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Colaboração
Publicado por amandadelboni
Colaboração é uma atitude que se tem, sem que haja a obrigação de fazê-lo, pois se trata de uma atividade desempenhada de forma cooperativa entre duas ou mais pessoas.
E podemos observar se uma pessoa tem o espírito de colaboração nas situações mais inusitadas, e não precisa, necessariamente, ser algo que tenha havido uma recomendação ou uma ordem para que seja efetuada.
Ao contrário, a colaboração se nota nas menores atitudes, como tive o prazer de presenciar outro dia, quando estava comprando algo, e um funcionário, vendo que a pessoa que me atendia estava meio atrapalhada, se aproximou, ajudando-a a se desempenhar de várias solicitações que lhe faziam simultaneamente.
Foi bonito e emocionante, sem uma palavra de ambas as partes, a não ser pelo olhar reconhecido que a vendedora lhe lançou.
Silenciosamente, parecia que ela lhe dizia: “Obrigada, você acabou de salvar meu trabalho”.
Lindo mesmo!
A colaboração, em diversos aspectos, é sempre bem-vinda, se solicitada e atendida. E, melhor ainda, quando recebemos uma colaboração sem pedir, seja ela de que natureza for, o valor é inestimável.
Colaboramos também para entidades que necessitam de ajuda financeira e social, que atendem a pessoas carentes, e isso nos dá uma satisfação interior, pois sabemos que aquele auxílio irá diminuir o sofrimento alheio.
Nos sentimos na obrigação moral de ajudar a quem nos pede o auxilio, pois partimos do princípio de que ninguém pede sem precisar, e não se humilharia sem a total necessidade, muitas vezes, para a sua sobrevivência básica.
Conhecemos entidades que promovem um trabalho elogioso a comunidades carentes e nos sentimos felizes ao podermos participar de algo que transforma a vida de pessoas que não teriam a mínima chance sem o auxílio de quem possui um pouco mais e participa para sua evolução e seu bem estar.
Sem falar que essas pessoas jamais teriam a oportunidade de progredir na vida profissional sem a escolaridade que lhe é oferecida através da educação que adquirem com a ajuda de uma comunidade.
Imaginemos, por exemplo, uma equipe, sem a contribuição mental e funcional de cada um, seria um tremendo desastre, pois cada um de nós tem dentro de si tendências e facilidades em determinados assuntos.
Essas tendências fazem com que desenvolvamos nosso trabalho, estudos, ou pesquisas diferentemente uns dos outros.
Numa empresa, por exemplo, uma vez desenvolvido o sentido de colaboração entre seus funcionários, todos só têm a lucrar mediante os resultados obtidos, seja no assunto que for tratado ou qual for o ramo e o desejo de expansão.
E isso sem considerar a hierarquia, a posição de cada um — sem contar da reciprocidade que geralmente chega e que normalmente é infalível, no sentido de dar e receber.
Colaborar é reconhecer o que recebemos, mesmo que não seja da mesma pessoa a quem fizemos favores.
O próximo merece sempre nossa ajuda, independentemente de qualquer recompensa.
O segredo do sucesso de qualquer equipe é a colaboracão genuina e desinteressada, um valor que prezo demais nos meus colaboradores.
Abraços e bom domingo 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
A mensagem é de otimismo!
Publicado por amandadelboni
Esta frase é típica de gente otimista, sempre antevendo resultados positivos em relação a acontecimentos do seu dia a dia.
Tem quem veja com sentimento de vitória tudo o que empreende, e espere um resultado positivo em cada iniciativa de sua atividade.
Mas quando escolhemos algo para realizar, temos que planejar todos os procedimentos para que tudo se passe com tranquilidade, até prevendo possíveis imprevistos no meio do caminho.
Assim como tudo pode correr de acordo com os nossos planos, também podemos encontrar dificuldades que transformem os resultados em fracassos que não estávamos esperando.
