Arquivo da categoria: Inteligência Social
Culpa
Publicado por amandadelboni
Sentimento complicado, pois sempre envolve dois lados, o que cometeu alguma falha, ou acha que cometeu, e o que recebeu determinado ato que o teria feito se sentir dessa forma.
Devemos nos lembrar que não é o sentimento que constitui a culpa, mas sim, consentir nesse sentimento.
Sentir-se culpado por algo é o que nos faz sofrer, muitas vezes injustamente, pois se somos habitualmente pessoas que procuram conviver e viver dentro de certa normalidade e, de repente, agimos de maneira diferente do costume e temos determinadas reações, não devemos nos sentir culpados.
Algo, com certeza, teria provocado reações diferentes das habituais.
Assim, raciocinando dessa maneira, conseguiremos superar o sentimento de culpa que estaria nos acompanhando em qualquer situação.
Lembrar que a culpa é sempre muito relativa, pois, como sempre digo, a toda ação corresponde uma reação, como reza a Física.
Em geral, a culpa se caracteriza pela violação de alguma regra, ocasionando algum dano ao próximo, seja por negligência, imprudência ou imperícia, quer dizer pela falta de cuidado objetivo.
Portanto é, muitas vezes, um erro não-proposital.
Mas claro, a pessoa se sente culpada devido à responsabilidade que lhe é dada por um ato que tenha provocado algum prejuizo material, moral ou espiritual a si mesma ou a outras pessoas.
E não estamos citando culpa aqui do ponto de vista jurídico, pois nesse assunto a coisa é mais complicada. Seria a culpa consciente relacionada a situação de dolo, que já se caracteriza pela ação proposital sabendo de resultados inevitáveis. Um exemplo seria alguém dirigir depois de ter ingerido bebida alcoólica, sabendo, de antemão, que estaria sujeito a algum acidente, até com risco da própria vida ou vida de terceiros.
Mas o que nos referimos hoje seria de culpa que podemos sentir, mesmo se não somos responsáveis pelas consequências, independentemente de nossa previsão.
Vamos citar o caso de alguém que porta uma arma de fogo numa caçada e avista um companheiro próximo ao animal que quer abater. Atira assim mesmo. Ele está se arriscando a atingir o companheiro, certo?
Assim, se agimos impensadamente, podemos correr o risco de ofendermos a quem nem pretenderíamos fazê-lo e, dessa forma, sentiremos culpa, com certeza.
Já de outro lado, se não nos comportamos de maneira autêntica, não sofreremos do sentimento de culpa, mas também não teremos agido de forma sincera muitas vezes, e poderemos mais tarde nos arrependermos por termos omitido nosso ponto de vista, o que pode trazer consequências imprevisíveis.
Claro que não é fácil conseguirmos atuar abertamente sem que corramos o risco de cometer alguma ofensa.
Analisemos, portanto, sempre, nossa atitude e suas consequências, e tentemos não permitir que sentimento de alguma omissão faça de nossa vida algo recheado de culpa fora de propósito.
Abraços e bom domingo, sem culpa!
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Sorriso, uma arma do amor!
Publicado por amandadelboni
Tem ocasiões em que um sorriso pode ser algo insuperável:
No lar, na escola, no elevador, no velório, no enterro, no posto de gasolina, no supermercado, no trânsito, no restaurante, na praia, no bar, na igreja, no estacionamento, ou em qualquer outra ocasião para arrefecer uma condição de estresse, ou uma crise de mau humor de pessoas que estão próximas de nós, e que, muitas vezes, nem estão nos vendo.
Já passei por momentos difíceis, em vários sentidos, principalmente por motivo de doença e morte de ente querido, mas quando recebia uma visita sorridente, com certeza, essa tensão e tristeza se aliviavam bastante, podendo me proporcionar mesmo alguns momentos de alegria.
E isso podemos constatar em qualquer dos ambientes que citei acima.
Reparem como é agradável ser atendido num restaurante, por exemplo, por um profissional sorridente e simpático.
Claro que o que ele pode oferecer é o mesmo, de forma simpática ou não, mas que é mais agradável, é!
E o mesmo num posto de gasolina.
Sempre que me cabe abastecer o nosso carro, vou ao mesmo posto, e sou recebida com um grande sorriso pelos funcionários. É um prazer e nem sinto o peso da pequena espera.
Me tratam com respeito e alegria, peço umas notas fiscais para doar em benefício de uma entidade, eles se preocupam em juntar essas notas para mim, que repasso com alegria, pois sei que irão para uma causa nobre.
E assim, as situações de simpatia se repetem quanto ao sorriso que damos e que recebemos, automaticamente, pois, a toda ação corresponde uma reação, não nos esqueçamos.
Quando vejo alguém com um rosto de quem está meio irritado, dou um sorriso, e sempre o faço tentando relaxar uma situação que aquela pessoa possa estar atravessando e que se reflete no seu cenho franzido.
Na maioria das vezes, a situação se ameniza, e recebo de volta um sorriso meio até que agradecido.
