Faça aos outros…

Essa é uma prática da arte de dar e receber.

Sempre ouvimos: “Não faça aos outros aquilo que você não gostaria que lhe fizessem”.

Mas fazer aos outros aquilo que gostaríamos de receber também é muito importante.

Dessa forma, devemos agir em função de nossa consciência, praticando atos de boa vontade, como gostaríamos de recebê-los, mesmo que isso nem sempre ocorra.

A maneira como tratamos as pessoas que nos cercam, sejam funcionários, amigos, familiares ou prestadores de serviço em estabelecimentos comerciais, escolas e outros, normalmente é como somos tratados.

A recíproca, nesses casos, é quase sempre verdadeira

Por isso, ao solicitarmos algo, devemos ter cuidado com nosso tom de voz, na maneira gentil de pedirmos uma informação, ou um favor. Pode ter certeza que na maioria das vezes, recebemos a resposta no mesmo tom.

Cheguei outro dia na casa de uma amiga, e percebi um pouco de irritação em quem me atendeu. Sorridente, perguntei se estava certa quanto ao endereço do apartamento e ela imediatamente perdeu a careta carrancuda e me respondeu também sorridente.

É mesmo inevitável que recebamos a reação idêntica àquela que enviamos.

E, quando, vez ou outra, não recebemos o presumivelmente esperado, que o lancemos na conta de fundo perdido.

Pois, na verdade, nada deveremos fazer em benefício de outros esperando alguma retribuição ou agradecimento, e sim, com amor pelo próximo, independentemente do que recebemos.

Aí já é um problema de consciência de cada um, de foro íntimo e que depende muito de nossa formação, o famoso “berço”, a orientação de nossos pais em relação a esse tipo de atitude solidária a quem nos necessita. E aqui não me refiro a condição financeira, mas a educação e valores que recebemos desde pequenos.

Se outros não o fazem, ou mesmo nos criticam por fazermos, devemos ignorar e continuar nossa obra de compreensão e ajuda aos amigos que nos solicitam.

Façamos aos outros, sempre que for de nosso alcance, o que gostaríamos que nos fizessem em situações de carência, e mesmo que não tenhamos recebido apoio em circunstâncias idênticas, esqueçamos o ocorrido e cumpramos a nossa parte.

Fazer o bem, sem olhar a quem, foi a orientação desde criança que recebi de minha querida mãe, que era benquista e admirada pela solicitude que fazia parte integrante de sua personalidade.

Os outros que nos pedem ajuda, seja em que âmbito for, não têm culpa se recebemos ou não o auxílio de que precisamos em alguma época de nossa vida.

Tem pessoas tão preocupadas com a expectativa do que vão receber, que não têm oportunidade de se preocuparem com o que podem dar.

Até um elogio pode ter como consequência uma conscientização do valor da pessoa, seus pontos positivos, e, com isso, fazer com que se realizem cada vez mais.

E não custa nada!

Abraços e bom domingo 🙂

Amanda

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Publicado em maio 4, 2014, em Inteligência Social e marcado como , , , , . Adicione o link aos favoritos. 5 Comentários.

  1. Norma Sueli Dias de Bobadilla

    Amiga esta es a mais velha e puera verdade! Vc sempre com otimos comentarios que tanto nos ajuda este seu Bloggues es Fantastico ,beijos

  2. Adorei qdo falou que as vezes nos preocupamos mais com o que podemos receber e não com o que podemos dar!!!

  3. Querida amiga,sempre falo para minhas filhas,conhece-la foi um dos melhores presente da minha vida,me indetifico muito com seus pensamentos,e tenho aprendido muito com você.
    Um grande abraço.

  4. Regina Caldas

    Excelente! Você está cada vez melhor em suas assertivas!Bjs Regina

  5. Bravo. Amanda, uma verdadeira chave pras coisas darem certo…

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