Mas mesmo perante um aparente fracasso, tento preservar a mensagem positiva, e emitir votos otimistas em relação à realização de algo que possa mudar e melhorar a vida de algum amigo, conhecido ou parente.
O indivíduo otimista leva sempre alguma vantagem sobre o pessimista, pois ele vislumbra resultados favoráveis, até mesmo antes de tentar seus intentos, e portanto, antegoza os bons resultados, até antes de realizá-los.
Otimismo é, em essência, confiança e esperança no que desejamos.
Se conseguirmos transmitir otimismo, veremos que as pessoas, objeto de nossa mensagem, poderão se sair muito melhor nas tarefas às quais se propuseram, e isso será mesmo instintivo, porque se sentirão encorajados, muitas vezes, pelas simples palavras de otimismo que teriam ouvido.
Importante é que sejamos muito sinceros ao exprimirmos nosso desejo de que tudo saia bem, e que nosso desejo seja algo real e baseado na verdade da situação, e não simplesmente na suposição de um resultado que gostaríamos que acontecesse.
Podemos ser realistas, sem que sejamos hipócritas no nosso desejo de vitória.
Se nos negamos a emitir uma mensagem de otimismo a alguém que já se acha derrotado, triste ou vencido pelas dificuldades da vida, estaremos valorizando o fracasso que, eventualmente, a outra pessoa tenha sofrido.
Se, ao contrário, valorizamos sua capacidade de luta e superação, que já tivemos a oportunidade de constatar, devemos lembrá-lo de sua coragem para tentar reverter uma situação. Ao emitirmos com convicção nossa mensagem de otimismo, estaremos ajudando-o a se reencontrar com a vida, e com as coisas boas que ela oferece.
Dificuldades no desenrolar de nossas atividades, todos temos de sobra. Não precisamos de ninguém nos trazendo mensagem de desânimo. Fujo correndo das pessoas que tentam me desanimar, com palavras ou atitudes negativas.
É gente que não acredita na vitória da luta.
E isso não é vontade de viver; é dar material para o desânimo.
A mensagem deve ser sempre de otimismo!
Um ótimo domingo e um feliz Dia das Mães, com carinho e admiração por todas as mães 🙂
Abraços,
Amanda
Publicado em Inteligência Social
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Faça aos outros…
Publicado por amandadelboni
Essa é uma prática da arte de dar e receber.
Sempre ouvimos: “Não faça aos outros aquilo que você não gostaria que lhe fizessem”.
Mas fazer aos outros aquilo que gostaríamos de receber também é muito importante.
Dessa forma, devemos agir em função de nossa consciência, praticando atos de boa vontade, como gostaríamos de recebê-los, mesmo que isso nem sempre ocorra.
A maneira como tratamos as pessoas que nos cercam, sejam funcionários, amigos, familiares ou prestadores de serviço em estabelecimentos comerciais, escolas e outros, normalmente é como somos tratados.
A recíproca, nesses casos, é quase sempre verdadeira
Por isso, ao solicitarmos algo, devemos ter cuidado com nosso tom de voz, na maneira gentil de pedirmos uma informação, ou um favor. Pode ter certeza que na maioria das vezes, recebemos a resposta no mesmo tom.
Cheguei outro dia na casa de uma amiga, e percebi um pouco de irritação em quem me atendeu. Sorridente, perguntei se estava certa quanto ao endereço do apartamento e ela imediatamente perdeu a careta carrancuda e me respondeu também sorridente.
É mesmo inevitável que recebamos a reação idêntica àquela que enviamos.
E, quando, vez ou outra, não recebemos o presumivelmente esperado, que o lancemos na conta de fundo perdido.
Pois, na verdade, nada deveremos fazer em benefício de outros esperando alguma retribuição ou agradecimento, e sim, com amor pelo próximo, independentemente do que recebemos.