Acredito no poder de transmissão de uma atitude de otimismo, mesmo que se esteja atravessando uma fase de tristeza ou de preocupação, pois o nosso próximo não tem a responsabilidade por momentos adversos.
Separar atitudes é nosso dever, uma caridade para com o próximo.
Ninguém tem culpa pelas nossas adversidades, portanto podemos até mesmo nos aliviar, se conseguirmos separar eventuais problemas de atitudes que tivermos para com os outros.
Claro que temos amigos que são mais íntimos e com os quais podemos e até devemos, em nome da amizade, dividir nossas preocupações e tristezas, pois essa intimidade aproxima e pode nos ajudar a dirimir dúvidas.
Se formos ajudados por quem está fora do problema dispomos de mais chances de solucioná-lo, pois estarão enxergando ângulos que podem estar nos passando desapercebidos.
Mas não devemos abusar dessa intimidade para colocar somente problemas em nossas relações.
Já li e concordo com essa frase: “Pouca coisa é necessária para transformar inteiramente uma vida: amor no coração e um sorriso nos lábios”.
Vamos sorrir? Pelo menos, tentar, mesmo na dificuldade?
Abraços e um bom e sorridente domingo 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Fazer a vida acontecer
Publicado por amandadelboni
“Fazer a vida acontecer”, frase que me foi dita por uma querida amiga, recentemente, num almoço.
Me deixou pensativa, pois achei de um conteúdo incrível, aliás, dita por essa amiga não me surpreendeu por ser uma pessoa muito inteligente e expressar sempre pensamentos profundos.
Realmente depende de nós, na maioria das ocasiões, fazer a vida acontecer, em muitos sentidos, desde o âmbito pessoal quanto profissional.
Pois, se formos passivos, provavelmente nada acontecerá.
Imagine, ativos já corremos o risco de que nada aconteça, indiferentes então, o fracassso já terá mais chance de se instalar.
Claro que não temos influência sobre fatos ou doenças que nos acontecem, mas nossa obrigação é lutar contra o acaso, da forma que nos couber — inclusive cuidando de nossa saúde física e mental.
Temos a chance de lutar contra alguma doença se tentarmos levar uma vida saudável, nos alimentarmos adequadamente e fizermos os exercícios, atitudes que ajudam a retardar nosso envelhecimento, e friso novamente, físico e mental.
Esses cuidados, provavelmente, adiarão, ou anularão algumas doenças que estariam querendo chegar.
Claro que mesmo tomando todos os cuidados, estaremos sujeitos a moléstias, mas nossa obrigação é fazer a nossa parte.
E nosso esforço também deverá ser no sentido de desenvolvermos relações saudáveis, bons amigos, bom divertimento, pois com isso podemos fazer a vida alegre acontecer durante nossa estada neste mundo.
Fato é que quase nada nesta nossa vida é por acaso, muitas vezes, o que acontece é em função de nossas atitudes ou nossa imprevisão em relação a fatos ou circunstâncias aos quais não demos a atenção necessária.
Ou não valorizamos devidamente, ou nos iludimos, até mesmo sabendo instintivamente que estaríamos nos iludindo.
Sensibilidade e percepção aguçada poderão nos dar o sentido de acontecimentos e relações que nos prejudicariam, nos ajudando assim a tomar atitudes benéficas por toda a nossa vida.
Nesse caso, movidos pelo nosso raciocínio e determinação, estamos fazendo, de alguma forma, a nossa vida acontecer.
Sabermos reconhecer sinais de que devemos mudar é sabedoria.
Fácil?
Não é mesmo, pois temos a tendência de nos acomodarmos a situações, porque mudar é, na maioria das vezes, trabalhoso. Mas se não nos esforçamos, a vida vai passando, sem nada termos feito.
Tudo tem seu preço, e se estivermos preparados para pagá-lo por nossas atitudes impensadas, tudo bem.
Por isso, vamos tentar fazer a vida acontecer de acordo com nossa competência, nos educando para que essa capacidade seja cada vez maior e melhor.
Abraços e bom domingo 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Lealdade
Publicado por amandadelboni
Gosto muito de citar frases que lemos, mas que o sentido, muitas vezes, nos passam desapercebidos.
Uma delas: “O sangue faz um parente; mas só a lealdade faz uma família”.
Realmente, tenho sempre em mente a importância da lealdade em nossas vidas, pois sem ela não há amizade que perdure, nem confiança que possamos sentir, a não ser nas pessoas que nos demonstraram lealdade de caráter.
Agir com lealdade é importantíssimo sob todos os aspectos, pois ela faz com que passemos a ter ou não confiança em alguém mais ou menos próximos de nós.
E isso sob todos os aspectos, pois quando falamos em lealdade, pensamos, em princípio, em lealdade amorosa, no propósito de não trairmos a pessoa amada, mas, na verdade, a lealdade não se refere somente a esse tipo de relacionamento.
Envolve uma série de aspectos, pois se convivermos sem ela, teremos e criaremos problemas de convivência, seja na área pessoal, seja sob aspecto comercial, social ou cultural.
