Arriscar

Quando falamos ou pensamos em correr riscos, sempre nos vem à mente a dúvida de  que, exatamente nessa hora, o risco poderá trazer consequências das quais, muitas vezes, não poderemos ficar livres, ou que poderão nos prejudicar.

Pensar muito antes de nos arriscarmos é algo que devemos fazer, pois às vezes não temos a oportunidade de consertarmos o que já foi feito.

Portanto, pesar as consequências sempre é o grande segredo para conseguirmos, de alguma forma, tentarmos evitar resultados que possam nos prejudicar, seja na área pessoal, profissional ou financeira.

De qualquer forma, se arriscamos, estaremos sujeitos sempre a algum resultado surpreendente, que tanto poderá ser positivo quanto negativo.

O raciocínio deverá ser sempre nosso grande aliado.  Tomar providências repentinas sem pensar poderá trazer consequências difíceis de serem consertadas depois.

Prestarmos muita atenção às nossas atitudes, para que não nos prejudiquemos, seja do ponto de vista físico ou financeiro, pois nossa vida depende sempre de conseguirmos transpor as dificuldades que se apresentam, e que devemos lutar para que consigamos os resultados que nos farão felizes e tranquilos.

Mas claro que, algumas vezes, na vida de cada um de nós, somos praticamente obrigados a nos arriscarmos em negócios, mas isso deve ser feito depois de estudadas todas as possibilidades e se teremos condições de arcarmos com possíveis erros e mudanças que teriam que ser feitas.

Arriscar pode ser algo até muito atraente, um sentido de aventura que muitos possuem, até mesmo sem medir os efeitos negativos que um resultado inesperado pode ocasionar, portanto, repito, o negócio é pensar, medir, e imaginar se temos condições de aguentar o peso das consequências que poderão chegar.

Tomarmos cuidado para que a emoção do risco não nos traga resultados prejudiciais e comprometa a finalidade do que foi planejado.

Muitas vezes nos sentimos tentados a nos submetermos a esse tipo de emoção,  mas sempre devemos raciocinar e nos perguntarmos: será que vale a pena?

E, principalmente, temos que pensar e pesar se teremos condições, sejam físicas ou psicológicas de suportarmos aquilo que viria depois emocionalmente.

Sem duvida temos que ir atrás de nossos objetivos, e tudo requer uma luta sempre, mas eu quero crer que isso deverá ser feito com muita cautela para que as prováveis consequências não venham a nos prejudicar intensamente.

Assim, me arrisco agora, me despedindo de vocês e esperando que tenham gostado 🙂

O risco calculado é o segredo do sucesso!

Abraços e um ótimo domingo,

Amanda

Tropeços

Quando falamos em tropeçar, nos ocorre em primeiro lugar enfrentarmos algo que estiver na nossa frente, no chão, ou caindo em nós.

Mas me refiro aqui também em tropeços que podemos cometer em relação ao que nos ocorre durante nossa vida, seja pessoal ou profissional, e muitas vezes sem retorno, ou sem conserto, conforme sua gravidade.

Me pergunto sempre se podemos nos prevenir antes de tropeçarmos, seja física ou profissionalmente, e essa é uma dúvida que, creio, todos nós temos, pois a certeza é algo que não se pode ter, na verdade, quase em nenhuma ocasião.

Muitas vezes, não conseguimos nos desviar quando encontramos alguns obstáculos difíceis de serem transpostos, tanto do ponto de vista financeiro, quanto pessoal ou profissional.

Nosso tropeço social se refere a falhas no relacionamento com pessoas  amigas, sejam de convivência maior ou menor, de intimidade ou de certa cerimônia.

E quando falamos em trato, nos referimos à maneira de tratarmos todos com a mesma educação, consideração e gentileza, e assim, vamos definindo o nível de intimidade que a pessoa nos inspira, a confiança que passamos a depositar conforme vamos tendo  maior convivência.

Pois a convivência determina quase sempre o nível de intimidade que vamos conferindo à nossa amizade… ou não.

Até os tropeços que nos são confiados fazem — ou não — crescer o nível de amizade e confiança que os novos conhecimentos inspiram, pois os próprios diálogos se tornam mais íntimos, tendo assim a oportunidade para ambas as partes de se fazerem as confidências que podem ajudar no desenvolver de algum problema apresentado.

Não nos esqueçamos de que tropeços, no passar de nossa vida, nos proporcionam a oportunidade de evoluirmos, seja do ponto de vista espiritual, intelectual ou emocional, como sempre digo, isso se formos humildes o suficiente para encararmos de frente as possíveis falhas que tenhamos cometido.

