

E cultivar esse hábito é sinal de amadurecimento, sabedoria e também de humildade.

Desejo a todos Boas Festas e um Feliz Ano Novo!

Que o sentimento de gratidão nos acompanhe em 2019 e sempre, e que o ano novo chegue repleto de muito amor, paz e saúde para todos!

Abraços afetuosos, cheios de gratidão pela sua leitura e amizade!

Amanda

Arriscar

Quando falamos ou pensamos em correr riscos, sempre nos vem à mente a dúvida de  que, exatamente nessa hora, o risco poderá trazer consequências das quais, muitas vezes, não poderemos ficar livres, ou que poderão nos prejudicar.

Pensar muito antes de nos arriscarmos é algo que devemos fazer, pois às vezes não temos a oportunidade de consertarmos o que já foi feito.

Portanto, pesar as consequências sempre é o grande segredo para conseguirmos, de alguma forma, tentarmos evitar resultados que possam nos prejudicar, seja na área pessoal, profissional ou financeira.

De qualquer forma, se arriscamos, estaremos sujeitos sempre a algum resultado surpreendente, que tanto poderá ser positivo quanto negativo.

O raciocínio deverá ser sempre nosso grande aliado.  Tomar providências repentinas sem pensar poderá trazer consequências difíceis de serem consertadas depois.

Prestarmos muita atenção às nossas atitudes, para que não nos prejudiquemos, seja do ponto de vista físico ou financeiro, pois nossa vida depende sempre de conseguirmos transpor as dificuldades que se apresentam, e que devemos lutar para que consigamos os resultados que nos farão felizes e tranquilos.

Mas claro que, algumas vezes, na vida de cada um de nós, somos praticamente obrigados a nos arriscarmos em negócios, mas isso deve ser feito depois de estudadas todas as possibilidades e se teremos condições de arcarmos com possíveis erros e mudanças que teriam que ser feitas.

Arriscar pode ser algo até muito atraente, um sentido de aventura que muitos possuem, até mesmo sem medir os efeitos negativos que um resultado inesperado pode ocasionar, portanto, repito, o negócio é pensar, medir, e imaginar se temos condições de aguentar o peso das consequências que poderão chegar.

Tomarmos cuidado para que a emoção do risco não nos traga resultados prejudiciais e comprometa a finalidade do que foi planejado.

Muitas vezes nos sentimos tentados a nos submetermos a esse tipo de emoção,  mas sempre devemos raciocinar e nos perguntarmos: será que vale a pena?

E, principalmente, temos que pensar e pesar se teremos condições, sejam físicas ou psicológicas de suportarmos aquilo que viria depois emocionalmente.

Sem duvida temos que ir atrás de nossos objetivos, e tudo requer uma luta sempre, mas eu quero crer que isso deverá ser feito com muita cautela para que as prováveis consequências não venham a nos prejudicar intensamente.

Assim, me arrisco agora, me despedindo de vocês e esperando que tenham gostado 🙂

O risco calculado é o segredo do sucesso!

Abraços e um ótimo domingo,

Amanda

Tropeços

Quando falamos em tropeçar, nos ocorre em primeiro lugar enfrentarmos algo que estiver na nossa frente, no chão, ou caindo em nós.

Mas me refiro aqui também em tropeços que podemos cometer em relação ao que nos ocorre durante nossa vida, seja pessoal ou profissional, e muitas vezes sem retorno, ou sem conserto, conforme sua gravidade.

Me pergunto sempre se podemos nos prevenir antes de tropeçarmos, seja física ou profissionalmente, e essa é uma dúvida que, creio, todos nós temos, pois a certeza é algo que não se pode ter, na verdade, quase em nenhuma ocasião.

Muitas vezes, não conseguimos nos desviar quando encontramos alguns obstáculos difíceis de serem transpostos, tanto do ponto de vista financeiro, quanto pessoal ou profissional.

Nosso tropeço social se refere a falhas no relacionamento com pessoas  amigas, sejam de convivência maior ou menor, de intimidade ou de certa cerimônia.

E quando falamos em trato, nos referimos à maneira de tratarmos todos com a mesma educação, consideração e gentileza, e assim, vamos definindo o nível de intimidade que a pessoa nos inspira, a confiança que passamos a depositar conforme vamos tendo  maior convivência.

Pois a convivência determina quase sempre o nível de intimidade que vamos conferindo à nossa amizade… ou não.

Até os tropeços que nos são confiados fazem — ou não — crescer o nível de amizade e confiança que os novos conhecimentos inspiram, pois os próprios diálogos se tornam mais íntimos, tendo assim a oportunidade para ambas as partes de se fazerem as confidências que podem ajudar no desenvolver de algum problema apresentado.

Não nos esqueçamos de que tropeços, no passar de nossa vida, nos proporcionam a oportunidade de evoluirmos, seja do ponto de vista espiritual, intelectual ou emocional, como sempre digo, isso se formos humildes o suficiente para encararmos de frente as possíveis falhas que tenhamos cometido.

Só não nos esqueçamos de que a vida nos oferece sempre novas chances de vermos e analisarmos os tropeços que nos ajudariam a aprender e mudar atitudes que antes haviam sido prejudiciais.

Cada tropeço pode ser um ensinamento e cada dia nos traz o amadurecimento que nos ajudará durante as resoluções que sempre temos que tomar na nossa vivência e relacionamentos, seja com parentes ou amigos que escolhemos para convivermos.

Importante, que cada tropeço sirva de ensinamento 🙂

Abraços e ótimo domingo!

Amanda