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Constrangimento
Publicado por amandadelboni
Quando falamos em constrangimento, nos imaginamos em situações em que realmente nos sentimos constrangidos.
Mas importante nos controlarmos para que não fiquemos constrangidos em ocasiões que possam nos prejudicar, pois podemos usar o raciocínio no sentido de conseguirmos distinguir quando devemos nos expressar, ou não.
Tudo tem sua medida exata, tem hora que podemos opinar e expressar nosso conhecimento, já tem ocasiões em que não devemos falar o que pensamos, e até mesmo o que sabemos, em relação ao assunto abordado naquele momento.
Tudo fica mais fácil e conveniente se somos solicitados por quem estaria expondo o assunto em que estamos participando.
Dessa forma, a vaidade de quem estaria se colocando não ficaria prejudicada, e se somos solicitados, tudo muda, e aí sim podemos nos colocar no assunto referido, auxiliando a pessoa na sua exposição.
Importante, mesmo, é termos o cuidado para evitarmos o constrangimento, pois devemos sempre considerar a vaidade que faz parte do ser humano, de maneira geral.
Se damos uma opinião sem sermos solicitados, estamos sujeitos a sermos recusados, mesmo que tenhamos razão no que opinamos, por isso todo cuidado é pouco para evitarmos a colocação na vaidade da outra pessoa.
Pois, ao se sentir constrangida, a pessoa, mesmo reconhecendo que o opinante teria razão, pode deixar que sua vaidade o impeça de aceitar a ideia exposta.
E essa atitude de recusa pode provocar um prejuízo no sentido da consulta que será feita.
Tentemos, então, não nos sentirmos constrangidos ao consultarmos uma matéria exposta por alguém que seja especializado naquele assunto, pois isso pode nos servir como grande ajuda.
Deixarmos a vaidade de lado é um grande segredo para uma convivência perfeita!
Abraços e um ótimo domingo 🙂
Amanda
Se não me faz feliz, não vale a pena!
Publicado por amandadelboni
Evidentemente não podemos generalizar.
Mas o raciocínio é muito importante no desenvolvimento de planos que elaboramos, pois toda vez que imaginamos uma situação, automaticamente elaboramos também os resultados que dela poderiam advir.
E que poderiam nos ajudar no presente ou em futuro próximo, e cujos resultados nos fariam felizes, tanto no aspecto pessoal, quanto no profissional e mesmo financeiro.
Nosso raciocínio deverá estar em primeiro lugar, com nossos cálculos, sejam eles financeiros ou funcionais.
Sempre que nos vem alguma ideia relativa a criatividade, devemos estar prontos para alcançarmos o que imaginamos em primeiro lugar, mas principalmente se esses resultados chegarão de acordo com aquilo que programamos.
Planos devem ser sempre muito bem estudados, para que possamos obter os lucros idealizados, sejam no âmbito financeiro, ou no social.
E importante estudarmos se tudo aquilo que planejarmos nos fazem e nos farão felizes e realizados quando colocados em prática, pois sempre que pensamos em fazer algo diferente do que já temos, são envolvidas mais pessoas.
E mesmo que consigamos contatos até mais experientes do que nós, não nos esqueçamos de estudarmos com muito cuidado, que além de conhecimento, devemos nos preocupar com a maturidade e experiência profissional de quem estaríamos envolvendo numa nova situação.
Uma nova ideia que nos chega, costuma ser um motivo de alegria e expectativa de progresso, mas devemos estudar com objetividade e carinho todas as possibilidades que podem se apresentar assim que iniciamos a realização na prática dessa nova iniciativa.
Não nos esqueçamos que um dos segredos da felicidade é encontrar a alegria na alegria dos outros e se para isso pudermos colaborar, estaremos, com certeza, felizes.
Assim, devemos cultivar também a boa vontade e a compaixão ao nosso próximo.
Portanto, estudemos com carinho e objetividade: o que eu preciso para ser feliz?
Abraços e bom domingo 🙂
Amanda
Aparência
Publicado por amandadelboni
Sempre aprendemos que as aparências costumam enganar, e que devemos analisar, com muito cuidado, através do que vemos, os detalhes e todo o sentido daquilo que estamos observando em primeiro lugar.
Por exemplo, algumas pessoas costumam se apresentar de uma determinada forma, demonstrando muitas vezes uma aparência extremamente vaidosa.
Assim, são vistas inicialmente como se preocupando somente com a vaidade, quando na verdade podem ser inteiramente focadas na área intelectual, numa atividade que exige inteligência e dedicação. Mas que outros não reconhecem porque se apegam à aparência vaidosa unicamente.
Por isso, não devemos nos prender, simplesmente, no que vemos, pois podemos nos enganar, e mesmo deixarmos de perceber o que realmente se passa na mente e como essa pessoa pode se desenvolver na área intelectual.
