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Pressionar

Ao emitirmos uma opinião ou nosso ponto de vista a respeito de algo que está para ser realizado, temos que pensar bem, e em primeiro lugar, pensarmos se a outra parte estaria com a disposição de aceitar nossa opinião.

Pois quando falamos ou pensamos em pressionar, temos a ideia de que forçamos algo ou alguém a pensar como nós ou fazer com que ajam de acordo com aquilo que pensamos ou fazemos.

Mas o que pensamos pode não ser exatamente o apropriado para aquilo proposto ou exposto na ocasião que estaria sendo abordado.

E a pressão inadequada, sem a ocasião apropriada, pode ser inicialmente rejeitada, pois toda opinião pode depender de uma discussão delicada e bem exposta, para que não seja criada nenhuma oposição já no início da exposição de ideias.

Pressionar uma opinião, seja verbal ou por escrito, deve ser algo mediante uma tolerância, e mesmo uma análise, pois nem sempre se tem razão sobre algo que se pensa.

Podemos não ter razão. E para reconhecer isso, temos que ser racionais.

Ouvir é uma característica que devemos cultivar, pois pode nos trazer uma opinião diferente da nossa, e até mesmo mais adequada.

Isso se formos humildes para analisarmos sem tendência a proteger o nosso ponto de vista, pois nem sempre é o melhor.

Na verdade, não devemos usar a pressão sem nenhuma análise prematura, pois a pressão psicológica, por exemplo, é algo que pode, ao invés de ajudar, prejudicar um resultado esperado.

Seja em que aspecto for. 

Emitir uma opinião deve ser muito bem pensado antes, para que não sejamos prejudicados, e até mesmo sem a condição de conseguirmos retomar nossa posição inicial.

Para isso, a humildade é algo que temos que cultivar para chegarmos a uma conclusão, muitas vezes, que nos é colocada, e nem é de nossa criatividade.

Sejamos, portanto, criativos e humildes, sem pressão em nenhum aspecto!

Abraços e bom domingo 🙂

Amanda

Soberba

Quando lemos ou ouvimos a palavra soberba, nós a relacionamos primeiramente a orgulho, que é um sentimento altamente negativo em todos os aspectos.

As pessoas que cultivam esse tipo de sentimento inspiram em seus circunstantes uma reação de distância, pois quem as conhecem já sentem, de certa maneira, uma forma de afastamento.

E, muitas vezes, algumas pessoas não estão cultivando esse tipo de característica, mas se sua atitude não for acolhedora, elas provocam, mesmo sem o desejar, um sentimento de distância.

Precisamos ter sempre muito cuidado para não provocarmos em nosso próximo esse tipo de reação, essa timidez em nos consultar sobre um assunto que esteja em pauta.

Se não nos cuidarmos, corremos o risco de provocarmos, em quem está nos dialogando, um certo receio de estar nos incomodando.

Muito cuidado temos que ter para não passarmos essa impressão em nosso interlocutor, pois ele pode se intimidar e até interromper uma determinada consulta que estaria desejando fazer naquele momento.

A impressão de soberba tem por hábito provocar o afastamento e, nessa hora, corremos o risco de termos perdido a oportunidade de, até mesmo, termos sido esclarecidos mais profundamente sobre o assunto que havíamos consultado com a pessoa que tinha mais conhecimento.

Até mesmo para nos aproximarmos de alguém pela primeira vez, temos que nos cuidar, para exprimirmos nosso cumprimento de forma gentil e simpática, para que não provoquemos uma reação de timidez, que nos afastaria da pessoa que acabava de chegar à nossa presença.

Por isso, sempre nos cuidarmos para que não passemos, mesmo involuntariamente, uma impressão de indiferença pela aproximação daquele momento.

A impressão de soberba provoca, claro sem o propósito de fazê-lo, o afastamento de quem acabou de se aproximar ou de nos ser apresentado.

E, muitas vezes, mesmo involuntariamente, passamos essa impressão, às vezes até por problemas que estejamos enfrentando naquele momento, por isso nos cuidemos!

Sem soberba, façamos sempre amizades, pois provavelmente ganharemos nessa aproximação, vamos descobrir!

Eu invisto meu tempo nesse empenho e nunca me arrependi.

Abraços e bom domingo 🙂

Amanda

Estima

Estimarmos alguém significa dedicarmos uma linha de amizade, que significa também respeito pelo carinho que damos e recebemos.

A estima dignifica, justamente por desenvolver o respeito, além da admiração e amizade.

Isso faz com que consigamos obter um carinho imediato de uma amizade que está se formando, e pode se transformar numa amizade forte, que dure toda uma vida.

Tudo depende de como tratamos uma aproximação que podemos ter com alguém, e com dedicação e sinceridade.

A estima é um sentimento de respeito em toda aproximação que temos ao conhecermos alguém.