Só não nos esqueçamos de que a vida nos oferece sempre novas chances de vermos e analisarmos os tropeços que nos ajudariam a aprender e mudar atitudes que antes haviam sido prejudiciais.

Cada tropeço pode ser um ensinamento e cada dia nos traz o amadurecimento que nos ajudará durante as resoluções que sempre temos que tomar na nossa vivência e relacionamentos, seja com parentes ou amigos que escolhemos para convivermos.

Importante, que cada tropeço sirva de ensinamento 🙂

Abraços e ótimo domingo!

Amanda

Companheirismo

Companheirismo é, na verdade, um sentimento que independe de situação cultural, financeira, ou qualquer outro tipo de interesse que não seja simplesmente a boa vontade de se cooperar em qualquer tipo de atividade que estejamos, ou que alguém perto de nós esteja, dependendo de um auxilio para desenvolver aquilo a que se propôs naquele momento da vida.

Quando somos companheiros, não significa simplesmente que tenhamos as mesmas preferências, e sim que possamos desempenhar uma situação de apoio naquilo que o amigo esteja fazendo naquele momento.

Por exemplo, uma pessoa que não sabe ou não gosta de nadar, se for companheira, pode se instalar na beira da piscina, e enquanto o amigo fica nadando, ela estará ali, e sua presença, seu sorriso serão o bastante para que a pessoa se sinta acompanhada.

Normalmente não custa nada e não nos empenha sermos companheiros de nossos amigos, seja enquanto desempenham alguma atividade, ou numa conversa de apoio em situações difíceis, onde um simples diálogo traz, na maioria das vezes, um conforto, ajudando até mesmo na solução de algo que antes poderia parecer quase impossível.

E, para acompanharmos não precisamos, necessariamente, termos exatamente as mesmas preferências, mas procurarmos sempre encarar com boa vontade, e nos divertirmos.

Participação é algo muito especial, mesmo que nossas tendências e gostos sejam diferentes, a participação independe, pois o companheirismo sempre fala mais alto.

O companheirismo é um dos grande pilares de uma união, seja ela de amigos, de pares amorosos, de colegas de  atividades esportivas, etc.  É um tipo de vinculo onde se sabe poder contar com alguém que sempre se coloca à disposição no momento em que se precisa.

E também faz muita diferença no ambiente de trabalho, pois cria um clima de harmonia e de colaboração.

E esse modo amistoso de convivência deve existir, principalmente no relacionamento amoroso, no casamento, por exemplo, é imprescindível, pois precisamos do companheiro nas horas fáceis e principalmente nas difíceis, saber ouvir, mesmo quando as coisas não vão tão bem, ai mesmo é que se precisa ouvir e colaborar.

Isso é ser companheiro!

Podemos tornar a vida sempre mais agradável junto aos outros, a  partir de pequenos detalhes, às vezes simplesmente ajudar um colega que está um pouquinho atrasado, facilitarmos seu trabalho, coisa que parece simples, mas que pode resolver algo importante.

Os bons companheiros são pessoas normais, também tem seus erros e defeitos, no entanto sua atitude positiva é sempre bem aceita pelo próximo.

Agir com companheirismo é o fato principal para mantermos um relacionamento saudável na vida comunitária, em qualquer ambiente, seja no convívio familiar, profissional ou entre amigos.

Compreensão e tolerância, segredos para se conviver bem 🙂

Abraços e bom domingo,

Amanda

Prepotência

Uma das características mais insuportáveis em alguém é exatamente a prepotência. Fica impossível a própria convivência, por menor que seja, não se consegue um diálogo tranquilo e educado, pois o prepotente se acha sempre com a razão e crê que sabe tudo sobre o que está se falando naquele momento.

Não aceita a opinião de ninguém que o rodeia, mesmo que os participantes da conversa sejam especialistas no assunto em questão naquele momento.

O prepotente se acha sempre com a razão, seja qual for a idéia que esteja sendo exposta naquela ocasião.

Muitas vezes me calo nessas situações, pois não sou afeita a discussões estéreis, que não levarão a absolutamente nada, e não modificará aquilo que foi feito ou dito anteriormente.

Mesmo porque a pessoa que se acha com a razão, jamais escuta argumentos contrários às suas idéias iniciais, pois lhe falta nesse caso, a humildade necessária para achar e se convencer de que o outro poderia estar com a razão.

A palavra chave é humildade, e quando não a temos, tudo fica mais difícil, mesmo numa conversa informal, se você se engana ao contar algo ou dar uma informação, a pessoa prepotente chega a lhe desmentir sem pensar duas vezes, mesmo que a conversa seja algo sem nenhuma importância na ordem das coisas.