Com referência, por exemplo, a uma amizade que tenhamos conquistado exatamente por termos tido atitudes leais, podemos imaginar o desastre que seria se tivéssemos agido com deslealdade, quebrando um segredo ou dizendo ofensas que pusessem em dúvida o nosso sentido de fidelidade.
Também se tratando de lealdade cultural, como imaginar colocarmos como originária de nossa criação uma idéia que acabamos copiando de alguém e divulgando como se a tivéssemos criado?
A deslealdade é uma característica feia e mesmo que tenhamos, inadvertidamente, alguma atitude desse tipo, temos o dever de admitir e de nos desculparmos, tentando corrigir o erro inicial.
No aspecto social, importantíssima a lealdade com os amigos em todos as facetas de nossas atividades, procurando valorizar as pessoas com quem nos damos, seja na maior ou menor intimidade.
Respeito é muito bom e o ser humano é sensível à lealdade que se lhe oferece, seja de amigos, de relacionamento amoroso, de troca comercial ou simplesmente social.
Devemos cultivar a lealdade seja sob que ponto for, até mesmo se tivermos que copiar alguém, pois se formos sinceros e jogarmos de maneira honesta, copiar significa um elogio, principalmente se dissermos que copiamos porque gostamos.
Importante mesmo é, como se diz, jogar limpo sempre.
A lealdade em relação ao ser amado, por exemplo, é mais do que uma característica, uma obrigação, pois desde que escolhemos uma pessoa para nossa convivência, temos até mesmo como o principal dever de lhe dedicar nossa fidelidade absoluta.
Isso desenvolve uma confiança mútua e faz com que nossa vida seja pontuada de momentos felizes sob qualquer circunstância que se apresente.
E como sabemos, confiança não se impõe, adquire-se, com o comportamento do dia a dia sob aspectos os mais variados.
Lealdade de comportamento com nossos amigos nos faz mantê-los, lutando sempre pelo bem estar mútuo e constante, pois a confiança se instala dependendo das atitudes de ambos os lados.
Lealdade e fidelidade andam de mãos dadas.
Abraços e bom domingo 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Ansiedade
Publicado por amandadelboni
“A ansiedade é uma das maiores armadilhas que a virtude autêntica e a devoção fervorosa podem encontrar”.
Lemos, muitas vezes, frases como essa, que nos dão o que pensar e podem até mudar o rumo de nossas vidas, a partir do nosso raciocínio e de nossas atitudes em relação a acontecimentos que assistimos e participamos.
Ficamos ansiosos por motivos, na maioria das vezes, sem nenhuma importância, e só nos damos conta da inutilidade dessa nossa reação depois de revermos o porque daquela ansiedade.
O fato existente não vai mudar, e se tivermos que lutar por alguma mudança, teremos que fazê-lo com cautela e estudo, para não incorrermos em erros e mais erros.
E tenhamos sempre a consciência dessa maneira de nos preocuparmos com algum problema, ou simplesmente por algo a resolver, conforme gosto de falar.
O ideal seria sempre conseguirmos colocar para nós mesmos os problemas com objetividade e tentar resolvê-los da melhor maneira que possamos, não permitindo que a ansiedade nos leve a uma solução inadequada e que possa comprometer toda uma situação vigente naquele momento.
Claro que não podemos evitar de, em determinadas situações, ficarmos ansiosos, muitas vezes por questões para as quais desejaríamos uma resolução imediata de problemas que nos afligem.
Mas mesmo diante disso, temos que tentar o auto controle, para que a resolução seja a mais adequada, sem a ansiedade que a situação possa provocar.
Por mais que seja urgente é importante procurarmos agir com calma para, como diziam os antigos: “não enfiarmos os pés pelas mãos”.
Parece simples, mas para muitos não é.
As preocupações, as tensões e os receios podem nos trazer momentos de ansiedade, nos provocando o medo físico, e nos impedindo de realizarmos aquilo a que nos havíamos proposto fazer.
Claro que sentimos ansiedade naturalmente por pequenos problemas do cotidiano, pela nossa vontade e proposição de resolvê-los.
A ansiedade pode mesmo se manifestar de várias formas, como problemas físicos reais, como sensação de vazio no estômago, dores de cabeça, distúrbio intestinal, tensão muscular e outros sintomas que seriam uma espécie de efeitos diante de uma situação ansiosa, ou da espera de um acontecimento.
Seria uma espécie de consequência da ansiedade com que encaramos algumas situações durante nossa vida, no nosso dia a dia.
Muito importante conseguirmos identificar o grau de ansiedade que sentimos, pois é perfeitamente normal ficarmos ansiosos com resultados de provas, com a perspectiva de nos submetermos a um novo emprego, etc.
Mas temos que tentar chegar a uma conclusão do que é natural e do que exageramos, para que a ansiedade não tome conta de nós, de nosso comportamento social, pois poderemos, com nossas atitudes, afastar amigos de nosso convívio e assim dificultar nosso progresso social e intelectual.
Cuidemo-nos, portanto, para não deixarmos que a ansiedade exagerada nos faça cair em problemas de solidão e tristeza.
Bom domingo sem ansiedade para todos nós 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos
