Arquivo diário: julho 12, 2015

Família

Se diz que o sangue faz um parente, mas só a lealdade faz uma família.

Realmente, importantíssima essa relação, pois ninguém melhor do que nossos familiares para nos desejar bons resultados em nossas metas. E isso, independentemente das pequenas diferenças que possam existir, em função de personalidades diversas e do próprio temperamento, que é inerente a cada um de nós.

Mas, no global, a família, muitas vezes, acaba se tornando a única alternativa para muitas pessoas nas suas horas mais carentes, seja emocional, social ou financeiramente.

Claro que afinidades são características originárias de cada um de nós, e, mesmo quando tentamos aprender algo, sentimos que nossas tendências em algum ramo de atividade humana, são bem aquém do que gostaríamos que fossem.

Nada a fazer, pois por mais esforços que façamos, muitas de nossas aptidões não correspondem ao que gostaríamos de executar.

Me lembro que meus pais contrataram uma professora de piano desde que eu era muito jovem.

Mas por mais que eu me esforçasse, estudasse, minha tendência não era propriamente para o instrumento. Percebi que nunca iria ser uma boa pianista.

Gosto do violão, toco mal, mas sempre continuo a ter as aulas, para não perder o contato com o instrumento. Já cantar me encanta, e o faço com certa facilidade, e com afinação satisfatória.

Desde pequena, meu pai que tocava piano e violão muito bem, me acompanhava e tenho gravações que ele fazia. Ele tocava e eu cantava.

E essas afinidades em algum setor, quando reconhecidas, podem facilitar por demais a convivência familiar.

Claro que divergências de temperamentos numa família sempre existem e existirão, mas se conseguirmos contornar, e termos também uma atitude de tolerância, podemos, muitas vezes, seguir convivendo sem choques de nenhuma natureza.

Podemos até mesmo aprender algo, se as idéias expostas forem de acordo com o que podemos e queremos aprender. Ninguém é infalível.

Importante mesmo, a meu ver, é mantermos sempre uma postura educada, em qualquer que seja a ocasião, mesmo que haja divergência de opiniões, de nível de educação e cultura ou outro, mas se usarmos a polidez como postura, os resultados serão bem mais agradáveis e produtivos.

A educação e o respeito são a base de quase tudo nesta vida, na área da convivência familiar, principalmente.

Existe sempre a ponderação de que a intimidade pode permitir a franqueza, mas não concordo, pois se temos a educação e a cerimônia com pessoas não tão íntimas, por que não fazermos o mesmo com os membros de nossa família que merecem ainda mais tolerância, compreensão e respeito?

A gentileza no trato familiar torna o ambiente leve e prazeroso para os participantes e o convívio mais agradável, ao invés de pesado e triste.

Li que a família é uma das grandes obras primas da Natureza.

Concordo, em gênero, numero e grau!

Adoro minha família 🙂

Abraços e bom domingo, junto com a família.

Amanda