Aí já é um problema de consciência de cada um, de foro íntimo e que depende muito de nossa formação, o famoso “berço”, a orientação de nossos pais em relação a esse tipo de atitude solidária a quem nos necessita. E aqui não me refiro a condição financeira, mas a educação e valores que recebemos desde pequenos.
Se outros não o fazem, ou mesmo nos criticam por fazermos, devemos ignorar e continuar nossa obra de compreensão e ajuda aos amigos que nos solicitam.
Façamos aos outros, sempre que for de nosso alcance, o que gostaríamos que nos fizessem em situações de carência, e mesmo que não tenhamos recebido apoio em circunstâncias idênticas, esqueçamos o ocorrido e cumpramos a nossa parte.
Fazer o bem, sem olhar a quem, foi a orientação desde criança que recebi de minha querida mãe, que era benquista e admirada pela solicitude que fazia parte integrante de sua personalidade.
Os outros que nos pedem ajuda, seja em que âmbito for, não têm culpa se recebemos ou não o auxílio de que precisamos em alguma época de nossa vida.
Tem pessoas tão preocupadas com a expectativa do que vão receber, que não têm oportunidade de se preocuparem com o que podem dar.
Até um elogio pode ter como consequência uma conscientização do valor da pessoa, seus pontos positivos, e, com isso, fazer com que se realizem cada vez mais.
E não custa nada!
Abraços e bom domingo 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
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Sucesso
Publicado por amandadelboni
Sucesso significa êxito em algo que planejamos.
Mas qualquer tarefa que empreendemos depende, naturalmente, de diversos fatores, que, muitas vezes, independem de nossa vontade, ou das circunstâncias existentes ao nosso redor.
Quando pensamos em executar qualquer tipo de trabalho, ou chegar ao final dos estudos, já antevemos resultados que foram planejados anos atrás e que terão influência na nossa vida futura.
Claro que todos desejamos sucesso nas profissões escolhidas inicialmente, ambições de carreiras bem sucedidas, que nos propiciem uma vida confortável, tanto profissional, quanto financeiramente.
Mas a sensação de sucesso é relativa, para cada idade e para situações diferentes, e muda no decorrer de nossas vidas.
Quando somos pequenos, nossa meta é normalmente conseguir estudar, ter boas notas, pois dessa forma somos premiados pelos nossos pais e pelos nossos professores.
Na juventude, desejamos, entre outros objetivos, ter sucesso no amor, além de tentarmos sempre conquistar amizades, que, em muitos casos, duram por toda a nossa vida.
As vitórias fazem parte de nossa vida, mas, muitas vezes, elas chegam depois de muito esforço e várias tentativas frustradas.
Mas esses aparentes “fracassos” nada mais são do que um processo de aprendizado para atingirmos um sucesso maior na vida, e em cada fase que a vivemos.
Mesmo tendo fracassado anteriormente em algum objetivo, não devemos nos desanimar para a luta em busca da realizacão, de nossas metas, pois sem insistirmos e persistirmos, jamais alcançaremos os resultados que almejamos.
Quantas pessoas ilustres tiveram suas histórias de sucessos advindos de sua luta em diversas profissões e ao fato de não terem desanimado mediante fracassos iniciais.
Ao contrário, uma situação difícil, cada insucesso, pode, de fato, servir como incentivo para uma batalha ainda maior, dependendo da força de caráter e de vontade de vencer de cada um de nós, apesar das adversidades que sempre ocorrem em qualquer situação.
Mas pode estar certo de que, invariavelmente, o sucesso chega, assim como a vitória sobre os acontecimentos que nos impediam de realizar o que havíamos planejado e desejado anteriormente.
E quando isso acontece, o sucesso tem um gosto ainda melhor e maior, valorizando a luta que parecia não ter fim.
Não devemos nos esquecer que o sucesso ou fracasso de uma missão que vem de fora ou que nos impusemos, depende, em grande parte, de nossa atuação para que consigamos progresso social, financeiro, amoroso, enfim, em todas as áreas de atuação do ser humano.