A prepotência é uma tremenda falta de humildade em poder aceitar alguma falha, por menor que ela seja, pois quem corrige se acha infalível e sempre sabe mais, sua opinião é o que conta.

É um sentimento falso de superioridade, de auto afirmação, e sempre que encontramos quem o possui, devemos ter uma tremenda força de vontade para não respondermos à altura, e assim evitarmos uma discussão que não levará a nenhum lugar.

Também se classifica o prepotente como arrogante porque se considera superior aos outros, tratando-os como ignorantes, de forma, muitas vezes, desrespeitosa.

Mesmo que se tenha uma posição de poder e de autoridade, se deve respeitar o outro, e até reconhecer seu valor, sua cultura, sua maneira de ser de acordo com a educação que foram capazes de lhe proporcionar.

Nem todos tiveram a oportunidade de ter recebido uma educação de primeira qualidade, seja por recurso financeiro menor, seja mesmo por falta de entusiasmo na época certa, não significa que não queira aprender, mas cada um tem seu tempo.

Por isso, por mais poderoso que alguém seja ou se sinta, importante não abusar de seu poder e autoridade, importante cultivar certa humildade, e saber que muitas vezes se aprende até mais com alguém cuja sabedoria não tenha vindo somente dos livros, e sim de sua vivência e sabedoria natas.

Isso é imperdoável, pois não somos melhores do que ninguém, só que muitos tiveram a chance de estudar, e com isso adquirir maior nível de conhecimento, o que não quer dizer que sejam superiores, somente possuem maior informação.

E para que todos se dêem bem nesta vida, se tivermos a oportunidade de exercermos um pouco de humildade, mesmo tendo mais conhecimento cultural do que outros, seremos mais felizes, seguramente!

Abraços e bom domingo 🙂

Amanda

Superstição

Superstição é algo muito especial e particular de cada um de nós, pois quem acredita segue fielmente o que deve ou não deve fazer, com receio de consequências que podem advir.

Tem várias:

Não abrir guarda chuva dentro de casa, morte em família.
Bolsa no chão, nem pensar pois o dinheiro vai embora.
Não passar em baixo de alguma escada.
Sapato virado com a sola para cima, também nem pensar.
Faca no chão se cair, vai ter briga, portanto precisa fazer o sinal da cruz três vezes no local ao apanhá-la.

E assim, sucessivamente, tem diversas crenças que até respeito, mas não acredito.

Não abro guarda chuva dentro de casa, pois não chove dentro de casa.
A bolsa não ponho no chão , para não estragá-la.
Em baixo de escada, não passo, pois tenho receio que ela caia sobre mim, e me machuque.
O sapato, tenho sempre o cuidado de deixá-lo na posição correta.
E a faca, tomo cuidado somente para ela não cair no meu pé e me cortar.

Estamos falando na base da brincadeira, mas seriamente não acredito mesmo em nenhuma superstição, pois creio que todos os fatos não estariam me acontecendo se eu não tomasse cuidado ou não fosse protegida quanto às consequências que um ato insensato fosse cometido.

As superstições são uma espécie de crendice popular que não possuem explicação científica, são criadas pelo povo e passam de geração a geração, que muitas vezes se acredita por medo.

Até mesmo considerada uma superstição religiosa, o fato de se abrir uma página da Bíblia por acaso e acreditar que está ali a resposta para sua aflição ou para seu problema  naquele momento.

Não devemos confundir crença com crendice, são palavras parecidas, mas completamente distantes.

É a ação de acreditar na possibilidade de alguma coisa, ela é sempre maior do que o conhecimento, embora um determinado conhecimento  pode se tornar uma crença com o passar do tempo.

É algo que pode mesmo atrapalhar a vida de uma pessoa, que às vezes deixa de fazer determinadas coisas num dia de sexta feira, 13, por exemplo.

Isso sem nenhuma explicação plausível ou científica até hoje, que preveja que este dia daria azar.  Eu mesma já consegui muitas coisas positivas nesse tipo de dia, normalmente, sem nem ter me lembrado antes que dia seria.

Acreditarmos em algo sem explicação, por medo, é superstição, e isso, a meu ver, pode criar o desânimo de tentarmos algo, tanto na vida pessoal, quanto na profissional, e com isso, deixarmos de realizar, o que poderia fazer tanto bem em nossa vida.

Abraços e bom domingo, preferivelmente sem superstições.

Sem passar em baixo de alguma escada, sem cruzar com gato preto, e numa sexta feira, 13, então, nem pensar 🙂

Amanda