Pois a aproximação é, como se diz, uma arma de dois gumes, ou ela aproxima mais ou afasta a pessoa que ficamos conhecendo melhor e que podemos chegar à conclusão de que não teríamos muitos pontos em comum.

A amizade que desenvolvemos tendo muita concordância, ela cresce com a convivência, se tivermos a humildade de tentar aprender com quem convivemos.

A estima proporciona a possibilidade de aproximação que pode fazer com que uma amizade cresça durante toda uma vida.

E, sendo humildes, podemos mesmo progredir juntos, tanto pessoal, quanto profissionalmente.

Humildade é o segredo para que a estima que iniciamos ao conhecermos alguém possa crescer, baseado nesse grande sentimento de respeito para que se desenvolva uma amizade forte e durável!

Abraços e bom domingo 🙂

Amanda 

Tendências

Todos nós temos inclinação para desenvolvermos determinados assuntos, tanto do ponto de vista pessoal, quanto profissional.

Nossas tendências são normalmente inatas, e nós as desenvolvemos de acordo até mesmo com nossas facilidades para atividades que vamos descobrindo com o passar do tempo.

Claro, muitas vezes, somos encaminhados a certas atividades, ou pelo estudo que fazemos desde cedo, ou pela tendência que descobrimos em nossa personalidade.

Normalmente, ao obedecermos às nossas tendências, costumamos acertar, justamente por termos a facilidade de desenvolvermos aquilo que escolhemos.

Isso não acontece sempre, mas seria a primeira atitude a tomar e a tentativa costuma valer a pena, temos que tentar!

Devemos estudar em detalhes aquilo que nos vem a ideia, pensar bem se nossa criatividade a respeito do assunto pode ser desenvolvida adequadamente, para evitarmos erros inúteis.

Aprendi que pensar bem não nos custa nada.

E quando descobrimos as tendências, devemos valorizá-las, pois significa que temos a predisposição para desenvolvermos aquilo que iniciamos e que estaríamos dispostos a utilizar.

Notamos a tendência para assuntos diversos até mesmo em nossos filhos, que desde cedo já costumam mostrar facilidades, é só observarmos e, se possível, obedecermos e tentarmos desenvolver neles as tendências demonstradas.

Para isso, ou nós nos propomos a ensinar, ou contratamos profissionais que desenvolvem a facilidade demonstrada para o assunto em questão.

E se conseguimos observar resultados advindos de nosso ensino ou informação, ficamos felizes e prontos a até mesmo aprender, se não tivermos o sentimento negativo que é a vaidade de acharmos que sabemos sempre mais.

Nossas tendências podem nos ajudar, e muito, a criar, e, com isso, auxiliar àqueles que nos rodeiam e que em nós aprenderam a confiar.

Quando exercemos um trabalho devemos manter sempre o contato, estudando as tendências e adaptando-as ao nosso interesse.

Obedecer as nossas tendências é uma arte. Vamos desenvolvê-la.

Abraços e um ótimo domingo de Páscoa 🙂

Amanda

Invasivo

Quando falamos em invasão, não devemos pensar somente no sentido físico da palavra.  Muitas vezes, presenciamos uma invasão sob muitos outros aspectos.

Para não sermos invasivos, devemos nos cuidar, pois é uma tendência que nós, seres humanos, temos de tentarmos entrar na convivência com nossos familiares, amigos e com quem convivemos até mesmo socialmente.

O nosso controle depende unicamente de nós mesmos, de nosso raciocínio, em todas as áreas em que costumamos atuar.

Seja sob o aspecto familiar ou mesmo profissional, importante cultivarmos esse cuidado e prestarmos atenção para não cometermos uma invasão.

Mesmo porque, muitas vezes, essa invasão se faz pelo interesse que temos em podermos ajudar nosso próximo a resolver algum assunto pendente, e até mesmo sobre o qual tenhamos sido solicitados.

Mas, se não nos cuidarmos, podemos cometer o erro bem desagradável de invadirmos além do que fomos consultados, e emitirmos uma opinião que pode até mesmo ser ofensiva a quem a recebe.

Para evitarmos esse tipo de descuido, pensemos bem antes de emitirmos uma opinião, e consultarmos nossa consciência, relembrando um determinado diálogo para tentarmos analisar friamente se realmente nossa opinião estaria sendo benvinda.

Se nos tornarmos invasivos, corremos o risco de perdermos ou arriscarmos uma amizade, pois, muitas vezes não fomos analisados como se tivéssemos tido a boa vontade de ajudar, e sim de nos intrometermos.

Risco que temos que tentar não correr, pois muitas vezes na intenção de auxiliar com uma solução, podemos estar interferindo em assunto que não nos diz respeito, portanto temos que primeiro pesquisar do interesse da outra parte.

Vamos, então, nos interessarmos no problema de uma pessoa amiga, mas só devemos emitir uma opinião se formos solicitados, ou se nos for permitido fazê-lo.

Abraços e bom domingo, o menos invasivo possível 🙂

Amanda