Claro, seja em que âmbito nos propusermos, queremos sempre ser bem sucedidos na vida, e lutamos para que tudo aconteça de acordo com nossos planos iniciais.
Então, sigamos buscando o sucesso em tudo o que for importante para nós, para nos sentirmos vitoriosos, antes de tudo, perante nós mesmos.
Abraços e bom domingo 🙂
Amanda
Publicado em Inteligência Social
Tags: Amanda Delboni, Inteligência Emocional, Inteligência Social, Relacionamentos, Sucesso
Reconhecimento
Publicado por amandadelboni
Reconhecimento é um dos sentimentos mais nobres de que a humanidade dispõe, mas que nem sempre usa com dignidade.
Como deixar de reconhecer um favor, ou um ato de caridade que recebemos? E lembrando que o reconhecimento deverá ser, não obrigatório, mas sim de maneira agradável, genuína e, se possível, como uma retribuição.
Claro que, não em forma de pagamento, mas deixando entrever pelas nossas atitudes, o reconhecimento que determinado ato nos despertou.
Até mesmo os animais se fazem reconhecer o que lhes oferecemos, e à sua maneira, nos lambem, fazem seus barulhinhos característicos, demonstrando seu agradecimento pelo que lhes oferecemos.
E o fazem por tão pouco.
Já o ser humano, que frequentemente recebe muito, às vezes, não desenvolve a capacidade do amor reconhecido e sem interesse.
É óbvio que cada vez que fazemos algo por alguém não devemos ficar esperando seu agradecimento barato, mas sim, que esse alguém possa fazer para a frente da mesma forma, algo em prol de seu próximo, que lhe está solicitando.
E o que damos, não se refere somente a favores materiais, como doações e ajudas financeiras, empréstimos para salvar algum compromisso que a pessoa necessitaria, de forma alguma.
Na maioria das vezes, trata-se de algo espiritual, uma orientação que pode transformar a vida de alguém, quando sugerimos uma mudança de atitude que só está lhe transtornando.
Podem seguir o que aconselhamos, e se dar bem com resultados esperados, mas quantos nunca se dariam ao trabalho de nos dizer como fomos úteis, simplesmente dando opiniões que mudaram por completo o rumo de sua existência para melhor.
Por que não reconhecer, dizendo:
“Obrigada. Você foi, em parte, responsável por esses momentos de felicidade que estou vivendo agora”.
Aprendi, desde cedo, com minha mamy que, “o que a mão esquerda faz, a direita não precisa saber”.
Concordo, mas o reconhecimento pode vir de diversas maneiras, inclusive com o oferecimento de uma grande e sincera amizade, que essa sim, não tem preço.
É a lei da compensação, que, quando funciona, temos motivos para agradecer.
Se recebemos um abraço sincero de uma pessoa amiga, isso dispensa palavras de agradecimento, e por essa atitude, já constatamos que essa pessoa está feliz.
Temos que reconhecer também o que recebemos da própria vida e tentarmos viver dignamente para nos fazermos merecedores da saúde, da condição financeira de cada um de nós, das amizades que conquistamos, fazendo jus durante nossa existência, dos pais que tivemos e todas as coisas boas que nos acontecem no dia a dia.
Mas o reconhecimento pode nos chegar de diversas maneiras, e condição “sine qua non” para que possamos identificá-lo é estarmos ligados, termos sensibilidade e prestarmos atenção ao que se passa ao nosso redor.
Antes de criticarmos as atitudes que taxamos de falta de reconhecimento, analisemos criteriosamente as reações de nossos circunstantes.
Cada um de nós tem sua forma de se expressar e, atitudes, muitas vezes, falam mais do que mil palavras.
Respeitemos, portanto a individualidade em cada reconhecimento, e recebam aqui o meu pela sua atenção e carinho com meus blogs 🙂
Abraços e Feliz Páscoa,
Amanda
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