Às vezes, sem se inteirar do que se passa realmente, temos a tendência de analisar erradamente uma pessoa, deixando de nos informar mais profundamente sobre sua essência.
Assim, importante vermos além da vaidade, cultivando sempre a humildade de admitirmos nossa ignorância em alguns aspectos do que estaríamos observando.
Pois dessa forma estaremos sempre aprendendo.
Por isso, façamos o possível para irmos sempre além das aparências, para que consigamos resultados positivos naquilo que estivermos avaliando sobre alguém.
Claro que devemos sempre cuidar de nossa aparência, quanto daquilo que apresentamos na nossa escrita e discrição em tudo o que descrevemos, para darmos exatamente a impressão que desejávamos.
Assim, nos apresentando ou apresentando produtos ou serviço que vendemos com capricho e demonstração de utilidade, despertando o interesse do cliente em potencial.
Portanto, o principal é nos cuidarmos sempre, tanto de nossa intelectualidade, quanto de nossa aparência. Dessa forma, poderemos estar sempre saudáveis em todos os aspectos.
Bom domingo 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Tendências
Publicado por amandadelboni
Todos nós temos inclinação para desenvolvermos determinados assuntos, tanto do ponto de vista pessoal, quanto profissional.
Nossas tendências são normalmente inatas, e nós as desenvolvemos de acordo até mesmo com nossas facilidades para atividades que vamos descobrindo com o passar do tempo.
Claro, muitas vezes, somos encaminhados a certas atividades, ou pelo estudo que fazemos desde cedo, ou pela tendência que descobrimos em nossa personalidade.
Normalmente, ao obedecermos às nossas tendências, costumamos acertar, justamente por termos a facilidade de desenvolvermos aquilo que escolhemos.
Isso não acontece sempre, mas seria a primeira atitude a tomar e a tentativa costuma valer a pena, temos que tentar!
Devemos estudar em detalhes aquilo que nos vem a ideia, pensar bem se nossa criatividade a respeito do assunto pode ser desenvolvida adequadamente, para evitarmos erros inúteis.
Aprendi que pensar bem não nos custa nada.
E quando descobrimos as tendências, devemos valorizá-las, pois significa que temos a predisposição para desenvolvermos aquilo que iniciamos e que estaríamos dispostos a utilizar.
Notamos a tendência para assuntos diversos até mesmo em nossos filhos, que desde cedo já costumam mostrar facilidades, é só observarmos e, se possível, obedecermos e tentarmos desenvolver neles as tendências demonstradas.
Para isso, ou nós nos propomos a ensinar, ou contratamos profissionais que desenvolvem a facilidade demonstrada para o assunto em questão.
E se conseguimos observar resultados advindos de nosso ensino ou informação, ficamos felizes e prontos a até mesmo aprender, se não tivermos o sentimento negativo que é a vaidade de acharmos que sabemos sempre mais.
Nossas tendências podem nos ajudar, e muito, a criar, e, com isso, auxiliar àqueles que nos rodeiam e que em nós aprenderam a confiar.
Quando exercemos um trabalho devemos manter sempre o contato, estudando as tendências e adaptando-as ao nosso interesse.
Obedecer as nossas tendências é uma arte. Vamos desenvolvê-la.
Abraços e um ótimo domingo de Páscoa 🙂
Amanda
Meio Termo
Publicado por amandadelboni
Sempre que usamos essa expressão, devemos realmente aplicá-la com muito cuidado.
Pois se não agirmos dessa forma, poderemos correr o risco de cometermos exageros em algum aspecto daquilo a que estamos nos referindo.
Quando somos solicitados a emitir nossa opinião a respeito de algo que esteja sendo aventado naquele momento, temos que nos posicionar somente após um grande e detalhado raciocínio.
Exatamente para evitar de cometermos algum engano que poderá ser difícil de conseguirmos retificar depois.
Não é fácil, pois quem nos solicita é porque tem dúvidas e está precisando mesmo de uma opinião sincera.
Então pensemos bem antes de emitirmos nossa forma de agir naquela determinada situação, para que, ao mesmo tempo que sejamos sinceros, possamos conseguir dizer sem ofensa nossa opinião.
Esse pode ser o meio termo, dizer o que pensamos com sinceridade, mas sem ofensa.
Fácil, evidentemente não é, mas devemos raciocinar sempre que emitimos nossas ideias, pois muitas vezes algo que dizemos com uma boa intenção, pode ser interpretado como uma ofensa.
Então quando falamos em meio termo, não quer dizer que não sejamos sinceros naquilo que emitimos a respeito de algo a ser feito.
E sim dizermos o que pensamos, uma vez solicitados, mas sem ofendermos a quem nos pediu a opinião.
Pois, nem sempre a pessoa que pediu uma opinião está pronta para escutá-la, e nesse caso respeitemos.
Esse é um aspecto da amizade, que deve ser valorizada em qualquer situação.
Abraços 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
